{Dica de livro} “O que eu sei de verdade”, Oprah Winfrey


o-que-eu-sei-de-verdade-oprah“O que eu sei de verdade”, da Oprah Winfrey (Editora Sextante)
é um livro incrível sobre autoconhecimento, cheio de lições de alguém que se tornou referência para muita gente e que não contou com a sorte para ser quem é. Assim, Oprah nos passa várias lições, mas a principal delas é a de que somos responsáveis pela nossa vida e devemos fazer de tudo para tirar o melhor dessa experiência única.

Dividido em capítulos nos quais são abordados temas como alegria, perseverança, união, gratidão, possibilidade, deslumbramento, lucidez e poder, somos convidados a olhar para nossa vida com mais atenção e cuidado, refletindo sobre cada um desses temas e como os praticamos em nosso dia a dia.

Cada capítulo apresenta vários fragmentos de textos curtos nos quais a autora discorre sobre o tema contando sua experiência e vivência acerca de cada um. A leitura é leve e rápida, ao mesmo tempo bastante profunda e reflexiva. Impossível chegar à última página do mesmo jeito que começamos. Saímos do livro tocados e transformados em diferentes níveis.

Enquanto eu lia, queria compartilhar vários e vários trechos que considerei importantes e que acredito que fariam a diferença para quem os lesse. Deixo aqui apenas um dos meus favoritos e espero que vocês tenham a oportunidade e a curiosidade de ler o livro todo, garanto que será uma ótima experiência e de crescimento.

É verdade que quando você reunir coragem para defender os próprios interesses, quando ousar dar um passo à frente, falar por si, mudar de atitude ou simplesmente fazer algo diferente do que os outros consideram normal, o resultado nem sempre vai ser agradável. Você terá que enfrentar obstáculos. Às vezes vai fracassar. Os outros podem chamá-lo de maluco. Às vezes vai parecer que o mundo inteiro se uniu para lhe dizer quem você não pode ser e o que não pode fazer. (Algumas pessoas se irritam quando você supera as expectativas limitadas que elas sempre tiveram a seu respeito.) E, em momentos de fraqueza, seu medo e sua insegurança podem fazê-lo titubear. Talvez você se sinta tão esgotado que terá vontade de desistir. Mas as alternativas são sempre piores: você pode ficar preso a uma rotina angustiante por anos a fio. Ou pode passar os dias chafurdando em arrependimentos, perguntando a si mesmo como teria sido sua vida se você não tivesse dado tanta importância ao que as outras pessoas pensam.” (p.73)

Achei o propósito do livro muito parecido com O ano em que disse sim”, da Shonda Rhimes. Quem gostou de um com certeza vai gostar do outro. Inclusive eles abordam vários pontos em comum. Ambos são ótimos para mantermos por perto e reler alguns trechos de vez em quando.

Resenha também publicada no blog Sociedade do Livro.

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