{Dica de livro} “Falando o mais rápido que posso: de Gilmore Girls a Gilmore Girls e tudo no meio do caminho”, Lauren Graham

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Em seu livro biográfico Falando o mais rápido que posso” (Editora Record), Lauren Graham repassa sua vida e carreira desde muito antes de Gilmore Girls. Ela conta um pouquinho sobre sua infância e adolescência, mas foca mesmo em tudo o que passou desde que começou a correr atrás do sonho de ser atriz.

Com muito bom humor, ela conta sua relação com a “glamourosa” Hollywood, brinca com os segredos do mundo dos famosos, fala sobre os papeis que mais gostou de fazer ao longo dos anos, dos apertos que passou, das portas que se abriram depois da Lorelai e entra em algumas questões pessoais.

Mas claro que, assim como o subtítulo do livro diz “De Gilmore Girls a Gilmore Girls e tudo no meio do caminho”, o que não falta por aqui é Gilmore Girls. Lauren conta como foi o começo de sua relação com a Lorelai e com o seriado como um todo, faz uma análise de todas as temporadas da série, conta com alguns detalhes como foi fazer a última temporada e saber que aquele seria o fim, como foi lidar por tantos anos com o fato de que havia acabado e como foi saber, depois de tanto tempo, que o que ela e os fãs tanto queriam estava mesmo acontecendo: haveria um retorno.

Por fim, o livro traz alguns trechos do diário que Lauren manteve durante as gravações de “Gilmore Girls um ano para recordar”. E assim como nós que assistimos ao reboot ela também está com uma dúvida…

 Você não acha que aquele final ficou meio aberto?”

Pois é…

Para os fãs da Lauren Graham, “Falando o mais rápido que posso” é quase que um especial Lorelai Gilmore. Você acaba lendo com a voz (e a velocidade da fala) da personagem na cabeça e devora o livro rapidinho. É engraçado e emocionante. Uma leitura leve e divertida. Ah, e tem um monte de fotos desde a Lauren criança até os bastidores de Gilmore Girls.

Lauren Graham também é autora de “Quem sabe um dia”. Resenha aqui.

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{Livros} Novembro em resumo

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Título: About a Boy| Autor: Nick Hornby | Editora Penguin Books| Páginas: 278 | 1998 | Skoob | Resenha na Sociedade do Livro

Sou apaixonada há tempos pelo filme “Um grande garoto” e assim que descobri que era uma adaptação de um livro do Nick Hornby, corri comprar e ler. Não me decepcionei. Após a leitura, fiquei ainda mais satisfeita com o filme por ser tão bem adaptado, apenas com o finalzinho um pouco diferente. Tentar explicar o quanto eu adoro essa história e falar os motivos é um pouco difícil, porque tem horas que nem eu mesma sei explicar, mas as personalidades de Marcus e de Will e a forma como eles se relacionam, como se não houvesse nenhuma diferença entre eles e o que vai acontecendo com cada um deles a partir dessa relação são parte do motivo para essa ser uma das minhas histórias favoritas ever.

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Título: Proposta Inconveniente| Título Original: An Improper Proposal | Autora: Patricia Cabot| Editora Record| Páginas: 350 | 2014 | Skoob 

Achei “Proposta Inconveniente” um pouco diferente das outras histórias da Patricia Cabot (pseudônimo usado pela nossa querida Meg Cabot). Dessa vez, ela criou uma personagem bastante fora dos padrões das mulheres da época: uma jovem que usa calça e camisa, navega com os irmãos, fala palavrões e sonha em se tornar capitã do Constant, o navio mais rápido da frota da empresa de navegação da sua família. Ainda assim, o romance está presente quando ela decide impedir o casamento do homem que ama com outra mulher. Mas como se isso bastasse pra que ela ficasse ao lado dele, antes terão que enfrentar o alto mar, piratas, uma ilha deserta e os irmãos de Payton. O livro tem um pouco mais de ação do que os outros e um pouco menos meloso, mas ainda assim é um livro da Patricia Cabot e simplesmente por isso já é impossível não se encantar com a história.

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Título: Se só mês restasse uma hora de vida| Título Original: Si je navais plus qu une heure à vivre | Autor: Roger-Pol Droit| Editora Bertrand| Páginas: 98 | 2014 | Skoob

**Alerta de capa mais linda do mundo!!!**

“Se só me restasse uma hora de vida” é uma reflexão um pouco mais filosófica sobre o fim, a morte. O autor analisa a vida como se de fato lhe restasse apenas uma hora de vida e com o ponteiro marcando em contagem regressiva seus batimentos cardíacos, o que ele pensaria? O que ele faria? O que seria tão importante a ponto de ser vivido nos seus últimos 60 minutos? Apesar de curtinho, o livro é bastante profundo e nos leva a pensar bastante no jeito que levamos a vida, nas coisas que nos são importantes e naquelas que valem realmente a pena serem vivenciadas. Adorei e pretendo ler mais vezes, futuramente, para não deixar nunca de refletir sobre a essência da vida.