Sem Spoilers: filmes de janeiro

Oscar time!!!

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E lá vamos nós a essa época linda de premiações, cheinha de lançamentos e glamour, onde podemos assistir os melhores filmes do ano! *.* (É o que dizem, mas não é bem assim…rs)

Dunkirk

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Título Original: Dunkirk

Gênero: Guerra / Histórico / Drama

Direção: Christopher Nolan

Ano: 2017

País de Origem: EUA

Sinopse: Na Operação Dínamo, mais conhecida como a Evacuação de Dunquerque, soldados aliados da Bélgica, do Império Britânico e da França são rodeados pelo exército alemão e devem ser resgatados durante uma feroz batalha no início da Segunda Guerra Mundial. A história acompanha três momentos distintos: uma hora de confronto no céu, onde o piloto Farrier (Tom Hardy) precisa destruir um avião inimigo, um dia inteiro em alto mar, onde o civil britânico Dawson (Mark Rylance) leva seu barco de passeio para ajudar a resgatar o exército de seu país, e uma semana na praia, onde o jovem soldado Tommy (Fionn Whitehead) busca escapar a qualquer preço.

Um filme de guerra muito bem feito tecnicamente, com cenas fortes, onde a tensão está presente o tempo todo. Minha expectativa estava bem alta, por causa dos elogios da crítica, indicações a vários prêmios, diretor consagrado e, quando o filme iniciou e me deparei com Mark Rylance, lembrei do ótimo papel dele em Ponte dos Espiões e pensei: agora vai! Só que não… Filmes de guerra não são meus preferidos, mas me chamam a atenção e me prendem quando tem uma boa história por trás das bombas e do cenário cinzento, como foi o caso de Até o Último Homem , concorrente do Oscar passado. Dunkirk não teve, foi um tanto quanto vazio nesse sentido.

Concorre ao Oscar de Melhor Filme, Direção, Fotografia, Mixagem de Som, Edição de Som, Design de Produção, Montagem e Trilha Sonora Original.

Me Chame Pelo Seu Nome

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Título Original: Call Me By Your Name

Gênero: Drama / Romance

Direção: Luca Guadagnino

Ano: 2018

País de Origem: França / Itália / EUA / Brasil

Sinopse: O sensível e único filho da família americana com ascendência italiana e francesa Perlman, Elio (Timothée Chalamet), está enfrentando outro verão preguiçoso na casa de seus pais na bela e lânguida paisagem italiana. Mas tudo muda quando Oliver (Armie Hammer), um acadêmico que veio ajudar a pesquisa de seu pai, chega.

“Quando você menos espera a natureza tem maneiras astutas para encontrar nossos pontos mais fracos.”

Um filme sobre amadurecimento, com uma estética admirável e com uma história de amor sensível e dramática. Os atores estão ótimos, com destaque para o protagonista Timothée Chalamet, que entrega um personagem carismático e corajoso. Sem contar com todo o clima anos 80 magnífico e uma ótima trilha sonora. Muito mais do que um drama homossexual, a história é sobre relações humanas, com emoção e sem apelação.

Foi indicado ao Oscar de Melhor Filme, Ator (Timothée Chalamet), Roteiro Adaptado e Canção Original.

Lady Bird – A Hora de Voar

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Título Original: Lady Bird

Gênero: Drama / Comédia

Direção: Greta Gerwig

Ano: 2018

País de Origem: EUA

Sinopse: Christine McPherson (Saoirse Ronan) está no último ano do ensino médio e o que mais deseja é ir fazer faculdade longe de Sacramento, Califórnia, ideia firmemente rejeitada por sua mãe (Laurie Metcalf). Lady Bird, como a garota de forte personalidade exige ser chamada, não se dá por vencida e leva o plano de ir embora adiante mesmo assim. Enquanto sua hora não chega, no entanto, ela se divide entre as obrigações estudantis no colégio católico, o primeiro namoro, típicos rituais de passagem para a vida adulta e inúmeros desentendimentos com a mãe.

Um filme gostoso de ver, despretensioso, com aquela aura cult confortável e identificável. Saoirse Ronan está ótima no papel de Lady Bird, na passagem para a vida adulta, do colégio para a faculdade, cheia de dilemas e rebeldias. Leve, divertido e com a profundidade necessária, a estreia de Greta Gerwig como diretora e roteirista foi certeira e nos mostra uma história simples, mas cheia de vida e boas lições.

Na corrida pelo Oscar, Lady Bird está no páreo nas categorias Melhor Filme, Direção, Atriz (Saoirse Ronan), Atriz Coadjuvante (Laurie Metcalf) e Roteiro Original.

Três Anúncios para um Crime

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Título Original: Three Billboards Outside Ebbing, Missouri

Gênero: Drama / Comédia

Direção: Martin McDonagh

Ano: 2018

País de Origem: Reino Unido, EUA

Sinopse: Inconformada com a ineficácia da polícia em encontrar o culpado pelo brutal assassinato de sua filha, Mildred Hayes (Frances McDormand) decide chamar atenção para o caso não solucionado alugando três outdoors em uma estrada raramente usada. A inesperada atitude repercute em toda a cidade e suas consequências afetam várias pessoas, especialmente a própria Mildred e o Delegado Willoughby (Woody Harrelson), responsável pela investigação.

Histórias da vida, dramas reais (não necessariamente baseada numa história real) me pegam de jeito. Com um nome extenso, esse faroeste contemporâneo tem muito a falar. Principalmente sobre dor, injustiça, preconceito, perdão e solidariedade. Recheado de boas atuações, com destaque para Frances McDormand, que está insuperável. Uma mulher forte, mas com um buraco no peito. Uma mãe que quer vingança a qualquer custo, mas com justiça. E quem faz o contraponto nessa jornada é Sam Rockwell com um personagem que vamos do ódio ao amor, surpreendente. E não podemos esquecer de Woody Harrelson, com cenas marcantes, incluindo uma carta emocionante. Personagens humanos, com qualidades e defeitos. Adorei e é o meu preferido do Oscar 2018! ❤

Concorre ao Oscar de Melhor Filme, Atriz (Frances McDormand), Ator Coadjuvante (Sam Rockwell e Woody Harrelson), Roteiro Original, Edição e Trilha Sonora Original.

A Forma da Água

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Título Original: The Shape of Water

Gênero: Drama / Romance / Fantasia

Direção: Guillermo del Toro

Ano: 2018

País de Origem: EUA

Sinopse: Década de 60. Em meio aos grandes conflitos políticos e transformações sociais dos Estados Unidos da Guerra Fria, a muda Elisa (Sally Hawkins), zeladora em um laboratório experimental secreto do governo, se afeiçoa a uma criatura fantástica mantida presa e maltratada no local. Para executar um arriscado e apaixonado resgate ela recorre ao melhor amigo Giles (Richard Jenkins) e à colega de turno Zelda (Octavia Spencer).

Um filme esteticamente belo e poético. Uma fábula que coloca a sua imaginação pra funcionar e te levar o mais longe que você sonhar ou o quanto você for capaz de trazer os personagens para a realidade. A protagonista Sally Hawkins e o clima sonhador da história me lembrou muito O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (mas gosto mais do francês). E Octavia Spencer está impagável num papel que lembra muito Histórias Cruzadas.  Além disso, tem uma fotografia linda, com cenas em tons de azul e um clima romântico e antiquado que saltam aos olhos. A crítica só faz elogios e acredito que deve levar a maioria das estatuetas. Não concordo totalmente, mas cada um com a sua opinião! rs

O Destino de uma Nação

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Título Original: Darkest Hour

Gênero: Drama / Histórico

Direção: Joe Wright

Ano: 2018

País de Origem: Reino Unido

Sinopse: Winston Churchill (Gary Oldman) está prestes a encarar um de seus maiores desafios: tomar posse do cargo de Primeiro Ministro da Grã-Bretanha. Paralelamente, ele começa a costurar um tratado de paz com a Alemanha nazista que pode significar o fim de anos de conflito.

Gary Oldman está irreconhecível! A sua caracterização e interpretação de Winston Churchill está perfeita, puxando para o lado humano do Primeiro Ministro e merecedora de todos os prêmios e indicações recebidas. Mas o filme é cansativo. Gostei da história se passar na mesma época de Dunkirk (filme de Chrisopher Nolan, no topo deste post), mostrando o outro lado da história e esse lado humano do personagem. Só.

Uma Mulher Fantástica

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Título Original: Uma Mujer Fantástica

Gênero: Drama

Direção: Sebastián Lelio

Ano: 2017

País de Origem: Chile / Alemanha / Espanha / EUA

Sinopse: Marina (Daniela Vega) é uma garçonete transexual que passa boa parte dos seus dias buscando seu sustento. Seu verdadeiro sonho é ser uma cantora de sucesso e, para isso, canta durante a noite em diversos clubes de sua cidade. O problema é que, após a inesperada morte de Orlando (Francisco Reyes), seu namorado e maior companheiro, sua vida dá uma guinada total.

Um filme sensível, com uma protagonista fantástica, como define o título. Em meio a tanto preconceito, vemos nessa história uma evolução cultural ao se tratar de diversidade de gênero de forma séria. As agressões físicas, verbais e até por um simples olhar vêm de todo lado, mas o diretor soube, ao mesmo tempo, expor desumanidades e compensar com a força de Marina e com o apoio que ela recebe das poucas, mas importantes pessoas ao seu redor. Muito bom, um ótimo exercício de empatia e tem meu voto para o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.

The Post – A Guerra Secreta

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Título Original: The Post

Gênero: Drama / Suspense

Direção: Steven Spielberg

Ano: 2018

País de Origem: EUA

Sinopse: Kat Graham (Meryl Streep) é a dona do The Washington Post, um jornal local que está prestes a lançar suas ações na Bolsa de Valores de forma a se capitalizar e, consequentemente, ganhar fôlego financeiro. Ben Bradlee (Tom Hanks) é o editor-chefe do jornal, ávido por alguma grande notícia que possa fazer com que o jornal suba de patamar no sempre acirrado mercado jornalístico. Quando o New York Times inicia uma série de matérias denunciando que vários governos norte-americanos mentiram acerca da atuação do país na Guerra do Vietnã, com base em documentos sigilosos do Pentágono, o presidente Richard Nixon decide processar o jornal com base na Lei de Espionagem, de forma que nada mais seja divulgado. A proibição é concedida por um juiz, o que faz com que os documentos cheguem às mãos de Bradlee e sua equipe, que precisa agora convencer Kat e os demais responsáveis pelo The Post sobre a importância da publicação de forma a defender a liberdade de imprensa.

Meryl Streep + Tom Hanks + Spielberg? =O Claro que minha expectativa estava nas alturas e… não foi atingida. Baseado numa história real, o filme trata sobre um fato histórico específico onde a liberdade de expressão foi crucial para o jornal e para o povo. Os (meus ❤ ) atores entregam boas atuações, mas sem muita ênfase. Um filme importante e com classe, mas sem grandes destaques.

Concorre ao Oscar de Melhor Filme e Melhor Atriz (Meryl Streep).

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Sem Spoilers: filmes de dezembro

O Terminal

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Título Original: The Terminal

Gênero: Comédia / Drama / Romance

Direção: Steven Spielberg

Ano: 2004

País de Origem: EUA

Sinopse: Viktor Navorski (Tom Hanks) é um cidadão da Europa Oriental que viaja rumo a Nova York justamente quando seu país sofre um golpe de estado, o que faz com que seu passaporte seja invalidado. Ao chegar ao aeroporto, Viktor não consegue autorização para entrar nos Estados Unidos. Sem poder retornar à sua terra natal, já que as fronteiras foram fechadas após o golpe, Viktor passa a improvisar seus dias e noites no próprio aeroporto, à espera que a situação se resolva. Porém, com a situação se arrastando por meses, Viktor permanece no aeroporto e passa a descobrir o complexo mundo do terminal onde está preso.

Já revi várias vezes esse filme e, ao contrário de muitas críticas, não acho nada chato. Primeiramente: Tom Hanks! ❤ Como não amar esse personagem caricato, ingênuo e com um sotaque engraçado, sem soar falso, que ele interpreta. A atuação é impecável, como sempre. Viktor não tenta burlar nada, apenas espera, seguindo as regras e se adaptando às mais improváveis situações. Por mais inacreditável que pareça, foi baseado num fato parecido que aconteceu com um iraniano no aeroporto de Paris. Adorei e recomendo!

Em Retirada

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Título Original: Walking Out

Gênero: Drama / Suspense / Aventura

Direção: Alex Smith e Andrew Smith

Ano: 2017

País de Origem: EUA

Sinopse: Um pai e um filho lutam para se conectar em qualquer nível, até que um encontro brutal com um animal predador no coração do deserto deixa ambos gravemente feridos. Se eles querem sobreviver, o menino deve carregar seu pai até algum lugar seguro.

Sobreviver nas montanhas já não é uma coisa fácil. Acrescente neve, animais selvagens e desentendimentos entre pai e filho e o negócio fica tenso, muito tenso. A história é bastante óbvia, o que faz a diferença é a evolução da relação entre eles e o desfecho emocionante. Além disso, a fotografia é estonteante! Apesar do arrastamento inicial, Walking Out é um bom filme sobre relações humanas e, principalmente, familiares. E vale a pena ver Matt Bomer num papel totalmente diferente e se saindo tão bem. ^.^

Assassinato no Expresso Oriente

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Título Original: Murder on the Orient Express

Gênero: Suspense / Policial

Direção: Kenneth Branagh

Ano: 2017

País de Origem: EUA

Sinopse: O que começa como um luxuoso passeio de trem pela Europa rapidamente se desdobra em um dos mistérios mais elegantes, tensos e emocionantes já contados. Do romance da autora mais vendida do mundo, Agatha Christie, “Assassinato no Expresso do Oriente” conta a história de treze estranhos presos em um trem, onde todos são suspeitos. O detetive Hercule Poirot, que embarca de última hora no trem, deve correr contra o tempo para resolver o quebra-cabeça antes que o assassino ataque novamente.

Há mais de 20 anos me apaixonei e viciei nos livros de Agatha Christie. E foi nessa época que li Assassinato no Expresso Oriente. Claro que não lembrava mais do desfecho, melhor assim, sem spoilers! rs Estava com a expectativa lá em cima pelo filme e não me decepcionei. O elenco é maravilhoso (Penelope Cruz, Judi Dench, Johnny Depp, Michelle Pfeiffer, Daisy Ridley…), mas quem se destaca é Kenneth Branagh, que além de dirigir, encarna brilhantemente o excêntrico detetive Hercule Poirot. Com belíssimas cenas do trem em meio à neve e o pôr do sol, a investigação vai se desenrolando devagar, com informações dadas na medida certa, fazendo com que você se sinta parte do jogo. Adorei e espero ansiosamente pela próxima adaptação: “A Morte no Nilo”. *.*

Encalhados

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Título Original: Laggies

Gênero: Comédia / Romance

Direção: Lynn Shelton

Ano: 2015

País de Origem: EUA

Sinopse: Quando uma jovem mulher irresponsável e imatura (Keira Knightley) recebe um pedido de casamento de seu namorado, ela entra em crise. A primeira ideia é fingir que precisa fazer um retiro em busca de auto conhecimento profissional, mas de fato ela se esconde na casa da sua nova melhor amiga, a adolescente Annika (Chloe Grace Moretz).

Um filme que parece bobo (e por vezes é), super clichê, mas real. Nos vemos em diversos momentos na pele dos personagens, com seus problemas e dilemas da vida adulta. Keira combina muito bem com o papel, mas Sam Rockwell é que dá o tom divertido da história. Um bom entretenimento, agradável e sem pretensões.

Argo

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Título Original: Argo

Gênero: Suspense / Drama / Histórico

Direção: Ben Affleck

Ano: 2012

País de Origem: EUA

Sinopse: 1979. O Irã está em ebulição, com a chegada ao poder do aiatolá Khomeini. Como o antigo xá ganhou asilo político nos Estados Unidos, que haviam apoiado seu governo de opressão ao povo iraniano, há nas ruas de Teerã diversos protestos contra os americanos. Um deles acontece em frente à embaixada do país, que acaba invadida. Seis diplomatas americanos conseguem escapar do local pouco antes da invasão, indo se refugiar na casa do embaixador canadense. Lá eles vivem durante meses, sob sigilo absoluto, enquanto a CIA busca um meio de retirá-los do país em segurança. A melhor opção é apresentada por Tony Mendez (Ben Affleck), um especialista em exfiltrações, que sugere que uma produção de Hollywood seja utilizada como fachada para a operação. Aproveitando o sucesso de filmes como “Guerra nas Estrelas” e “A Batalha do Planeta dos Macacos”, a ideia é criar um filme falso, a ficção científica Argo, que usaria as paisagens desérticas do Irã como locação. O projeto segue adiante com a ajuda do produtor Lester Siegel (Alan Arkin) e do maquiador John Chambers (John Goodman), que conhecem bem como funciona Hollywood.

Baseado numa história real, com um projeto de resgate que parece coisa de filme, rs, Argo é impressionante. Ben Affleck se sai muito bem no papel desse especialista, mas se destaca na direção do longa, com técnicas de edição e fotografia da época, deixando esse clima de anos 70/80 bem verossímil, além de toda a ambientação e figurino impecáveis. A narrativa é calma e vai crescendo lentamente a tensão dessa fuga impossível, nos deixando sem fôlego! Dentre os principais prêmios, ganhou o Oscar de Melhor Filme, Roteiro Adaptado e Edição, e Globo de Ouro de Melhor Filme Dramático e Melhor Diretor. Super recomendo!

Atração Perigosa

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Título Original: The Town

Gênero: Suspense / Drama

Direção: Ben Affleck

Ano: 2010

País de Origem: EUA

Sinopse: Doug MacRay (Ben Affleck) é muito bom na arte de planejar assaltos e lidera um grupo de ladrões de bancos que sempre sai impune, apesar das investigações do FBI. Um dia, ao realizar um assalto, seu parceiro Jem (Jeremy Renner) leva uma refém, por precaução. Ela é Claire Keesey (Rebecca Hall), subgerente do banco assaltado, solta próximo à praia algum tempo depois. O fato traumatiza Claire, deixando-a com sequelas. O problema é que Jem descobre que Claire mora a apenas quatro quarteirões do bando, tornando-se uma ameaça para o grupo. Doug fica encarregado de vigiá-la mas, após uma conversa ocasional na lavanderia, inicia um relacionamento com ela.

Um bom filme de ação, um pouco clichê, mas com a dose certa de perseguição, drama e bom humor. Uma história sobre segundas chances, com um desfecho muito bom.

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Sem Spoilers: filmes de novembro

 

Mãe

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Título Original: Mother

Gênero: Drama / Romance

Direção: Darren Aronofsky

Ano: 2017

País de Origem: EUA

Sinopse: Um casal vive em um imenso casarão no campo. Enquanto a jovem esposa (Jennifer Lawrence) passa os dias restaurando o lugar, afetado por um incêndio no passado, o marido mais velho (Javier Bardem) tenta desesperadamente recuperar a inspiração para voltar a escrever os poemas que o tornaram famoso. Os dias pacíficos se transformam com a chegada de uma série de visitantes que se impõem à rotina do casal e escondem suas verdadeiras intenções.

Insano resume! O.O Um suspense psicológico complexo, que choca em vários momentos (de fazer a gente olhar com um olho só!). Uma história que prende, cheia de simbolismos e deixando a expectativa sempre alta pelo que virá depois, buscando uma explicação para as coisas estranhas que acontecem. Um filme que incomoda, mas de uma forma negativa.

Vôo Noturno

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Título Original: Red Eye

Gênero: Suspense / Ação

Direção: Wes Craven

Ano: 2005

País de Origem: EUA

Sinopse: Lisa Reisert (Rachel McAdams) detesta voar, mas precisa realizar uma viagem ao Texas quando sua avó morre. Ela decide retornar a Miami, onde mora, no último vôo disponível, mas uma forte tempestade faz com que a decolagem atrase. Enquanto espera ela conhece Jackson Rippner (Cillian Murphy), um homem charmoso e gentil que lhe faz companhia. Ao entrar no avião ela fica surpresa com o fato de que Jackson está na poltrona bem ao lado da sua. Logo após a decolagem Jackson diz a Lisa que o motivo de estar naquele vôo é matar um poderoso político, que se hospedará juntamente com a família no hotel que ela trabalha em Miami. Jackson exige a ajuda de Lisa em seu plano, pois caso contrário um assassino contratado por ele irá matar o pai dela, o que depende apenas de uma ligação telefônica.

Um suspense razoável, mas super previsível. A ação fica um pouco de lado para dar espaço à tensão psicológica. Essa tensão e a boa atuação dos protagonistas é que prendem a narrativa até certo ponto, mas a trama não evolui muito. Apenas mais do mesmo.

Águas Rasas

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Título Original: The Shallows

Gênero: Suspense / Terror

Direção: Jaume Collet-Serra

Ano: 2016

País de Origem: EUA

Sinopse: Nancy (Blake Lively) é uma jovem médica que está tendo de lidar com a recente perda da mãe. Seguindo uma dica sua, ela vai surfar em uma paradisíaca praia isolada, onde acaba sendo atacada por um enorme tubarão. Desesperada e ferida, ela consegue se proteger temporariamente em um recife de corais, mas precisa encontrar logo uma maneira de sair da água.

Extremamente tenso e, no geral, com ótimos efeitos. Não é só uma história de tubarão, é uma luta árdua pela sobrevivência. Nos colocamos no lugar de Nancy e pensamos junto com ela. Um filme curto e direto, sem chance para monotonia. O que me incomodou foi o exagero em sensualizar a protagonista e o desfecho entre ela e o tubarão, um pouco forçado.

Preto e Branco

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Título Original: Black or White

Gênero: Drama

Direção: Mike Binder

Ano: 2014

País de Origem: EUA

Sinopse: O advogado Elliot Anderson (Kevin Costner) acaba de perder sua esposa em um acidente de carro. Os dois criavam, juntos, a neta Eloise (Jillian Estell), já que a mãe da menina morreu no parto. Enquanto luta com sua dor, ele recebe a visita inesperada da avó paterna da garota, Rowena (Octavia Spencer), que exige que a neta seja criada pelo pai, Reggie (Andre Holland), um viciado em drogas, cuja negligência faz Elliot culpá-lo pela morte de sua filha. Agora, os avôs de Eloise vão entrar em uma luta pela guarda dela.

Um filme que trata de forma competente sobre preconceito racial e entre classes sociais. Não há preferências, apenas os fatos a favor e contra os avós paterno e materno, que querem a guarda da menina. Uma história bem realista e emocionante, com ótimas atuações, sobre amor, perdão e feridas difíceis de serem curadas.

Horas Decisivas

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Título Original: The Finest Hours

Gênero: Drama / Ação

Direção: Craig Gillespie

Ano: 2016

País de Origem: EUA

Sinopse: Em 1952, uma grande nevasca leva uma plataforma de petróleo a se rachar, lançando 84 tripulantes ao mar. Enquanto a tempestade dificulta a sobrevivência do grupo, uma equipe de guardas costeiros tenta resgatar as vítimas.

Um filme bom, mas não traz nada de novo sobre o estilo “homens ao mar durante uma tempestade”. O que pesa um pouco mais é o ótimo elenco (Chris Pine, Bem Foster, Casey Affleck…) e ser baseado numa história real, além da ótima ambientação nos anos 50 e efeitos visuais muito bem feitos.

Tubarão

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Título Original: Jaws

Gênero: Terror / Suspense / Ação

Direção: Steven Spielberg

Ano: 1975

País de Origem: EUA

Sinopse: Um terrível ataque a banhistas é o sinal de que a praia da pequena cidade de Amity virou refeitório de um gigantesco tubarão branco, que começa a se alimentar dos turistas. Embora o prefeito queira esconder os fatos da mídia, o xerife local (Roy Scheider) pede ajuda a um ictiologista (Richard Dreyfuss) e a um pescador veterano (Robert Shaw) para caçar o animal. Mas a missão vai ser mais complicada do que eles imaginavam.

Revi esse filme depois de muito tempo e sem lembrar de muita coisa. Foi quase como ver pela primeira vez. Um super clássico! Um suspense que antecipa os fatos, mas não deixa de ser surpreendente. Que mostra o necessário, sem exageros, deixando a imaginação completar a cena. A trilha sonora de John Williams (que ganhou o Oscar) te faz prender a respiração, muito mais do que ver o tubarão em si. Novamente o imaginário, criamos o monstro na nossa cabeça ao ouvir aquelas notas musicais, sabemos da presença dele, sem que apareça na tela. Tubarão é considerado o primeiro blockbuster de Hollywood. É Spielberg, no começo da carreira, fazendo história. Indispensável!

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Sem Spoilers: filmes de julho

Rainbow

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Título Original: Dhanak

Gênero: Drama

Direção: Nagesh Kukunoor

Ano: 2015

País de Origem: Índia

Sinopse: Em Rajasthan na Índia, Pari (Hetal Gada), uma menina de 10 anos, e Chotu (Krrish Chhabria), seu irmão de 8 anos, moram em uma vila perto das dunas de areia. Eles perderam os pais em um acidente e moram com os tios. Chotu é cego, mas lida bem com a situação, enquanto Pari é os olhos dele, sua guia e melhor amiga. Ainda inocentes, Pari promete a Chotu que ao completar 9 anos ele irá enxergar e, ao ver um cartaz de doação de olhos, ela acredita que encontrará alguém que possa ajudá-la.

Excelente! Diferentes culturas (da nossa e dos EUA) sempre trazem reflexões e aprendizados interessantíssimos e, nesse caso, uma lição de simplicidade, esperança e fraternidade. A cativante história dos irmãos Pari e Chotu nos leva por uma road trip leve e otimista, em meio a dificuldades tão distantes da nossa realidade. Muita música indiana, bom humor, companheirismo e amor pelo cinema. Apaixonante! Super recomendo!

A Incrível Jornada de Jacqueline

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Título Original: La Vache

Gênero: Comédia

Direção: Mohamed Hamidi

Ano: 2016

País de Origem: França

Sinopse: Fatah, um pequeno fazendeiro argelino, só tem olhos para sua vaca Jacqueline, que ele sonha em ver na grande feira de Agricultura, realizada em Paris. Determinado a levar a vaca até lá, ele a carrega consigo e cruza a França à pé, após pegar um barco para Marselha. No caminho, Fatah e Jacqueline vivem uma jornada cheia de surpresas e aventuras.

Divertido, simples e com uma ingenuidade tocante. A Incrível Jornada de Jacqueline e Fatah é cheia de aventura, bom humor e diálogos críticos que te fazem pensar. Há muita força de vontade, esperança e carisma no protagonista. Apesar de alguns clichês, é uma comédia encantadora que valoriza sentimentos essenciais e pouco usuais atualmente, como a tolerância, a solidariedade e a amizade.

Mulheres do Século 20

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Título Original: 20th Century Women

Gênero: Drama / Comédia

Direção: Mike Mills

Ano: 2017

País de Origem: EUA

Sinopse: Na Califórnia dos anos 70, uma mãe (Annette Bening) tenta cuidar de sua família da melhor forma possível enquanto também procura respostas para as vidas de suas duas jovens amigas – uma fotógrafa aficcionada pela cultura punk (Greta Gerwig), e uma amiga de seu filho (Elle Fanning).

Três gerações de mulheres se encontram na trama principal desse filme: Dorothea (Anette Bening) com 55 anos, Abbie (Greta Gerwig) perto dos 30 e Julie (Elle Fanning) com 17 anos. É final dos anos 70, o feminismo está no auge, mas a história vai muito além disso, falando sobre a relação de mãe e filho, educação e amadurecimento. Com uma forma diferente de contar, explorando cada personagem, sua idade e contextualizando com o ano de nascimento, somos inseridos no mundo de cada um deles e nos envolvendo de forma única. Sem nada de extraordinário, mas com uma profundidade e força incrível, e embalado por uma trilha sonora espetacular. Uma homenagem a todas as mulheres e mães. Adorei!

A Morte lhe Cai Bem

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Título Original: Death Becomes Her

Gênero: Comédia / Fantasia

Direção: Robert Zemeckis

Ano: 1992

País de Origem: EUA

Sinopse: Uma famosa atriz egocêntrica (Meryl Streep) rouba de uma aspirante a escritora (Goldie Hawn) o noivo (Bruce Willis), um famoso cirurgião plástico. A noiva rejeitada se torna extremamente complexada e gorda, mas após 14 anos ela lança o livro “Eternamente Jovem” e, na noite de autógrafos, está mais linda do que nunca. Despertando a atenção de todos, principalmente da atriz que, sentindo-se cada dia mais velha, acaba indo se consultar com uma mulher sensual, bela e misteriosa (Isabella Rossellini), que tem uma poção da juventude que proporciona resultados inimagináveis. Ao bebê-la, ela fica jovem outra vez e descobre que sua rival também é cliente da feiticeira. Inicialmente elas começam a brigar pelo médico, mas logo as duas estão preocupadas e, de certa forma, unidas contra um terrível efeito colateral.

Uma comédia divertida, com muita fantasia, mas que consegue refletir sobre um tema atemporal: a eterna busca pela juventude. Meryl Streep, premiada e reconhecida por seus papéis dramáticos, está ótima como comediante. E, logo no início do filme, faz uma apresentação musical, cantando e dançando espetacularmente. Uma atriz completa! #soufã *-* Bruce Willis também tem destaque, num papel extremamente cômico e ingênuo. Um ótimo entretenimento com efeitos visuais inovadores que, na época, renderem um Oscar ao filme.

O Mínimo para Viver

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Título Original: To The Bone

Gênero: Drama

Direção: Marti Noxon

Ano: 2017

País de Origem: EUA

Sinopse: Uma jovem (Lily Collins) está lidando com um problema que afeta muitos jovens no mundo: a anorexia. Sem perspectivas de se livrar da doença e ter uma vida feliz e saudável, a moça passa os dias sem esperança. Porém, quando ela encontra um médico (Keanu Reeves) não convencional que a desafia a enfrentar sua condição e abraçar a vida, tudo pode mudar.

Um filme bom, sem nada surpreendente, mas que passa muito bem a mensagem sobre anorexia. O grande destaque vai para a atuação da protagonista, Lily Collins, que entrou no personagem, emagreceu e reviveu os medos e desafios desse distúrbio, que já havia sofrido na adolescência. Mesmo sem muita profundidade, é um tema interessante e necessário, que foi tratado de forma bem realista.

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Sem Spoilers: filmes de junho

O Contador

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Título Original: The Accountant

Gênero: Ação / Suspense / Drama

Direção: Gavin O’Connor

  • Sandy Wexler,

Ano: 2016

País de Origem: EUA

Sinopse: Desde criança, Christian Wolff (Ben Affleck) sofre com ruídos altos e problemas de sensibilidade, devido ao autismo. Apesar da oferta de ir para uma clínica voltada para crianças especiais, seu pai insiste que ele permaneça morando em casa, de forma a se habituar com o mundo que o rodeia. Ao crescer, Christian se torna um contador extremamente dedicado, graças à facilidade que tem com números, mas antissocial. A partir de um escritório de contabilidade, instalado em uma pequena cidade, ele passa a trabalhar para algumas das mais perigosas organizações criminosas do mundo. Ao ser contratado para vistoriar os livros contábeis da Living Robotics, criada e gerenciada por Lamar Blackburn (John Lithgow), Wolff logo descobre uma fraude de dezenas de milhões de dólares, o que coloca em risco sua vida e da colega de trabalho Dana Cummings (Anna Kendrick).

Surpreendente! Até a metade, é um filme comum, até um pouco cansativo. Depois tem uma sequência acontecimentos que vão te deixando de queixo caído até o final que é, nada menos que UAU! Ótima interpretação de Ben Affleck, de um personagem muito bem construído e cheio de nuances. O roteiro mistura muito bem ação, suspense, espionagem e fala de uma forma interessante sobre o autismo. Muito bom e promete sequência! \o/

A Nona Vida de Louis Drax

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Título Original: The 9th Life Of Louis Drax

Gênero: Suspense / Fantasia

Direção: Alexandre Aja

Ano: 2016

País de Origem: EUA / Canadá / Reino unido

Sinopse: Louis Drax (Aiden Longworth) é um garoto brilhante na escola, mas com sérias dificuldades em fazer amigos. Os colegas o consideram estranho e vários acontecimentos sombrios se passam ao seu redor. Ao completar nove anos, ele cai de um abismo e fica em coma. Seu pai (Aaron Paul) logo é apontado como culpado pelo ocorrido, devido a uma discussão durante um piquenique em família. Cabe ao dr. Allan Pascal (Jamie Dornan) cuidar da recuperação de Louis, por mais que sinta-se cada vez mais atraído pela mãe dele (Sarah Gadon).

Um filme cheio de mistérios e reviravoltas, mas superficial e com atuações médias. A história é boa, instigante, o suspense se sustenta, mas algumas situações são muito fantasiosas. As atuações de Aaron Paul e do menino Aiden dão uma elevada no conceito, mas a adaptação do livro de Liz Jensen acaba sendo cansativa e clichê.

Tallulah

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Título Original: Tallulah

Gênero: Drama

Direção: Sian Heder

Ano: 2016

País de Origem: EUA

Sinopse: Lu (Ellen Page), uma jovem independente, teve o seu dinheiro roubado pelo ex-namorado. Pobre e morando em uma van, ela decide procurar a mãe dele, Margo (Allison Janney), que não a conhece e nega ajudar. Em um hotel buscando por comida, Lu conhece uma mãe descuidada para cuidar da sua filha. Lu decide “resgatar” a criança e levá-la até Margo, dizendo que a bebê é a neta dela.

Uma história sobre relações familiares, recomeços e autoconhecimento. Num primeiro momento, achei cansativa e exagerada a protagonista Lu, mas quando ela encontra a Margo, a trama flui e melhora bastante. Os diálogos são bons, o crescimento das personagens é visível e as lições que ambas passam são tocantes. E tem a ótima participação de David Zayas, o Angel de Dexter! *-*

Um Homem Entre Gigantes

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Título Original: Concussion

Gênero: Drama

Direção: Peter Landesman

Ano: 2016

País de Origem: EUA / Reino Unido / Austrália

Sinopse: Dr. Bennet Omalu (Will Smith), neuropatologista forense, diagnostica um severo trauma cerebral em um jogador de futebol americano e, investigando o assunto, descobre se tratar de um mal comum entre os profissionais do esporte. Determinado a reverter o quadro e expor para o mundo a grave situação, ele trava uma guerra contra a poderosa NFL.

Will Smith representa, com esse personagem, claramente a minoria: negro, estrangeiro e levantando dúvidas contra a “inquestionável” NFL. O tema é muito interessante, as atuações são boas, mas falta profundidade ao roteiro. A pesquisa científica sobre essa nova doença entre os atletas é instigante e queremos fazer onde vai chegar, mas falta emoção. Mas gostei! rs

Sandy Wexler

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Título Original: Sandy Wexler

Gênero: Comédia

Direção: Steven Brill

Ano: 2017

País de Origem: EUA

Sinopse: Los Angeles, 1990. Sandy Wexler (Adam Sandler) é um agente determinado, empenhado e focado na evolução da carreira de seus excêntricos clientes. Sua rotina, no entanto, é abalada quando ele descobre em um parque de diversões a talentosa cantora Courtney Clarke (Jennifer Hudson), por quem acaba se apaixonando.

Não sou de recusar nenhum filme, exceto terror, então parei para assistir Sandy Wexler. O que falar de Adam Sandler, ele é divertido, às vezes mais, outras menos. Nesse filme, produzido pela Netflix, foi de menos. Destaque para a ambientação anos 90,  os depoimentos de grandes nomes da show business, representando a si mesmos, como Judd Apatow, Chris Rock, Jimmy Kimmel, Guy Oseary, Quincy Jones, Conan O’Brien…e os momentos musicais com Jennifer Hudson.

Relacionamento à Francesa

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Título Original: Papa ou Maman

Gênero: Comédia / Drama / Romance

Direção: Martin Bourboulon

Ano: 2016

País de Origem: França

Sinopse: Florence (Marina Foïs) e Vicent Leroy (Laurent Lafitte) são um casal bem-sucedido. Eles têm três filhos e ótimos empregos. Tudo corre bem, até que ambos recebem propostas de promoção. Com a turbulência e o caos da vida em conjunto, eles decidem se separar, mas nenhum deles quer ficar com a guarda dos filhos.

Uma comédia aparentemente boba, mas que com ótimos atores e um clima francês, torna-se interessante e diferente. Marina Foïs, que eu ainda não conhecia, e Laurent Laffite, de Até a Eternidade  e Elle  formam um excelente casal em pé de guerra e em uma situação incomum: se livrar da guarda dos filhos! Tem algumas situações exageradas, mas, no geral, é bem divertido.

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Sem Spoilers: filmes de maio

A Garota no Trem

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Título Original: The Girl on the Train

Gênero: Suspense

Direção: Tate Taylor

Ano: 2016

País de Origem: EUA

Sinopse: Rachel (Emily Blunt), uma alcoólatra desempregada e deprimida, sofre pelo seu divórcio recente. Todas as manhãs ela viaja de trem de Ashbury a Londres, fantasiando sobre a vida de um jovem casal que vigia pela janela. Certo dia ela testemunha uma cena chocante e mais tarde descobre que a mulher está desaparecida. Inquieta, Rachel recorre a polícia e se vê completamente envolvida no mistério.

Baseado no best seller de mesmo nome, A Garota no Trem é instigante e suas personagens femininas muito bem construídas. Com ótimo roteiro e atuações complexas, focando no lado psicológico, ficamos o tempo todo na dúvida do que realmente aconteceu. E o final é surpreendente!  Lembra muito Garota Exemplar – o estilo de narrativa, o clima “frio”, personagens femininas em destaque, reviravoltas – , mas fica abaixo deste.

Cinquenta Tons Mais Escuros

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Título Original: Fifty Shades Darker

Gênero: Romance / Drama

Direção: James Foley

Ano: 2017

País de Origem: EUA

Sinopse: Incomodada com os hábitos e atitudes de Christian Grey (Jamie Dornan), Anastasia (Dakota Johnson) decide terminar o relacionamento e focar no desenvolvimento de sua carreira. Ele, no entanto, não desiste tão fácil e fica sempre ao seu encalço, insistindo que aceita as regras dela. Tal cortejo acaba funcionando e ela reinicia o relacionamento com o jovem milionário, sendo que, aos poucos, passa a compreender melhor os jogos sexuais que ele tanto aprecia.

O segundo filme da trilogia é mais denso e com mais suspense que o anterior. O foco agora são os traumas de Grey e sua “descida do pedestal”, implorando pelo amor de Ana, coisa que ele jamais pensaria fazer antes de se apaixonar por ela. O roteiro foi muito bem adaptado do livro, os protagonistas foram competentes na evolução dos seus personagens e a ótima trilha sonora deu aquele toque especial.

Aliados

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Título Original: Allied

Gênero: Romance / Suspense

Direção: Robert Zemeckis

Ano: 2017

País de Origem: EUA

Sinopse: Em uma missão para eliminar um embaixador nazista em Casablanca, no Marrocos, os espiões Max Vatan (Brad Pitt) e Marianne Beausejour (Marion Cotillard) se apaixonam perdidamente e decidem se casar. Os problemas começam anos depois, com suspeitas sobre uma conexão entre Marianne e os alemães. Intrigado, Max decide investigar o passado da companheira e os dias de felicidade do casal vão por água abaixo.

Um romance de época, em meio à Segunda Guerra, com um casal de protagonistas espiões impecável: Marion Cottilard e Brad Pitt! O roteiro não tem grandes surpresas, mas as atuações e o figurino ganham destaque. O mistério da personagem de Cotillard ser ou não uma informante se sustenta até o surpreendente e emocionante final. Gostei e recomendo!

Silêncio

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Título Original: Silence

Gênero: Drama

Direção: Martin Scorsese

Ano: 2017

País de Origem: EUA

Sinopse: Século XVII. Dois padres jesuítas portugueses, Sebastião Rodrigues (Andrew Garfield) e Francisco Garupe (Adam Driver), viajam até o Japão em uma época onde o catolicismo foi banido. À procura do mentor deles, padre Ferreira (Liam Neeson) os jesuítas enfrentam a violência e perseguição de um governo que deseja expurgar todas as influências externas.

Um bom filme sobre fé, perseverança e perseguição. Um trabalho impactante de Scorsese, com ótimas atuações – destaque para Andrew Garfield, que já havia chamado a minha atenção em Até o Último Homem . Os diálogos levantam diversas questões interessantes sobre religião, mas acaba sendo cansativo e longo demais.

A Vida Secreta das Abelhas

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Título Original: The Secret Life Of Bees

Gênero: Drama / Comédia

Direção: Gina Prince-Bythewood

Ano: 2009

País de Origem: EUA

Sinopse: Carolina do Sul, 1964. Lily Owens (Dakota Fanning) é uma garota de 14 anos atormentada pelas poucas lembranças que tem da mãe falecida em um trágico acidente causado por ela. Decidida a fugir da solidão e do relacionamento complicado com o pai, T. Ray (Paul Bettany), Lily foge de casa com sua empregada Rosaleen (Jennifer Hudson) e segue a única pista que pode levar ao passado de sua mãe numa pequena cidade do interior. Lá ela conhece August (Queen Latifah), a mais velha das irmãs Boatwright, dona de um tradicional apiário da cidade e que também conhece alguns segredos do passado de sua mãe.

A verdade é só metade do caminho. O que importa é o que você vai fazer com ela“.

Adoro a Dakota Fanning, desde Uma Lição De Amor , quando ela fez um papel brilhante com apenas 7 anos de idade. Em A Vida Secreta das Abelhas ela interpreta uma adolescente com uma carga dramática muito forte e passa uma veracidade incrível! Um filme leve, sobre temas pesados como violência doméstica, racismo e rejeição familiar. Lindo e emocionante. Adorei!

A Cabana

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Título Original: The Shack

Gênero: Drama

Direção: Stuart Hazeldine

Ano: 2017

País de Origem: EUA

Sinopse: Um homem vive atormentado após perder a sua filha mais nova, cujo corpo nunca foi encontrado, mas sinais de que ela teria sido violentada e assassinada são encontrados em uma cabana nas montanhas. Anos depois da tragédia, ele recebe um chamado misterioso para retornar a esse local, onde ele vai receber uma lição de vida.

Prepare-se para chorar. Muito!!! Baseado no best seller homônimo, de William P. Young, o filme foi muito bem adaptado e é fiel ao livro. A história te faz refletir sobre muitas coisas, mas principalmente sobre o perdão. De forma lúdica, a trama vai se desenrolando e te envolvendo a ponto de você não saber se tudo aquilo é real ou só imaginação do protagonista. E a resposta depende da interpretação de cada um. Algumas cenas foram um pouco exageradas e, o principal ponto negativo pra mim, foi a escolha do ator, o inexpressivo Sam Worthington. Mas Octavia Spencer toma conta da maioria das cenas e dá um show!

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Sem Spoilers: filmes de dezembro

Freud

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Título Original: Tutta Colpa di Freud

Gênero: Comédia

Direção: Paolo Genovese

Ano: 2014

País de Origem: Itália

Sinopse: O protagonista é um psicanalista (Marco Giallini), pai de três filhas em crise: uma lésbica frustrada tentando se tornar heterossexual (Anna Foglietta), uma jovem de dezoito anos de idade com um homem maduro (Laura Adriani), uma bibliotecária atraído por um ladrão de livros (Vittoria Puccini). Todos os três acabam no escritório do pai para falar sobre seus problemas.

Uma comédia leve e divertida que toca em pontos importantes dos relacionamentos amorosos e familiares, com ironia, veracidade e bom humor. Do mesmo diretor de Perfetti Sconosciuti e com alguns mesmos atores, a história flui e encaixa muito bem os personagens, com diálogos certeiros e boas surpresas.

Sete Homens e Um Destino

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Título Original: The Magnificent Seven

Gênero: Faroeste / Ação / Aventura

Direção: Antoine Fuqua

Ano: 2016

País de Origem: EUA

Sinopse: Refilmagem do clássico faroeste Sete Homens e um Destino (1960), que por sua vez é um remake de Os Sete Samurais, de Akira Kurosawa. Os habitantes de um pequeno vilarejo sofrem com os constantes ataques de um bando de pistoleiros. Revoltada com os saques, Emma Cullen (Haley Bennett) deseja justiça e pede auxílio ao pistoleiro Sam Chisolm (Denzel Washington), que reúne um grupo especialistas para contra-atacar os bandidos.

Faroeste mais do mesmo! Ok, é um remake, mas esperava mais de um filme com Denzel Washington. A trama é superficial e não trouxe novidades. Bang, bang pra cá e pra lá que não contribui em nada no andamento da história e acaba ficando cansativo.

Uma Nova Chance Para Amar

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Título Original: The Face Of Love

Gênero: Drama / Romance

Direção: Arie Posin

Ano: 2014

País de Origem: EUA

Sinopse: Após o marido morrer afogado em uma praia mexicana, Nikki (Annette Bening) fica devastada. Cinco anos depois, ela ainda sente falta do marido, por mais que tenha seguido adiante em uma carreira de sucesso como decoradora de imóveis que estão prestes a serem vendidos. Um dia, ela encontra por acaso um homem parecidíssimo com seu grande amor: Tom (Ed Harris). Impressionada com a semelhança, Nikki resolve segui-lo e descobre que ele é professor de artes. Logo ela o contrata para que lhe dê aulas particulares de pintura, de forma que esteja sempre por perto. Não demora muito para que eles engatem um romance, por mais que a imagem do finado esteja sempre estampada no rosto de Tom.

Um romance maduro, bem clichê, mas com sentimento e fortes emoções. Imagina encontrar alguém que é a cara de alguém que já se foi? Coincidência, destino, loucura…seja o que for, você vai querer se aproximar, saber mais, reviver! Ótimas interpretações da dupla Annete Bening e Ed Harris e aquela pontinha de saudade ao ver Robin Williams em um dos seus últimos papéis.

O Maior Amor do Mundo

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Título Original: Mother’s Day

Gênero: Comédia / Romance

Direção: Garry Marshall

Ano: 2016

País de Origem: EUA

Sinopse: Nesta comédia romântica, várias histórias associadas à maternidade se cruzam: Sandy (Jennifer Aniston) é uma mãe solteira com dois filhos, Bradley (Jason Sudeikis) é um pai solteiro com uma filha adolescente, Jesse (Kate Hudson) tem uma história complicada com a sua mãe, Kristin (Britt Robertson) nunca conheceu a sua mãe biológica e Miranda (Julia Roberts) é uma escritora de sucesso que abre mão de ter filhos para se dedicar à carreira.

Depois do dia dos namorados (Valentine’s Day / Idas e Vindas do Amor) e do réveillon (New Year’s Eve / Noite de Ano Novo), Garry Marshal conta novas histórias cruzadas em uma data comemorativa: o dia das mães. É clichê, tem umas besteiras, mas é leve e muito divertido. Não tem como não rir com Jennifer Aniston e Kate Hudson! Curti, ri muito e tem as famosas cenas finais de making off! 😉

O Que os Homens Falam

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Título Original: Una Pistola En Cada Mano

Gênero: Comédia / Drama

Direção: Cesc Gay

Ano: 2014

País de Origem: Espanha

Sinopse: Oito homens enfrentam a crise de meia-idade neste filme de episódios. E. (Eduardo Fernandez), que perde tudo o que tem e volta a morar na casa da mãe, se encontra casualmente com um amigo de longa data, J. (Eduardo Sbaraglia), que conquista tudo o que deseja, mas fica deprimido. S. (Javier Camara) tenta retomar o casamento dois anos após o divórcio. G. (Ricardo Darín) confessa a L. (Luis Tosar) que desconfia que sua esposa o trai. P. (Eduardo Noriega) tenta seduzir uma colega de trabalho. Já A. (Alberto San Juan) e M. (Jordi Mollà) têm seus segredos íntimos revelados.

Pode parecer banal no começo, mas logo as histórias ganham forma e um ótimo tom de humor e veracidade sobre o que os homens geralmente não falam (ou falam entre si, não sei! rs). Todo e elenco masculino se destaca, apesar de Ricardo Darín e Javier Cámera serem os mais conhecidos. Um ótimo retrato do universo masculino, tão pouco explorado no cinema.

O Poder e a Lei

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Título Original: The Lincoln Lawyer

Gênero: Suspense / Drama

Direção: Brad Furman

Ano: 2011

País de Origem: EUA

Sinopse: Mick Haller (Matthew McConaughey) é um advogado diferente, a começar pelo seu local de trabalho devidamente instalado no banco de trás de seu carro, um automóvel modelo Lincoln. Separado da competente promotora Maggie (Marisa Tomei), ambos possuem uma filha e tudo corria bem com ele defendendo pequenos conflitos, mas um dia um caso importante caiu em suas mãos e ele estava disposto a provar a inocência do réu, um jovem milionário (Ryan Phillippe) acusado de assassinato. Só que ele não imaginava seu cliente escondendo a verdade, o que pode tornar todo o processo numa causa perdida.

Matthew McConaughey está ótimo nessa trama cheia de suspense e reviravoltas. Um ótimo filme de tribunal que te prende do começo ao fim e de te deixa sempre em dúvida quanto à inocência do acusado.

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