Sem Spoilers: filmes de julho

Rainbow

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Título Original: Dhanak

Gênero: Drama

Direção: Nagesh Kukunoor

Ano: 2015

País de Origem: Índia

Sinopse: Em Rajasthan na Índia, Pari (Hetal Gada), uma menina de 10 anos, e Chotu (Krrish Chhabria), seu irmão de 8 anos, moram em uma vila perto das dunas de areia. Eles perderam os pais em um acidente e moram com os tios. Chotu é cego, mas lida bem com a situação, enquanto Pari é os olhos dele, sua guia e melhor amiga. Ainda inocentes, Pari promete a Chotu que ao completar 9 anos ele irá enxergar e, ao ver um cartaz de doação de olhos, ela acredita que encontrará alguém que possa ajudá-la.

Excelente! Diferentes culturas (da nossa e dos EUA) sempre trazem reflexões e aprendizados interessantíssimos e, nesse caso, uma lição de simplicidade, esperança e fraternidade. A cativante história dos irmãos Pari e Chotu nos leva por uma road trip leve e otimista, em meio a dificuldades tão distantes da nossa realidade. Muita música indiana, bom humor, companheirismo e amor pelo cinema. Apaixonante! Super recomendo!

A Incrível Jornada de Jacqueline

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Título Original: La Vache

Gênero: Comédia

Direção: Mohamed Hamidi

Ano: 2016

País de Origem: França

Sinopse: Fatah, um pequeno fazendeiro argelino, só tem olhos para sua vaca Jacqueline, que ele sonha em ver na grande feira de Agricultura, realizada em Paris. Determinado a levar a vaca até lá, ele a carrega consigo e cruza a França à pé, após pegar um barco para Marselha. No caminho, Fatah e Jacqueline vivem uma jornada cheia de surpresas e aventuras.

Divertido, simples e com uma ingenuidade tocante. A Incrível Jornada de Jacqueline e Fatah é cheia de aventura, bom humor e diálogos críticos que te fazem pensar. Há muita força de vontade, esperança e carisma no protagonista. Apesar de alguns clichês, é uma comédia encantadora que valoriza sentimentos essenciais e pouco usuais atualmente, como a tolerância, a solidariedade e a amizade.

Mulheres do Século 20

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Título Original: 20th Century Women

Gênero: Drama / Comédia

Direção: Mike Mills

Ano: 2017

País de Origem: EUA

Sinopse: Na Califórnia dos anos 70, uma mãe (Annette Bening) tenta cuidar de sua família da melhor forma possível enquanto também procura respostas para as vidas de suas duas jovens amigas – uma fotógrafa aficcionada pela cultura punk (Greta Gerwig), e uma amiga de seu filho (Elle Fanning).

Três gerações de mulheres se encontram na trama principal desse filme: Dorothea (Anette Bening) com 55 anos, Abbie (Greta Gerwig) perto dos 30 e Julie (Elle Fanning) com 17 anos. É final dos anos 70, o feminismo está no auge, mas a história vai muito além disso, falando sobre a relação de mãe e filho, educação e amadurecimento. Com uma forma diferente de contar, explorando cada personagem, sua idade e contextualizando com o ano de nascimento, somos inseridos no mundo de cada um deles e nos envolvendo de forma única. Sem nada de extraordinário, mas com uma profundidade e força incrível, e embalado por uma trilha sonora espetacular. Uma homenagem a todas as mulheres e mães. Adorei!

A Morte lhe Cai Bem

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Título Original: Death Becomes Her

Gênero: Comédia / Fantasia

Direção: Robert Zemeckis

Ano: 1992

País de Origem: EUA

Sinopse: Uma famosa atriz egocêntrica (Meryl Streep) rouba de uma aspirante a escritora (Goldie Hawn) o noivo (Bruce Willis), um famoso cirurgião plástico. A noiva rejeitada se torna extremamente complexada e gorda, mas após 14 anos ela lança o livro “Eternamente Jovem” e, na noite de autógrafos, está mais linda do que nunca. Despertando a atenção de todos, principalmente da atriz que, sentindo-se cada dia mais velha, acaba indo se consultar com uma mulher sensual, bela e misteriosa (Isabella Rossellini), que tem uma poção da juventude que proporciona resultados inimagináveis. Ao bebê-la, ela fica jovem outra vez e descobre que sua rival também é cliente da feiticeira. Inicialmente elas começam a brigar pelo médico, mas logo as duas estão preocupadas e, de certa forma, unidas contra um terrível efeito colateral.

Uma comédia divertida, com muita fantasia, mas que consegue refletir sobre um tema atemporal: a eterna busca pela juventude. Meryl Streep, premiada e reconhecida por seus papéis dramáticos, está ótima como comediante. E, logo no início do filme, faz uma apresentação musical, cantando e dançando espetacularmente. Uma atriz completa! #soufã *-* Bruce Willis também tem destaque, num papel extremamente cômico e ingênuo. Um ótimo entretenimento com efeitos visuais inovadores que, na época, renderem um Oscar ao filme.

O Mínimo para Viver

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Título Original: To The Bone

Gênero: Drama

Direção: Marti Noxon

Ano: 2017

País de Origem: EUA

Sinopse: Uma jovem (Lily Collins) está lidando com um problema que afeta muitos jovens no mundo: a anorexia. Sem perspectivas de se livrar da doença e ter uma vida feliz e saudável, a moça passa os dias sem esperança. Porém, quando ela encontra um médico (Keanu Reeves) não convencional que a desafia a enfrentar sua condição e abraçar a vida, tudo pode mudar.

Um filme bom, sem nada surpreendente, mas que passa muito bem a mensagem sobre anorexia. O grande destaque vai para a atuação da protagonista, Lily Collins, que entrou no personagem, emagreceu e reviveu os medos e desafios desse distúrbio, que já havia sofrido na adolescência. Mesmo sem muita profundidade, é um tema interessante e necessário, que foi tratado de forma bem realista.

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