Sem Spoilers: filmes de agosto

Beleza Oculta

 

599032Título Original: Collateral Beauty

Gênero: Drama

Direção: David Frankel

Ano: 2017

País de Origem: EUA

Sinopse: Após uma tragédia pessoal, Howard (Will Smith) entra em depressão e passa a escrever cartas para a Morte, o Tempo e o Amor – algo que preocupa seus amigos. Mas o que parece impossível, se torna realidade quando essas três partes do universo decidem responder. Morte (Helen Mirren), Tempo (Jacob Latimore) e Amor (Keira Knightley) vão tentar ensinar o valor da vida para o protagonista.

Quer ver um filme emocionante? É esse! Danem-se as críticas, essa história vai te tocar de forma única e vai arrancar lágrimas até dos mais duros. (Tenho provas! kkkkk) Com um elenco de peso, a trama vai se desenrolando cheia de surpresas e, quando você  achar que já chorou o suficiente, vem outra reviravolta ainda mais comovente! Uma ótima reflexão sobre a morte, o tempo e o amor. ♥

Loving

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Título Original: Loving

Gênero: Drama / Romance

Direção: Jeff Nichols

Ano: 2016

País de Origem: EUA / Reino Unido

Sinopse: Richard (Joel Edgerton) e Mildred Loving (Ruth Negga), um casal inter-racial, são presos em junho de 1958 por terem se casado. Jogados na prisão e exilados do estado onde viviam, eles lutam pelo matrimônio e pelo direito de voltar para casa como uma família.

O racismo já foi abordado de diferentes formas no cinema, mas em Loving o discurso é diferente. Aliás, não há discurso, apenas uma relação de amor linda e delicada entre duas pessoas que só querem ficar juntas e formar uma família. Baseado numa história real, faz uma ótima crítica ao preconceito, tão injusto e revoltante da época. Um filme socialmente necessário, que mostra que, infelizmente, esse tipo de julgamento ainda persiste nos dias de hoje, mesmo que de forma diferente.

Rei Arthur – A Lenda da Espada

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Título Original: King Arthur: Legend of the Sword

Gênero: Ação / Aventura / Fantasia

Direção: Guy Ritchie

Ano: 2016

País de Origem: EUA / Reino Unido / Austrália

Sinopse: Arthur (Charlie Hunnam) é um jovem das ruas que controla os becos de Londonium e desconhece sua predestinação até o momento em que entra em contato pela primeira vez com a Excalibur. Desafiado pela espada, ele precisa tomar difíceis decisões, enfrentar seus demônios e aprender a dominar o poder que possui para conseguir, enfim, unir seu povo e partir para a luta contra o tirano Vortigern, que destruiu sua família.

O diferentão ame ou odeie Guy Ritchie traz uma versão moderna da lenda de Excalibur. Charlie Hunnam encara perfeitamente esse novo Arthur e conduz a história com muita ação, excelente humor e idas e vindas no tempo com cortes rápidos e precisos, sem dar tempo de respirar. Impossível desassociá-lo de Jax Teller, personagem tão famoso da série Sons Of Anarchy, mas o papel desse rei diferenciado caiu como uma luva. Com ótimos diálogos, boa ação e efeitos especiais (só um pouquinho de fantasia além do meu gosto) Rei Arthur – A Lenda da Espada é um excelente entretenimento, com uma trilha sonora estilo medieval super pertinente. Adorei!

Mulher Maravilha

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Título Original: Wonder Woman

Gênero: Ação / Aventura / Fantasia

Direção: Patty Jenkis

Ano: 2017

País de Origem: EUA

Sinopse: Treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível, Diana Prince (Gal Gadot) nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar certa de que pode parar o conflito. Lutando para acabar com todas as lutas, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.

A repercussão desse filme foi grande e continua dando o que falar, com razão! Mulher Maravilha é divertidíssimo e passa uma mensagem incrível de força feminina, determinação e de que o amor pode sim vencer. Todos temos o bem e o mal dentro da gente, cabe a nós decidir o que vai prevalecer e pelo que vamos lutar! Gal Gadot interpreta com veracidade essa heroína ingênua e determinada a mudar o mundo. Nos vemos nela. E sua interação com Chris Pine só traz benefícios ao longa, com diálogos cheios de humor e intensidade. Adorei!

The Belko Experiment

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Título Original: The Belko Experiment

Gênero: Suspense / Ação

Direção: Greg McLean

Ano: 2017

País de Origem: EUA

Sinopse: Tudo corria bem nas Indústrias Belko, mais um dia normal de trabalho. No entanto, tudo muda repentinamente para os funcionários da empresa quando eles descobrem que, na verdade, são cobaias humanas e que terão que seguir as ordens de uma misteriosa voz, que se anuncia apenas através dos alto-falantes instalados no prédio, mesmo que isso signifique matar os colegas de trabalho para sobreviver.

Um experimento psicológico que vai te levar à tensão extrema, junto com os personagens. As situações são intensas e todos vão se dando conta que, o que parecia ser inicialmente uma brincadeira, é algo completamente sério e precisam lutar pela sobrevivência, nem que isso implique em matar. Não é o tipo de filme que eu escolheria assistir, mas a presença de Tony Goldwyn (o presidente Fitzgerald da série Scandal e o amigo da onça Carl de Ghost: Do Outro Lado da Vida) me chamou a atenção e não me decepcionei. Um filme ousado, pouco divulgado, mas que traz uma reflexão interessante do que o ser humano é capaz, fazendo uma analogia com esse mundo corporativo tão competitivo, onde quem vence é o melhor, independente das circunstâncias, mesmo passando por cima das pessoas.

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Sem Spoilers: filmes de julho

Rainbow

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Título Original: Dhanak

Gênero: Drama

Direção: Nagesh Kukunoor

Ano: 2015

País de Origem: Índia

Sinopse: Em Rajasthan na Índia, Pari (Hetal Gada), uma menina de 10 anos, e Chotu (Krrish Chhabria), seu irmão de 8 anos, moram em uma vila perto das dunas de areia. Eles perderam os pais em um acidente e moram com os tios. Chotu é cego, mas lida bem com a situação, enquanto Pari é os olhos dele, sua guia e melhor amiga. Ainda inocentes, Pari promete a Chotu que ao completar 9 anos ele irá enxergar e, ao ver um cartaz de doação de olhos, ela acredita que encontrará alguém que possa ajudá-la.

Excelente! Diferentes culturas (da nossa e dos EUA) sempre trazem reflexões e aprendizados interessantíssimos e, nesse caso, uma lição de simplicidade, esperança e fraternidade. A cativante história dos irmãos Pari e Chotu nos leva por uma road trip leve e otimista, em meio a dificuldades tão distantes da nossa realidade. Muita música indiana, bom humor, companheirismo e amor pelo cinema. Apaixonante! Super recomendo!

A Incrível Jornada de Jacqueline

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Título Original: La Vache

Gênero: Comédia

Direção: Mohamed Hamidi

Ano: 2016

País de Origem: França

Sinopse: Fatah, um pequeno fazendeiro argelino, só tem olhos para sua vaca Jacqueline, que ele sonha em ver na grande feira de Agricultura, realizada em Paris. Determinado a levar a vaca até lá, ele a carrega consigo e cruza a França à pé, após pegar um barco para Marselha. No caminho, Fatah e Jacqueline vivem uma jornada cheia de surpresas e aventuras.

Divertido, simples e com uma ingenuidade tocante. A Incrível Jornada de Jacqueline e Fatah é cheia de aventura, bom humor e diálogos críticos que te fazem pensar. Há muita força de vontade, esperança e carisma no protagonista. Apesar de alguns clichês, é uma comédia encantadora que valoriza sentimentos essenciais e pouco usuais atualmente, como a tolerância, a solidariedade e a amizade.

Mulheres do Século 20

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Título Original: 20th Century Women

Gênero: Drama / Comédia

Direção: Mike Mills

Ano: 2017

País de Origem: EUA

Sinopse: Na Califórnia dos anos 70, uma mãe (Annette Bening) tenta cuidar de sua família da melhor forma possível enquanto também procura respostas para as vidas de suas duas jovens amigas – uma fotógrafa aficcionada pela cultura punk (Greta Gerwig), e uma amiga de seu filho (Elle Fanning).

Três gerações de mulheres se encontram na trama principal desse filme: Dorothea (Anette Bening) com 55 anos, Abbie (Greta Gerwig) perto dos 30 e Julie (Elle Fanning) com 17 anos. É final dos anos 70, o feminismo está no auge, mas a história vai muito além disso, falando sobre a relação de mãe e filho, educação e amadurecimento. Com uma forma diferente de contar, explorando cada personagem, sua idade e contextualizando com o ano de nascimento, somos inseridos no mundo de cada um deles e nos envolvendo de forma única. Sem nada de extraordinário, mas com uma profundidade e força incrível, e embalado por uma trilha sonora espetacular. Uma homenagem a todas as mulheres e mães. Adorei!

A Morte lhe Cai Bem

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Título Original: Death Becomes Her

Gênero: Comédia / Fantasia

Direção: Robert Zemeckis

Ano: 1992

País de Origem: EUA

Sinopse: Uma famosa atriz egocêntrica (Meryl Streep) rouba de uma aspirante a escritora (Goldie Hawn) o noivo (Bruce Willis), um famoso cirurgião plástico. A noiva rejeitada se torna extremamente complexada e gorda, mas após 14 anos ela lança o livro “Eternamente Jovem” e, na noite de autógrafos, está mais linda do que nunca. Despertando a atenção de todos, principalmente da atriz que, sentindo-se cada dia mais velha, acaba indo se consultar com uma mulher sensual, bela e misteriosa (Isabella Rossellini), que tem uma poção da juventude que proporciona resultados inimagináveis. Ao bebê-la, ela fica jovem outra vez e descobre que sua rival também é cliente da feiticeira. Inicialmente elas começam a brigar pelo médico, mas logo as duas estão preocupadas e, de certa forma, unidas contra um terrível efeito colateral.

Uma comédia divertida, com muita fantasia, mas que consegue refletir sobre um tema atemporal: a eterna busca pela juventude. Meryl Streep, premiada e reconhecida por seus papéis dramáticos, está ótima como comediante. E, logo no início do filme, faz uma apresentação musical, cantando e dançando espetacularmente. Uma atriz completa! #soufã *-* Bruce Willis também tem destaque, num papel extremamente cômico e ingênuo. Um ótimo entretenimento com efeitos visuais inovadores que, na época, renderem um Oscar ao filme.

O Mínimo para Viver

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Título Original: To The Bone

Gênero: Drama

Direção: Marti Noxon

Ano: 2017

País de Origem: EUA

Sinopse: Uma jovem (Lily Collins) está lidando com um problema que afeta muitos jovens no mundo: a anorexia. Sem perspectivas de se livrar da doença e ter uma vida feliz e saudável, a moça passa os dias sem esperança. Porém, quando ela encontra um médico (Keanu Reeves) não convencional que a desafia a enfrentar sua condição e abraçar a vida, tudo pode mudar.

Um filme bom, sem nada surpreendente, mas que passa muito bem a mensagem sobre anorexia. O grande destaque vai para a atuação da protagonista, Lily Collins, que entrou no personagem, emagreceu e reviveu os medos e desafios desse distúrbio, que já havia sofrido na adolescência. Mesmo sem muita profundidade, é um tema interessante e necessário, que foi tratado de forma bem realista.

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Sem Spoilers: filmes de junho

O Contador

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Título Original: The Accountant

Gênero: Ação / Suspense / Drama

Direção: Gavin O’Connor

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Ano: 2016

País de Origem: EUA

Sinopse: Desde criança, Christian Wolff (Ben Affleck) sofre com ruídos altos e problemas de sensibilidade, devido ao autismo. Apesar da oferta de ir para uma clínica voltada para crianças especiais, seu pai insiste que ele permaneça morando em casa, de forma a se habituar com o mundo que o rodeia. Ao crescer, Christian se torna um contador extremamente dedicado, graças à facilidade que tem com números, mas antissocial. A partir de um escritório de contabilidade, instalado em uma pequena cidade, ele passa a trabalhar para algumas das mais perigosas organizações criminosas do mundo. Ao ser contratado para vistoriar os livros contábeis da Living Robotics, criada e gerenciada por Lamar Blackburn (John Lithgow), Wolff logo descobre uma fraude de dezenas de milhões de dólares, o que coloca em risco sua vida e da colega de trabalho Dana Cummings (Anna Kendrick).

Surpreendente! Até a metade, é um filme comum, até um pouco cansativo. Depois tem uma sequência acontecimentos que vão te deixando de queixo caído até o final que é, nada menos que UAU! Ótima interpretação de Ben Affleck, de um personagem muito bem construído e cheio de nuances. O roteiro mistura muito bem ação, suspense, espionagem e fala de uma forma interessante sobre o autismo. Muito bom e promete sequência! \o/

A Nona Vida de Louis Drax

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Título Original: The 9th Life Of Louis Drax

Gênero: Suspense / Fantasia

Direção: Alexandre Aja

Ano: 2016

País de Origem: EUA / Canadá / Reino unido

Sinopse: Louis Drax (Aiden Longworth) é um garoto brilhante na escola, mas com sérias dificuldades em fazer amigos. Os colegas o consideram estranho e vários acontecimentos sombrios se passam ao seu redor. Ao completar nove anos, ele cai de um abismo e fica em coma. Seu pai (Aaron Paul) logo é apontado como culpado pelo ocorrido, devido a uma discussão durante um piquenique em família. Cabe ao dr. Allan Pascal (Jamie Dornan) cuidar da recuperação de Louis, por mais que sinta-se cada vez mais atraído pela mãe dele (Sarah Gadon).

Um filme cheio de mistérios e reviravoltas, mas superficial e com atuações médias. A história é boa, instigante, o suspense se sustenta, mas algumas situações são muito fantasiosas. As atuações de Aaron Paul e do menino Aiden dão uma elevada no conceito, mas a adaptação do livro de Liz Jensen acaba sendo cansativa e clichê.

Tallulah

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Título Original: Tallulah

Gênero: Drama

Direção: Sian Heder

Ano: 2016

País de Origem: EUA

Sinopse: Lu (Ellen Page), uma jovem independente, teve o seu dinheiro roubado pelo ex-namorado. Pobre e morando em uma van, ela decide procurar a mãe dele, Margo (Allison Janney), que não a conhece e nega ajudar. Em um hotel buscando por comida, Lu conhece uma mãe descuidada para cuidar da sua filha. Lu decide “resgatar” a criança e levá-la até Margo, dizendo que a bebê é a neta dela.

Uma história sobre relações familiares, recomeços e autoconhecimento. Num primeiro momento, achei cansativa e exagerada a protagonista Lu, mas quando ela encontra a Margo, a trama flui e melhora bastante. Os diálogos são bons, o crescimento das personagens é visível e as lições que ambas passam são tocantes. E tem a ótima participação de David Zayas, o Angel de Dexter! *-*

Um Homem Entre Gigantes

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Título Original: Concussion

Gênero: Drama

Direção: Peter Landesman

Ano: 2016

País de Origem: EUA / Reino Unido / Austrália

Sinopse: Dr. Bennet Omalu (Will Smith), neuropatologista forense, diagnostica um severo trauma cerebral em um jogador de futebol americano e, investigando o assunto, descobre se tratar de um mal comum entre os profissionais do esporte. Determinado a reverter o quadro e expor para o mundo a grave situação, ele trava uma guerra contra a poderosa NFL.

Will Smith representa, com esse personagem, claramente a minoria: negro, estrangeiro e levantando dúvidas contra a “inquestionável” NFL. O tema é muito interessante, as atuações são boas, mas falta profundidade ao roteiro. A pesquisa científica sobre essa nova doença entre os atletas é instigante e queremos fazer onde vai chegar, mas falta emoção. Mas gostei! rs

Sandy Wexler

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Título Original: Sandy Wexler

Gênero: Comédia

Direção: Steven Brill

Ano: 2017

País de Origem: EUA

Sinopse: Los Angeles, 1990. Sandy Wexler (Adam Sandler) é um agente determinado, empenhado e focado na evolução da carreira de seus excêntricos clientes. Sua rotina, no entanto, é abalada quando ele descobre em um parque de diversões a talentosa cantora Courtney Clarke (Jennifer Hudson), por quem acaba se apaixonando.

Não sou de recusar nenhum filme, exceto terror, então parei para assistir Sandy Wexler. O que falar de Adam Sandler, ele é divertido, às vezes mais, outras menos. Nesse filme, produzido pela Netflix, foi de menos. Destaque para a ambientação anos 90,  os depoimentos de grandes nomes da show business, representando a si mesmos, como Judd Apatow, Chris Rock, Jimmy Kimmel, Guy Oseary, Quincy Jones, Conan O’Brien…e os momentos musicais com Jennifer Hudson.

Relacionamento à Francesa

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Título Original: Papa ou Maman

Gênero: Comédia / Drama / Romance

Direção: Martin Bourboulon

Ano: 2016

País de Origem: França

Sinopse: Florence (Marina Foïs) e Vicent Leroy (Laurent Lafitte) são um casal bem-sucedido. Eles têm três filhos e ótimos empregos. Tudo corre bem, até que ambos recebem propostas de promoção. Com a turbulência e o caos da vida em conjunto, eles decidem se separar, mas nenhum deles quer ficar com a guarda dos filhos.

Uma comédia aparentemente boba, mas que com ótimos atores e um clima francês, torna-se interessante e diferente. Marina Foïs, que eu ainda não conhecia, e Laurent Laffite, de Até a Eternidade  e Elle  formam um excelente casal em pé de guerra e em uma situação incomum: se livrar da guarda dos filhos! Tem algumas situações exageradas, mas, no geral, é bem divertido.

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Sem Spoilers: filmes de maio

A Garota no Trem

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Título Original: The Girl on the Train

Gênero: Suspense

Direção: Tate Taylor

Ano: 2016

País de Origem: EUA

Sinopse: Rachel (Emily Blunt), uma alcoólatra desempregada e deprimida, sofre pelo seu divórcio recente. Todas as manhãs ela viaja de trem de Ashbury a Londres, fantasiando sobre a vida de um jovem casal que vigia pela janela. Certo dia ela testemunha uma cena chocante e mais tarde descobre que a mulher está desaparecida. Inquieta, Rachel recorre a polícia e se vê completamente envolvida no mistério.

Baseado no best seller de mesmo nome, A Garota no Trem é instigante e suas personagens femininas muito bem construídas. Com ótimo roteiro e atuações complexas, focando no lado psicológico, ficamos o tempo todo na dúvida do que realmente aconteceu. E o final é surpreendente!  Lembra muito Garota Exemplar – o estilo de narrativa, o clima “frio”, personagens femininas em destaque, reviravoltas – , mas fica abaixo deste.

Cinquenta Tons Mais Escuros

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Título Original: Fifty Shades Darker

Gênero: Romance / Drama

Direção: James Foley

Ano: 2017

País de Origem: EUA

Sinopse: Incomodada com os hábitos e atitudes de Christian Grey (Jamie Dornan), Anastasia (Dakota Johnson) decide terminar o relacionamento e focar no desenvolvimento de sua carreira. Ele, no entanto, não desiste tão fácil e fica sempre ao seu encalço, insistindo que aceita as regras dela. Tal cortejo acaba funcionando e ela reinicia o relacionamento com o jovem milionário, sendo que, aos poucos, passa a compreender melhor os jogos sexuais que ele tanto aprecia.

O segundo filme da trilogia é mais denso e com mais suspense que o anterior. O foco agora são os traumas de Grey e sua “descida do pedestal”, implorando pelo amor de Ana, coisa que ele jamais pensaria fazer antes de se apaixonar por ela. O roteiro foi muito bem adaptado do livro, os protagonistas foram competentes na evolução dos seus personagens e a ótima trilha sonora deu aquele toque especial.

Aliados

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Título Original: Allied

Gênero: Romance / Suspense

Direção: Robert Zemeckis

Ano: 2017

País de Origem: EUA

Sinopse: Em uma missão para eliminar um embaixador nazista em Casablanca, no Marrocos, os espiões Max Vatan (Brad Pitt) e Marianne Beausejour (Marion Cotillard) se apaixonam perdidamente e decidem se casar. Os problemas começam anos depois, com suspeitas sobre uma conexão entre Marianne e os alemães. Intrigado, Max decide investigar o passado da companheira e os dias de felicidade do casal vão por água abaixo.

Um romance de época, em meio à Segunda Guerra, com um casal de protagonistas espiões impecável: Marion Cottilard e Brad Pitt! O roteiro não tem grandes surpresas, mas as atuações e o figurino ganham destaque. O mistério da personagem de Cotillard ser ou não uma informante se sustenta até o surpreendente e emocionante final. Gostei e recomendo!

Silêncio

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Título Original: Silence

Gênero: Drama

Direção: Martin Scorsese

Ano: 2017

País de Origem: EUA

Sinopse: Século XVII. Dois padres jesuítas portugueses, Sebastião Rodrigues (Andrew Garfield) e Francisco Garupe (Adam Driver), viajam até o Japão em uma época onde o catolicismo foi banido. À procura do mentor deles, padre Ferreira (Liam Neeson) os jesuítas enfrentam a violência e perseguição de um governo que deseja expurgar todas as influências externas.

Um bom filme sobre fé, perseverança e perseguição. Um trabalho impactante de Scorsese, com ótimas atuações – destaque para Andrew Garfield, que já havia chamado a minha atenção em Até o Último Homem . Os diálogos levantam diversas questões interessantes sobre religião, mas acaba sendo cansativo e longo demais.

A Vida Secreta das Abelhas

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Título Original: The Secret Life Of Bees

Gênero: Drama / Comédia

Direção: Gina Prince-Bythewood

Ano: 2009

País de Origem: EUA

Sinopse: Carolina do Sul, 1964. Lily Owens (Dakota Fanning) é uma garota de 14 anos atormentada pelas poucas lembranças que tem da mãe falecida em um trágico acidente causado por ela. Decidida a fugir da solidão e do relacionamento complicado com o pai, T. Ray (Paul Bettany), Lily foge de casa com sua empregada Rosaleen (Jennifer Hudson) e segue a única pista que pode levar ao passado de sua mãe numa pequena cidade do interior. Lá ela conhece August (Queen Latifah), a mais velha das irmãs Boatwright, dona de um tradicional apiário da cidade e que também conhece alguns segredos do passado de sua mãe.

A verdade é só metade do caminho. O que importa é o que você vai fazer com ela“.

Adoro a Dakota Fanning, desde Uma Lição De Amor , quando ela fez um papel brilhante com apenas 7 anos de idade. Em A Vida Secreta das Abelhas ela interpreta uma adolescente com uma carga dramática muito forte e passa uma veracidade incrível! Um filme leve, sobre temas pesados como violência doméstica, racismo e rejeição familiar. Lindo e emocionante. Adorei!

A Cabana

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Título Original: The Shack

Gênero: Drama

Direção: Stuart Hazeldine

Ano: 2017

País de Origem: EUA

Sinopse: Um homem vive atormentado após perder a sua filha mais nova, cujo corpo nunca foi encontrado, mas sinais de que ela teria sido violentada e assassinada são encontrados em uma cabana nas montanhas. Anos depois da tragédia, ele recebe um chamado misterioso para retornar a esse local, onde ele vai receber uma lição de vida.

Prepare-se para chorar. Muito!!! Baseado no best seller homônimo, de William P. Young, o filme foi muito bem adaptado e é fiel ao livro. A história te faz refletir sobre muitas coisas, mas principalmente sobre o perdão. De forma lúdica, a trama vai se desenrolando e te envolvendo a ponto de você não saber se tudo aquilo é real ou só imaginação do protagonista. E a resposta depende da interpretação de cada um. Algumas cenas foram um pouco exageradas e, o principal ponto negativo pra mim, foi a escolha do ator, o inexpressivo Sam Worthington. Mas Octavia Spencer toma conta da maioria das cenas e dá um show!

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Sem Spoilers: filmes de abril

Pulp Fiction – Tempo de Violência

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Título Original: Pulp Fiction

Gênero: Policial / Suspense

Direção: Quentin Tarantino

Ano: 1994

País de Origem: EUA

Sinopse: Vincent Vega (John Travolta) e Jules Winnfield (Samuel L. Jackson) são dois assassinos profissionais que trabalham fazendo cobranças para Marsellus Wallace (Ving Rhames), um poderosos gângster. Vega é forçado a sair com a garota do chefe, temendo passar dos limites; enquanto isso, o pugilista Butch Coolidge (Bruce Willis) se mete em apuros por ganhar luta que deveria perder.

Um clássico de um diretor que virou gênero e que popularizou o modo não-linear de contar uma história, de forma atrativa e com o toque especial de violência sarcástica tão característica dele. Tramas independentes que se ligam de um jeito único, com uma trilha sonora em sintonia para cada momento e recheado de cenas que marcaram o cinema e são referência até hoje. Sem querer ser clichê, até porque demorei muuuuito tempo pra vê-lo, mas, sim, é um filme necessário.

Zodíaco

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Título Original: Zodiac

Gênero: Suspense

Direção: David Fincher

Ano: 2007

País de Origem: EUA

Sinopse: 1º de agosto de 1969. Três cartas diferentes chegam aos jornais San Francisco Chronicle, San Francisco Examiner e Vallejo Times-Herald, enviadas pelo mesmo remetente. A carta enviada ao Chronicle trazia a confissão de um assassino e as três juntas formavam um código que supostamente revelaria a identidade do criminoso. O assassino exigia que as cartas fossem publicadas, caso contrário mais pessoas morreriam. Um casal de Salinas consegue decodificar a mensagem, mas é Robert Graysmith (Jake Gyllenhaal), um tímido cartunista, quem descobre sua intenção oculta: uma referência ao filme “Zaroff, o Caçador de Vidas” (1932). Os assassinatos e as cartas se sucedem, provocando pânico na população de San Francisco.

Mais um filme que estava na minha lista há tempos e ficou abaixo das expectativas. Baseado na história real de um serial killer, a história vai mostrando toda a investigação para descobrir quem estava por trás dessas mortes em San Francisco. O elenco é ótimo, personagens super estruturados, mas acaba sendo longo e arrastado. Vai ver eu não estava no clima, pois só li críticas favoráveis e a fama do diretor é excelente, com os ótimos “Garota Exemplar”, “Millennium: Os Homens Que Não Amavam as Mulheres”, “O Curioso Caso de Benjamin Button”, “O Quarto do Pânico” e por aí vai!

Atirador

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Título Original: Shooter

Gênero: Ação

Direção: Antoine Fuqua

Ano: 2007

País de Origem: EUA

Sinopse: Bob Lee Swagger (Mark Wahlberg) é um ex-atirador de elite dos Marines, que se afastou do trabalho após uma traição. Isolado em um refúgio remoto nas montanhas, Bob é encontrado pelo coronel aposentado Isaac Johnson (Danny Glover). Johnson lhe diz que o país precisa de sua ajuda, já que a vida do presidente está em risco e apenas suas habilidades em tiro de longa distância podem impedir que esta ameaça se concretize. Inicialmente relutante, Bob aceita o trabalho. Porém logo ele descobre que tudo é na verdade uma armação patrocinada por Johnson.

Cheio de clichês, mas é um bom filme de ação, que prende do início ao fim e com uma ótima atuação de Mark Wahlberg. Não é imprescindível, mas vale o entretenimento.

A Cor de um Crime

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Título Original: Freedomland

Gênero: Policial / Drama

Direção: Joe Roth

Ano: 2006

País de Origem: EUA

Sinopse: Durante a madrugada, em um subúrbio de classe média de Nova Jersey, uma mulher ensanguentada aparece muda e estupefata no Centro Médico de Dempsy. Ela é Brenda Martin (Julianne Moore), que, após ser tratada contra choque e histeria, conta ao detetive Lorenzo Council (Samuel L. Jackson) o que lhe aconteceu. Brenda diz que foi levada de carro para uma pista isolada em uma área não-construída, que divide os conjuntos habitacionais de Dempsy. Inicialmente ela diz que foi obrigada a sair do carro por um homem negro, o que não convence o detetive. Ele pressiona Brenda e, após horas de interrogatório, ela diz que Cody (Marlon Sherman), seu filho de 4 anos, estava no banco traseiro do carro. Motivados pela ativista Karen Collucci (Edie Falco), integrantes das comunidades de Dempsy e de Gannon se unem para procurar Cody, que está desaparecido. Porém as investigações em torno deste suposto sequestro fazem com que surjam tensões raciais entre integrantes das comunidades.

Um suspense muito bem arquitetado e cheio de reviravoltas, um pouco confusas, por vezes, mas que não deixam a trama decair, principalmente pelas ótimas atuações de Julianne Moore e Samuel L. Jackson. Denso e impactante, o filme tem o foco no racismo e na história contada por uma mãe desesperada, que te deixa com a pulga atrás da orelha: será que é verdade?

Ferrugem e Osso

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Título Original: De rouille et d’os

Gênero: Drama

Direção: Jacques Audiard

Ano: 2013

País de Origem: França / Bélgica

Sinopse: Alain (Matthias Schoenaerts) está desempregado e vive com o filho, de apenas cinco anos. Ele parte para a casa da irmã em busca de ajuda e logo consegue um emprego como segurança de boate. Um dia, ao apartar uma confusão, ele conhece Stéphanie (Marion Cotillard), uma bela treinadora de orcas. Alain a leva em casa e deixa seu cartão com ela, caso precise de algum serviço. O que eles não esperavam era que, pouco tempo depois, Stéphanie sofreria um grave acidente que mudaria sua vida para sempre.

Como recomeçar, depois que perdemos o chão? Ótimo drama francês sobre amor e dor, sem apelar. Cenas realistas, duras e nada romanceadas mexem com o nosso interior de forma diferente. Atuações incríveis de Marion Cotillard, como sempre, e Matthias Schoenaerts, que formam uma dupla problemática, mas com uma força verdadeira para enfrentar as adversidades. Destaque também para a fotografia solar e natural deslumbrante.carolwerner3

Sem Spoilers: filmes de dezembro

Freud

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Título Original: Tutta Colpa di Freud

Gênero: Comédia

Direção: Paolo Genovese

Ano: 2014

País de Origem: Itália

Sinopse: O protagonista é um psicanalista (Marco Giallini), pai de três filhas em crise: uma lésbica frustrada tentando se tornar heterossexual (Anna Foglietta), uma jovem de dezoito anos de idade com um homem maduro (Laura Adriani), uma bibliotecária atraído por um ladrão de livros (Vittoria Puccini). Todos os três acabam no escritório do pai para falar sobre seus problemas.

Uma comédia leve e divertida que toca em pontos importantes dos relacionamentos amorosos e familiares, com ironia, veracidade e bom humor. Do mesmo diretor de Perfetti Sconosciuti e com alguns mesmos atores, a história flui e encaixa muito bem os personagens, com diálogos certeiros e boas surpresas.

Sete Homens e Um Destino

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Título Original: The Magnificent Seven

Gênero: Faroeste / Ação / Aventura

Direção: Antoine Fuqua

Ano: 2016

País de Origem: EUA

Sinopse: Refilmagem do clássico faroeste Sete Homens e um Destino (1960), que por sua vez é um remake de Os Sete Samurais, de Akira Kurosawa. Os habitantes de um pequeno vilarejo sofrem com os constantes ataques de um bando de pistoleiros. Revoltada com os saques, Emma Cullen (Haley Bennett) deseja justiça e pede auxílio ao pistoleiro Sam Chisolm (Denzel Washington), que reúne um grupo especialistas para contra-atacar os bandidos.

Faroeste mais do mesmo! Ok, é um remake, mas esperava mais de um filme com Denzel Washington. A trama é superficial e não trouxe novidades. Bang, bang pra cá e pra lá que não contribui em nada no andamento da história e acaba ficando cansativo.

Uma Nova Chance Para Amar

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Título Original: The Face Of Love

Gênero: Drama / Romance

Direção: Arie Posin

Ano: 2014

País de Origem: EUA

Sinopse: Após o marido morrer afogado em uma praia mexicana, Nikki (Annette Bening) fica devastada. Cinco anos depois, ela ainda sente falta do marido, por mais que tenha seguido adiante em uma carreira de sucesso como decoradora de imóveis que estão prestes a serem vendidos. Um dia, ela encontra por acaso um homem parecidíssimo com seu grande amor: Tom (Ed Harris). Impressionada com a semelhança, Nikki resolve segui-lo e descobre que ele é professor de artes. Logo ela o contrata para que lhe dê aulas particulares de pintura, de forma que esteja sempre por perto. Não demora muito para que eles engatem um romance, por mais que a imagem do finado esteja sempre estampada no rosto de Tom.

Um romance maduro, bem clichê, mas com sentimento e fortes emoções. Imagina encontrar alguém que é a cara de alguém que já se foi? Coincidência, destino, loucura…seja o que for, você vai querer se aproximar, saber mais, reviver! Ótimas interpretações da dupla Annete Bening e Ed Harris e aquela pontinha de saudade ao ver Robin Williams em um dos seus últimos papéis.

O Maior Amor do Mundo

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Título Original: Mother’s Day

Gênero: Comédia / Romance

Direção: Garry Marshall

Ano: 2016

País de Origem: EUA

Sinopse: Nesta comédia romântica, várias histórias associadas à maternidade se cruzam: Sandy (Jennifer Aniston) é uma mãe solteira com dois filhos, Bradley (Jason Sudeikis) é um pai solteiro com uma filha adolescente, Jesse (Kate Hudson) tem uma história complicada com a sua mãe, Kristin (Britt Robertson) nunca conheceu a sua mãe biológica e Miranda (Julia Roberts) é uma escritora de sucesso que abre mão de ter filhos para se dedicar à carreira.

Depois do dia dos namorados (Valentine’s Day / Idas e Vindas do Amor) e do réveillon (New Year’s Eve / Noite de Ano Novo), Garry Marshal conta novas histórias cruzadas em uma data comemorativa: o dia das mães. É clichê, tem umas besteiras, mas é leve e muito divertido. Não tem como não rir com Jennifer Aniston e Kate Hudson! Curti, ri muito e tem as famosas cenas finais de making off! 😉

O Que os Homens Falam

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Título Original: Una Pistola En Cada Mano

Gênero: Comédia / Drama

Direção: Cesc Gay

Ano: 2014

País de Origem: Espanha

Sinopse: Oito homens enfrentam a crise de meia-idade neste filme de episódios. E. (Eduardo Fernandez), que perde tudo o que tem e volta a morar na casa da mãe, se encontra casualmente com um amigo de longa data, J. (Eduardo Sbaraglia), que conquista tudo o que deseja, mas fica deprimido. S. (Javier Camara) tenta retomar o casamento dois anos após o divórcio. G. (Ricardo Darín) confessa a L. (Luis Tosar) que desconfia que sua esposa o trai. P. (Eduardo Noriega) tenta seduzir uma colega de trabalho. Já A. (Alberto San Juan) e M. (Jordi Mollà) têm seus segredos íntimos revelados.

Pode parecer banal no começo, mas logo as histórias ganham forma e um ótimo tom de humor e veracidade sobre o que os homens geralmente não falam (ou falam entre si, não sei! rs). Todo e elenco masculino se destaca, apesar de Ricardo Darín e Javier Cámera serem os mais conhecidos. Um ótimo retrato do universo masculino, tão pouco explorado no cinema.

O Poder e a Lei

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Título Original: The Lincoln Lawyer

Gênero: Suspense / Drama

Direção: Brad Furman

Ano: 2011

País de Origem: EUA

Sinopse: Mick Haller (Matthew McConaughey) é um advogado diferente, a começar pelo seu local de trabalho devidamente instalado no banco de trás de seu carro, um automóvel modelo Lincoln. Separado da competente promotora Maggie (Marisa Tomei), ambos possuem uma filha e tudo corria bem com ele defendendo pequenos conflitos, mas um dia um caso importante caiu em suas mãos e ele estava disposto a provar a inocência do réu, um jovem milionário (Ryan Phillippe) acusado de assassinato. Só que ele não imaginava seu cliente escondendo a verdade, o que pode tornar todo o processo numa causa perdida.

Matthew McConaughey está ótimo nessa trama cheia de suspense e reviravoltas. Um ótimo filme de tribunal que te prende do começo ao fim e de te deixa sempre em dúvida quanto à inocência do acusado.

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Sem Spoilers: filmes de novembro

Jogo do Dinheiro

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Título Original: Money Monster

Gênero: Suspense

Direção: Jodie Foster

Ano: 2016

País de Origem: EUA

Sinopse: Lee Gates (George Clooney) é o apresentador do programa de TV “Money Monster”, onde dá dicas sobre o mercado financeiro mesclando com performances típicas de um popstar. Um dia, um desconhecido (Jack O’Connell) invade o programa exatamente quando ele está sendo gravado e, com um revólver, obriga Lee a vestir um colete repleto de explosivos. Patty Fenn (Julia Roberts), a produtora do programa, imediatamente ordena que o mesmo saia do ar, mas o invasor exige que ele permaneça ao vivo, caso contrário matará Lee. Assim acontece e, a partir de então, tem início uma investigação incessante para descobrir quem é o sequestrador e algum meio de salvar todos os que permanecem no estúdio. Paralelamente, a audiência do programa sobe sem parar e todos passam a acompanhar o que acontecerá com o apresentador.

Investimentos, bolsa de valores, ações… não são meus temas preferidos, mas Jogo do Dinheiro consegue envolver, principalmente pelas boas atuações do elenco. A trama faz uma eficaz  crítica ao capitalismo e ao sensacionalismo da tv, mas eu esperava mais de um filme dirigido por Jodie Foster e protagonizado por George Clooney e Julia Roberts.

Filho de Saul

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Título Original: Saul Fia

Gênero: Guerra / Drama / Suspense

Direção: László Nemes

Ano: 2016

País de Origem: Hungria

Sinopse: 1944, campo de concentração de Auschwitz, durante a Segunda Guerra Mundial. Saul (Géza Röhrig) é um judeu obrigado a trabalhar para os nazistas, sendo um dos responsáveis em limpar as câmaras de gás após dezenas de outros judeus serem mortos. Em meio à tensão do momento e às dificuldades inerentes desta tarefa, ele tenta salvar o corpo de um menino.

Filme húngaro vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro deste ano, Filho de Saul choca. Pelas imagens da barbárie do holocausto, mesmo que desfocadas e pela intensa atuação do protagonista, que precisa agir mecanicamente e sem reação ou expressão diante dos horrores da guerra. É um filme bem difícil de lidar e também cansativo, pois a câmera acompanha sempre o protagonista, como se fôssemos os olhos dele, então é instável demais. A motivação de Saul ao encontrar o menino, fazendo de tudo para dar a ele um enterro digno é muito boa, mas o desfecho não leva a lugar algum. Não assisti todos os concorrentes ao Oscar nesta categoria, mas Mustang era o meu preferido.

Capitão Fantástico

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Título Original: Captain Fantastic

Gênero: Comédia / Drama

Direção: Matt Ross

Ano: 2016

País de Origem: EUA

Sinopse: Ben é o pai de seis crianças pequenas, que decide fugir da civilização e criar os filhos nas florestas selvagens do Pacífico Norte. Ele passa os seus dias dando lições às crianças, ensinando-os a praticar esportes e a combater inimigos. Um dia, no entanto, Ben é forçado a deixar o local e retornar à vida na cidade. Começa o aprendizado do pai, que deve se acostumar à vida moderna.

Capitão Fantástico é fantástico! *-* Um road movie indie que te pega de jeito e te faz refletir por dias pela mensagem profunda e inteligente que passa. Fotografia lindíssima, figurinos excêntricos e diálogos cativantes que te fazem se apaixonar por essa família incomum. E tem uma cena musical encantadoramente emocionante, que vai ser difícil de ser superada por algum outro filme esse ano. (#vamosacompanhar) Uma história diferente que toca não pela impossibilidade do modo de viver daquela família “fantástica”, mas porque nos mostra que a maneira que vivemos já cansou e que, não precisamos ser radicais, mas encontrar um adequado meio termo. Recomendadíssimo e necessário.  ❤

Suíte Francesa

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Título Original: Suite Française

Gênero: Drama / Guerra / Romance

Direção: Saul Dibb

Ano: 2016

País de Origem: Reino Unido, França, Bélgica, Canadá

Sinopse: Durante a Segunda Guerra Mundial, na França, Lucile Angellier (Michelle Williams) passa os dias junto de sua sogra (Kristin Scott Thomas) esperando pelo retorno do marido, um prisioneiro de guerra. Enquanto alguns combatentes franceses retornam para a casa, o pequeno vilarejo onde Lucile mora começa a ser invadido por soldados alemães, incluindo o refinado Bruno von Falk (Matthias Schoenaearts). Apesar de resistir aos flertes do soldado, Lucile acaba cedendo e inicia uma relação amorosa com ele.

Inspirado em manuscritos de Irène Némirovsky, possivelmente baseados em fatos que presenciou no campo de concentração e, aproximadamente 60 anos depois achados pela filha que lançou o livro homônimo, Suíte Francesa retrata a guerra de um ponto de vista diferente. Em meio a invasões, angústias e medos, o amor pode acontecer! A ambientação nos anos 40 é ótima e as atuações contidas, como pedem os personagens, mas impecáveis. Um filme cheio de dilemas e emoções verdadeiras, só senti falta do idioma francês. Gostei!

Desconhecido

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Título Original: Unknown

Gênero: Suspense / Ação

Direção: Jaume Collet-Serra

Ano: 2011

País de Origem: Reino Unido, Alemanha, França, Canadá, EUA, Japão

Sinopse: Martin Harris (Liam Neeson) acabou de sair de um coma de quatro dias, fruto de um acidente de carro em Berlim.  Ao acordar, descobre que sua esposa (January Jones) não o reconhece e, para piorar, existe um outro homem (Aidan Quinn) usando sua identidade. Ignorado pelas autoridades e na mira de assassinos, sua única chance de desvendar este mistério é contar com Gina (Diane Kruger), uma motorista de táxi que poderá ajudá-lo a provar que ele não está louco.

Um dos meus filmes de ação com o Liam Neeson preferidos! A história é ótima, tem um suspense na medida e te deixa instigado pelo desfecho, sempre em dúvida sobre quem realmente é Martin Harris. Tem clichê de ação típica de Hollywood, claro, mas convence e tem boas surpresas.

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