Martha Sachser: a brasileira que ganha a vida fotografando em NY

Já pensou ir para Nova York e voltar para casa com recordações lindíssimas e fotos incríveis? A blogueira e fotógrafa Martha Sachser ajuda muitos turistas a tornar essa viagem dos sonhos ainda mais memorável. 

Depois de trocar o Brasil por Nova York em 2010, a jovem mineira descobriu no hobby de fotógrafa sua profissão. Hoje ela ganha a vida em terras americanas clicando turistas brasileiros que desejam registrar a viagem de forma especial. Entre seus clientes, muitos fazem parte do nicho chamado de web-celebrities, como Taciele Alcolea, Bruna Vieira, Jade Seba e outros.

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Fotos: Martha Sachser

Morando em Nova York há quase dez anos, Martha trocou a vida em um escritório pela liberdade de trabalhar nos muitos pontos turísticos da cidade, como o Central Park, um dos passeios preferidos dos turistas que visitam a Big Apple. Para ficar ainda mais encantado e com muita vontade, confira alguns ensaios no site Martha Sachser Photography.

A sessão de fotografias dura em média duas horas. Nesse tempo, clientes e fotógrafa fazem um passeio pelos cartões-postais escolhidos para o ensaio e registram tudo em fotos que levarão de volta para casa em formato digital.

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Entre os cliques dos ensaios e as edições, Martha se dedica a viajar o mundo. Recentemente, concluiu a visita pelos 50 estados americanos antes dos 30 anos, um dos muitos projetos pessoais da fotógrafa que pretende ainda escrever um livro sobre a experiência e sobre a diversidade dos Estados Unidos.

A mineira também dedica seu tempo ao blog NY & About, um site referência para brasileiros que visitam a cidade, apaixonados pela Big Apple e para quem sonha em morar nos EUA um dia. Em 2016 ela lançou um guia de Nova York em formato e-book. Eu contei um pouquinho mais sobre o guia aqui no blog.

Para acompanhar as dicas e aventuras dela pelos Estados Unidos e se encantar com as fotos que ela faz por lá, confira seu Instagram e seu canal no Youtube!

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Guia NY & About: um roteiro pronto para se apaixonar por Nova York

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Quando fui morar em Nova York, em 2015, vivia acessando o blog NY & About, da Martha Sachser, para pegar dicas diferentes do que fazer pela cidade, lugares para conhecer, gordices para experimentar…Já contei aqui que muitos lugares legais que conheci não estavam previamente no meu roteiro e foram incorporados graças às dicas do blog dela.

Ano passado, a Martha resolveu facilitar a vida de quem vai turistar pela Big Apple reunindo várias das suas melhores dicas em um roteiro pronto de até 9 dias por Nova York. São cerca de 100 páginas com sugestões de restaurantes, lojas, atrações turísticas, além de várias dicas úteis como, por exemplo, transporte pela cidade, temperatura em cada estação. O guia é recheado de fotos lindíssimas que vão te deixar ainda mais a fim de visitar cada cantinho escolhido e sugerido pela autora.

Uma coisa muito legal é que os roteiros estão organizados de um jeito todo especial para facilitar a visitação a atrações que são próximas umas das outras ajudando os turistas a aproveitarem o período que estiverem na cidade de maneira mais eficiente, sem perder tempo. (Sabe aquela coisa de “não sabia que x era perto de y!” e parecer uma pomba perdida? Quem nunca?!)

O livro está disponível na versão PDF e é super prático, pois dá para carregar no celular, tablet, etc, facilitando o acesso às informações que estão sempre à mão.

O guia custa 7 dólares e está à venda aqui.

A Martha mora em NY desde 2010 onde trabalha como fotógrafa e se dedica ao blog e ao canal no Youtube onde mostra muito sobre sua vida por lá e dá várias outras dicas legais para quem está indo para a cidade.

Coney Island: o parque de diversões de NY

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A península de Coney Island é praticamente um parque de diversões em plena Nova York. Ela fica no Brooklyn, mas quando você chega lá (depois de quase 1h de metrô saindo de Manhattan), você esquece que está em NY. Parece outro lugar completamente diferente.

As duas grandes atrações da região são o Luna Park e o Aquário de Nova York. Infelizmente quando eu e minhas amigas fomos o Luna Park já estava fechado (o parque de diversões fica aberto de março a outubro e fecha de novembro a fevereiro – eu fui em novembro #fail). Ainda assim, tive um dos dias mais divertidos da minha viagem (eu falo isso sobre todos os dias em que estive lá ¬¬). Fiquei parecendo criança feliz quando voltei pra casa.

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Depois de ver o Luna Park “por detrás das grades”, demos uma pisadinha na areia da praia de Coney Island que estava praticamente vazia considerando que fazia 5 graus no dia =D (mesmo assim, tinha uns tiozinhos correndo de short e sem camisa #coragem! E eu lá, com cinco blusas…). Mesmo com muito frio, o lugar é lindo e vale a pena sentar na areia e curtir um pouquinho daquela vista maravilhosa (eu disse, nem parece que estamos na concrete jungle).

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Em seguida, fomos ao Aquário. Momento criança feliz! Depois de visitar os animais em exposição, que não são muuuitos, mas são as coisas mais fofas, conseguimos assistir o show do leão marinho que é a coisa mais divertida! E por fim ainda fomos no cinema 4D assistir um filminho de Bob Esponja. (O ingresso para o Aquário custa US$11,95 e dá direito a todas atrações.)

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Depois, passeamos um pouco pelo boardwalk (me senti na Califórnia!) e fomos comer no Nathan’s Famous, que tem o cachorro quente mais famoso e tradicional de NY – e é mesmo uma delícia! Vale muito experimentar. (Cerca de US$12 lanche, batata e bebida.)

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Mais informações sobre Coney Island.

Cultura, gastronomia e mais em NY: como e onde se informar?

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É claro que todo mundo sabe que Nova York tem centenas de milhares de bilhares de atrações culturais e gastronômicas para todos os gostos possíveis, imagináveis e inimagináveis também. Shows, teatro, museus, restaurantes, etc, etc, etc. É tanta coisa que a gente acaba perdido sobre como e onde se informar sobre essas opções a fim de selecionar aquelas que têm mais a ver com nossos gostos, que batem com a data da nossa viagem e que cabem no nosso orçamento.

Os tradicionais guias turísticos sobre a cidade, aqueles que todo mundo consulta antes de sair de casa, já dão mil dicas para quem vai desembarcar na Big Apple. Mas tem muito mais que não cabe nas páginas desses guias e é ai que entram os sites que muitos nova-iorquinos consultam para se programar no dia a dia.

Logo nos meus primeiros dias de aula, um dos professores (também conhecido informalmente como guia e orientador cultural da escola) passou uma lista de sites, revistas e perfis no Twitter que eu TINHA que seguir para não perder nada. Como não confiar numa pessoa que no primeiro dia de aula já me “mandou” para um bate-papo gratuito (com direito a foto no final) com Ben McKenzie (de Gotham e The O.C.) e que indicava os melhores lugares de NY para comer qualquer coisa que fosse???

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Então eu resolvi fazer uma lista com algumas dicas dos lugares onde eu buscava essas informações. Espero que ajude vocês a não perder nada!

Time Out: O Time Out é o site de uma revista homônima distribuída gratuitamente toda quarta-feira nos metrôs de NY. Suas páginas (impressas e online) trazem milhares de dicas culturais e gastronômicas de todos os tipos. Foi um dos meus meios de informação favorito para me programar semanalmente. Além de ter bastante conteúdo, é bem organizado quanto a datas e valores das atrações.

TimeOut

Gothamist: Também na lista de sites que trazem “de tudo” que rola em NY.

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New York CityO perfil faz um apanhado de tudo que está rolando na cidade de interessante, alertando sobre exposições que estão encerrando, eventos que estão no começo, etc.

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Everything NYC: O perfil traz dicas mais gerais sobre o que fazer na cidade, o que não perder, guias de onde encontrar um determinado tipo de comida, por exemplo, entre outras coisas bacanas.

EverythingNYC

NewYork.com: O site faz vááárias listas sobre inúmeros assuntos. É super legal dar uma pesquisada mais geral e fazer consultas específicas sobre algo que você esteja procurando.

NY

Thrillist: Outro perfil cheio de listas com inúmeras dicas de lugares legais e coisas bacanas e imperdíveis na cidade.

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Times TalksFamosos e personalidades de diferentes áreas batem papo com os jornalistas do New York Times. Eventos normalmente gratuitos.

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92nd Street Y: É um centro cultural localizado no endereço que dá nome ao espaço. Eles também promovem bate-papos com diferentes personalidades dos mais variados setores como artes, educação, saúde, etc. Geralmente são pagos. Os valores variam muito de acordo com a “celebridade” presente.

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Apple SoHo: A Apple também promove bate-papos com personalidades de diferentes áreas. Normalmente quando rola algum grande lançamento de séries e filmes, atores e diretores vão até lá conversar com o público. A maioria acontece na loja do SoHo. Os encontros são gratuitos.

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Barnes & NoblePara os amantes de literatura, a Barnes & Noble tem vários encontros gratuitos acontecendo semanalmente. E como tem muito ator famosos se aventurando pela escrita, há encontros com vários famosos das telonas.

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My Free Concert NYC: Como já diz o nome, a página anuncia todos os shows gratuitos que rolam na cidade. Tem para todos os gostos.

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On Location Vacation: O site traz um calendário com a gravação de séries e filmes pela cidade (há também de outras cidades nos Estados Unidos). Eles fornecem a data, o horário, o local da gravação, o nome do “programa” que está sendo gravado e qual famoso deve estar presente no local.

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Dica bônus (hehe)! O site NY & About foi meu companheiro fiel durante toda a viagem. Tem muita dica legal de eventos que acontecem na cidade, lugares imperdíveis para visitar e muuuuuita gostosura gastronômica que você não vai querer deixar de experimentar.

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Nova York vista do alto: observatórios

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Das infinitas coisas incríveis que Nova York tem, uma das que mais me fascina é a vista do alto. Todo mundo já se apaixonou por essa clássica foto do sky line da cidade vista de um de seus observatórios. A dúvida que fica para muitos turistas é qual deles visitar: o clássico Empire State Building, o charmoso Top of the Rock ou o mais recente símbolo da história de NY, o One World Observatory?

One World Observatory

O One World Observatory foi o primeiro que visitei. Localizado na área histórica onde ficavam as famosas Torres Gêmeas, a ida ao prédio é, antes de mais nada, uma revisitação à tragédia que marcou a vida dos norte-americanos. Inúmeros telões nos corredores de entrada mostram vídeos e fotos com a história daqueles prédios, desde sua construção até os atentados e a reconstrução daquela região que se tornou um marco dos EUA. Após pegar o elevador, que é uma experiência a parte, em menos de um minuto chega-se ao 102º andar. Um dos momentos mais mágicos é quando, após assistir a um vídeo, as paredes “sobem” e os visitantes são presenteados com a primeira vista dos arranha-céus de NY. Em seguida, somos direcionados ao saguão. Os visitantes podem circular por três andares: 102, 101 e 100. No 100º, o tempo de permanência é livre e temos uma vista 360º de Nova York. O diferencial do One World Observatory é que aqui ficamos atrás das janelas de vidro enquanto que nos outros dois (Empire e Top of the Rock) há decks a céu aberto. A vista é magnífica e estar em um lugar tão cheio de história dá um toque a mais à visita.

Ingressos US$32. Diariamente das 9am às 8pm. No verão das 9am às 00am. Mais informações https://oneworldobservatory.com

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Top of the Rock

Muitos turistas ficam na dúvida entre Top of the Rock e Empire State Building. Visitar o clássico ou ver o clássico como parte da vista de NY? É por isso que muita gente acaba visitando o Top of the Rock, que por fora é mais “comum”, mas por dentro permite uma vista privilegiada do Empire (e do Central Park).  O deck observatório fica no 70º andar e não tem grades, vidros, absolutamente nada interferindo na vista. Quando você compra o ingresso, é preciso escolher o horário da visita, mas depois que você está lá dentro, o tempo de permanência é livre. Uma dica para a visita nesses observatórios é ir mais próximo ao final do dia, assim você pode aproveitar a vista da cidade de dia, ver o pôr do sol mais lindo do mundo! e ainda conferir a vista noturna de NY. É mágico presenciar essa “transformação”. Parecia que eu tava dentro de um cartão postal (rsrs).

Ingressos US$32 (existem vários combos com preços em conta, vale a pena conferir antes de comprar o ingresso). Diariamente das 8am às 00am. https://www.topoftherocknyc.com

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Empire State

Eu quase não subi no Empire State pensando que seria mais do mesmo. No entanto, em NY toda experiência é única e extremamente especial. Optei mais uma vez pelo fim do dia (o tempo de permanência também é livre, mas tem hora certa para subir). E apesar do frio (quando fui já era inverno e o lugar é todo aberto, embora tenha também um espaço cercado por vidros), eu não queria mais ir embora dali. Existe a opção de ir ao 102º andar ou ao mais frequentado, o deck do 86º. Apesar das grades que cercam todo o observatório (e de já ter visitado outros dois lugares semelhantes), a vista é de tirar o fôlego, sem contar que você está NO Empire State!

Ingressos US$32. Diariamente das 8am às 2am. http://www.esbnyc.com/

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Jon Bon Jovi Soul Kitchen: conhecendo o restaurante do Jon Bon Jovi em Nova Jersey

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O Jon Bon Jovi Soul Kitchen (restaurante comunitário do cantor Jon Bon Jovi) fica em Red Bank, Nova Jersey, a praticamente uma hora de trem a partir da Penn Station, em Nova York. A passagem de ida e volta custa US$32 (você compra na hora). O trem faz paradas em várias cidades até chegar em Red Bank (praticamente um metrô em linha local) e a estação da cidade é a exato um quarteirão do restaurante. Ou seja, super fácil chegar até lá!

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Os horários de atendimento do restaurante são bem específicos (quarta, quinta, sexta e sábado das 17 às 19 horas e domingo das 11:30 às 14h). Em algumas datas, eles não funcionam. Então é sempre bom estar atento ao site oficial.

O JBJ Soul Kitchen é um restaurante comunitário, que funciona com base em serviço voluntário e oferece alimentação para todo mundo, possa o cliente pagar ou não. Alguns dos alimentos são plantados em uma horta que fica na frente do restaurante. Outros são doados ao restaurante. E todas as pessoas, pagantes ou não, são servidas de entrada, prato principal e sobremesa. E a comida é muito boa! (Até eu que não gosto de sopa fiquei com gostinho de quero mais depois do prato de entrada.)

Quando fui conhecer o restaurante, as opções de entrada eram salada ou sopa, com acompanhamento de pão e manteiga, e para o prato principal eu pude escolher entre carne ou peixe (mais o acompanhamento do dia). Para beber, água a vontade. Por fim, de sobremesa, serviram um bolo de red velvet com peanut butter com café ou chá gelado.

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Na hora de pagar, os garçons voluntários – que são extremamente simpáticos e você percebe que estão ali com todo prazer do mundo (além da paciência deles com os fãs de Bon Jovi como eu e minha amiga que quisemos tirar foto de cada detalhezinho do restaurante) – te orientam do seguinte: se você não puder pagar, ok (ninguém vai te olhar de cara feia quando você levantar e sair). Se você puder pagar, US$10 é o suficiente para cobrir os gastos de TUDO o que você comeu e bebeu. Se você quiser dar mais do que US$10, eles chamam isso de doação e a quantia a mais que você der será destinada a cobrir os custos do prato de outra pessoa que comeu o mesmo que você, mas não tinha condições de pagar.

O bacana disso tudo é que tive a oportunidade de ver que esse “sistema” de fato funciona. Várias mesas ao meu redor estavam ocupadas por pessoas que não pagaram, simplesmente comeram e foram embora. O serviço, a comida, tudo o que é oferecido a eles é exatamente o mesmo que é oferecido a alguém que possa pagar, US$10 ou US$100.

Além disso, o restaurante “rende” com a venda de merchandising. Eles têm camisetas (US$25) e canecas (US$10) com a “marca” do restaurante.

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Para os fãs da banda Bon Jovi, a visita é indispensável. Para os turistas que estiverem procurando uma opção diferente de restaurante, com comida boa, preço acessível, embalada em um passeio, a dica é mais do que válida.

Parques de Nova York

Todo mundo sabe que Nova York é uma selva de pedra. Mas uma coisa que sempre me fascinou por lá é que, mesmo com arranha-céus de tirarem o fôlego e um skyline maravilhoso, a Big Apple tem também centenas de parques espalhados por todas as regiões. Esse mix de cidade com tantas áreas verdes (dependendo da época do ano, claro) é uma das coisas que mais me encantam. Porque num minuto você está andando por aquele aglomerado de prédios, lojas, bares e restaurantes, mas basta você querer se refugiar em algum lugar mais “relax” e então você está em algum dos seus muitos parques, sentada em um banco ou deitada na grama, curtindo a natureza.

Por isso, no post de hoje, vou falar um pouquinho sobre alguns dos parques de Nova York que eu conheci.

Central Park

O primeiro que conheci e o que mais frequentei foi o famoso Central Park. Meu refúgio favorito nos dias em que eu buscava mais calmaria e quando queria apenas ficar deitada no gramado lendo um livro.

Com toda sua pompa, é impossível não se apaixonar, assim como é impossível não se perder lá dentro (mesmo com um mapa na mão). Mas deixe-se perder! O parque é lindo e essas rotas não planejadas sempre nos garantem belos caminhos, lembranças e fotos.

Alguns dos principais pontos turísticos são The Pond, Central Park Zoo, The Mall, Bethesda Terrace, Cherry Hill, Strawberry Fields, Bow Bridge, Alice In Wonderland, Shakespeare GArden, Belvedere Castle, Great Lawn e Reservoir. Mas existem muitos outros. Para saber exatamente a localização dessas e de outras atrações, o Central Park tem centrais de informação que fornecem mapas gratuitos para turistas.

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Washington Square Park

O Washington Square Park está mais para o que chamamos aqui no Brasil de “praça”. Ainda assim, se tornou um dos meus lugares favoritos em Nova York. Por causa da sua localização, e por ficar bem ao lado da NYU (New York University), ele está sempre cheio e com pessoas dos mais variados estilos possíveis. Eu ia para lá sempre que queria dar uma desacelerada e curtir essa mistura tão típica de NY. Também associo muito o parque a música. Todos os parques têm músicos se apresentando, mas como esse é menor, onde quer que você esteja você poderá apreciar o talento de alguém que está ali mostrando seu trabalho – e nunca ouvi um músico ruim tocando por lá.

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Brooklyn Bridge Park

Pra quem está à procura de uma bela vista do skyline de Manhattan, o Brooklyn Bridge Park é o lugar ideal. Além de áreas com gramado onde o pessoal fica deitado descansando depois de atravessar a Brooklyn Bridge ou simplesmente passando o tempo, há também uma área com bancos bem à beira do rio Hudson. Para quem gosta de assistir ao pôr do sol o passeio por ali no final da tarde é obrigatório!

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Prospect Park

Uma surpresa maravilhosa no Brooklyn (que já é um lugar incrível). Perto do museu, do jardim botânico e do zoo do Brooklyn, o Prospect Park é um Central Park fora de Manhattan. Gigante e quase tão lindo quanto o parque mais famoso de NY. Fiquei simplesmente apaixonada quando o conheci.

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Battery Park

O Battery Park também não é assim um parque exatamente. Tem algumas áreas verdes onde o pessoal relaxa, mas a parte mais bacana é a calçada (eu chamo de orla porque a região é bem parecida com a orla das praias aqui no Brasil) à beira do rio Hudson, onde o pessoal corre, faz caminhada ou simplesmente fica sentado nos bancos apreciando a vista. Também é um dos meus lugares favoritos para assistir o pôr do sol.

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Wave Hill

Wave Hill fica no Bronx, em Riverdale, e é um parque “fechado” muito frequentado pela comunidade que mora naquela região. Para entrar, você paga uma pequena taxa de admissão (alguns dias e horários são gratuitos – é só conferir a programação no site do parque), mas vale muitíssimo o passeio. O lugar é incrivelmente lindo, fica de frente pro rio Hudson, tem cadeiras espalhadas pelos gramados e algumas áreas repletas de flores.

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Bryant Park

O Bryant Park fica atrás da Biblioteca Pública de Nova York. Confesso que não passei muito tempo por lá. O parque tem mesinhas sob a sombra das centenas de árvores onde o pessoal que trabalha naquela região – e os turista, claro – senta para fazer um pit stop na hora que bate a fome, além de um gramado central onde o pessoal tira um cochilo sob o sol.

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High Line

O High Line é um parque bem diferente construído em antigas linhas suspensas de metrô. Ele  é bem extenso, mas não muito amplo. Está sempre lotado! Tem bastantes plantas e espreguiçadeiras supergostosas pra descansar (em vez dos grandes gramados tão frequentes nos parques da cidade), além de ter duas vistas superbonitas, tanto para Nova York como para Nova Jérsei. (Não deixem de experimentar o sandwich cake de red velvet que vende nas barraquinhas que ficam no parque!)

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Flushing Meadows–Corona Park

O Flushing Meadows–Corona Park parque fica no Queens. Também conta com um zoo e com um museu. Eu acabei indo conhecê-lo mais para o fim da minha viagem, o que significa que já era inverno, portanto ele estava meio vazio e com as fontes desligadas. Mesmo assim, é um parque bem grande e muito bonito. Bastante conhecido pelo monumento “Unisphere”. Também tem um “teatro de arena” bem bonito.

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Em Nova York algumas coisas mudam de acordo com a estação do ano. Com os parques isso também acontece. Por exemplo, no inverno, muitos dos gramados e lagos são “ocupados” por pistas de patinação no gelo. As fontes param de funcionar e são esvaziadas. Já no verão, são dadas aulas gratuitas de yoga, por exemplo, além de outras atividades.

O site NYC Parks traz uma lista completa com todos os parques de Nova York e detalhes das temporadas. Tem como achar por nome, por localização, entre outras opções. E basta clicar no que você quiser para ler mais informações sobre o que você vai encontrar por lá.

E a revista Time Out fez uma lista com os 10 melhores parques em Nova York que pode ajudar quem está com dúvida na hora de escolher.