Sem Spoilers: filmes de novembro

A Lista – Você Está Livre Hoje?

deceptionposter[4]Título Original: Deception

Gênero: Drama / Suspense

Direção: Marcel Langenegger

Ano: 2008

País de Origem: EUA

Sinopse: Jonathan McQuarry (Ewan McGregor) é um auditor corporativo, que trabalha em meio à elite do poder em Nova York. Um dia ele encontra por acaso com Wyatt Bose (Hugh Jackman), um carismático advogado que o introduz em um núcleo que apenas existe para os privilegiados da cidade. Nele os homens vestem ternos de US$ 4 mil e estão sempre rodeados por mulheres maravilhosas, todas disponíveis. Jonathan é então apresentado à “lista”, um clube do sexo onde um telefonema e a frase “você está livre hoje?” podem levá-lo a uma noite de satisfação sexual. Porém ele se envolve com a sensual e misteriosa S (Michelle Williams), que o leva a um universo de traição e assassinato.

Um filme tenso, que prende. Apesar do ótimo elenco, a história tem algumas falhas e é um tanto previsível, mas está longe de ser chata ou daquelas que a gente assiste porque não tem nada melhor. O título brasileiro foi escolhido pelo próprio público, em uma promoção da Paris Filmes. Tudo bem que tem a ver com a trama mas…pra que isso? ¬¬

Transcendence – A Revolução

transcendentTítulo Original: Transcendence

Gênero: Ficção Científica / Suspense

Direção: Wally Pfister

Ano: 2014

País de Origem: EUA / Reino Unido

Sinopse: O Dr. Will Caster (Johnny Depp) é o mais famoso pesquisador sobre inteligência artificial da atualidade. No momento ele está trabalhando na construção de uma máquina consciente que conjuga informações sobre todo tipo de conteúdo com a grande variedade de emoções humanas. O fato de se envolver sempre em projetos controversos fez com que Caster ganhasse notoriedade, mas ao mesmo tempo o tornou o inimigo número 1 dos extremistas que são contra o avanço da tecnologia – e por isso mesmo tentam detê-lo a todo custo. Só que um dia, após uma tentativa de assassinato, Caster convence sua esposa Evelyn (Rebecca Hall) e seu melhor amigo Max Waters (Paul Bettany) a testar seu novo invento nele mesmo. Só que a grande questão não é se eles podem fazer isto, mas se eles devem dar este passo.

É difícil dizer isso, mas Johnny Depp deixou a desejar. Ou foi o papel que não combinou com ele. E não estou dizendo que ele só combine com personagens excêntricos, assistam aos ótimos “Gilbert Grape – Aprendiz de Sonhador”, “Inimigos Públicos” e “A Janela Secreta” (ok, só um pouco excêntrico neste último, rs). A história é interessante, toda essa evolução cibernética, a possibilidade de colocar em prática estudos de anos, a briga e o medo dos anti-tecnologia, mas nada faz muito sentido e nenhum dos bons atores do elenco parecem ter se doado aos personagens.

Para Roma, com Amor

to rome with loveTítulo Original: To Rome With Love

Gênero: Comédia

Direção: Woody Allen

Ano: 2012

País de Origem: EUA / Espanha / Itália

Sinopse: O longa é dividido em quatro segmentos. Em um deles, um casal americano (Woody Allen e Judy Davis) viajam para Roma para conhecer a família do noivo de sua filha. Outra história envolve Leopoldo (Roberto Benigni), um homem comum que é confundido com uma estrela de cinema. Um terceiro episódio retrata um arquiteto da Califórnia (Alec Baldwin) que visita a Itália com um grupo de amigos. Por último, temos dois jovens recém-casados que se perdem pelas confusas ruas de Roma.

“Para Roma, com Amor” com certeza não entra para a lista dos melhores filmes de Woody Allen, mas arranca boas risadas, principalmente porque ele mesmo atua. Com situações simples e divertidas, algumas bobas demais, a história se desenrola de forma leve e facilmente nos identificamos com um ou outro personagem, pois as cenas são totalmente cotidianas. Vale, mas não encanta.

Precisamos Falar Sobre o Kevin

Precisamos-Falar-Sobre-kevin-posterTítulo Original: We Need Talk About Kevin

Gênero: Drama

Direção: Lynne Ramsay

Ano: 2011

País de Origem: EUA / Reino Unido

Sinopse: Eva (Tilda Swinton) mora sozinha e teve sua casa e carro pintados de vermelho. Maltratada nas ruas, ela tenta recomeçar a vida com um novo emprego e vive temorosa, evitando as pessoas. O motivo desta situação vem de seu passado, da época em que era casada com Franklin (John C. Reilly), com quem teve dois filhos: Kevin (Jasper Newell/Ezra Miller) e Lucy (Ursula Parker). Seu relacionamento com o primogênito, Kevin, sempre foi complicado, desde quando ele era bebê. Com o tempo a situação foi se agravando mas, mesmo conhecendo o filho muito bem, Eva jamais imaginaria do que ele seria capaz de fazer.

Forte. Pesado. Uma relação de mãe e filho que, desde o nascimento, foge do controle. Ótimas atuações dos dois atores que interpretam Kevin ainda criança e destaque para o jovem Kevin e para a mãe, completamente imersos em seus personagens. E a semelhança do dois é assustadora no contexto. Adoro histórias contadas em flashbacks, mas esta foi um pouco cansativa.

O Lenço Amarelo

lacoTítulo Original: The Yellow Handkerchief

Gênero: Drama / Romance

Direção: Udayan Prasad

Ano: 2008

País de Origem: EUA

Sinopse: Numa cidade em Louisiana, Martine (Kristen Stewart) viaja com Gordy (Eddie Redmayne), jovem que acabara de conhecer. Pelo caminho eles conhecem Brett (William Hurt), que recém saiu da prisão e está indo atrás de sua esposa. Os três embarcam numa viagem repleta de surpresas e descobertas sobre seus sentimentos.

Um road movie leve, que entretém. A história vale pela busca de Brett, contando aos jovens sem sal, mas que complementam, Martine e Gordy, a sua história romântica e conturbada com Sharon (Maria Bello). Um filme simples, que vai te fazer sorrir e até chorar um pouquinho.

Amor Por Acaso

Amor Por AcasoTítulo Original: Bed & Breakfast

Gênero: Comédia / Romance

Direção: Márcio Garcia

Ano: 2008

País de Origem: EUA / Brasil

Sinopse: Ana Vilanova (Juliana Paes) trabalha como vendedora em uma grande loja de departamentos no Rio de Janeiro. Após descobrir que herdou uma propriedade em uma região vinícola da California, ela parte para a pequena cidade de Webster. Lá conhece Jake Sullivan (Dean Cain), que está se separando da estrela de cinema Amanda Cox (Kimberly Quinn) e é dono da propriedade a qual Ana acredita ser sua. Ao descobrir a situação, Ana faz de tudo para despejar Sullivan do local.

Uma produção brasileira e americana, com direção de Márcio Garcia e protagonizando Juliana Paes e Dean Cain. Confesso que fiquei curiosa e não me decepcionei. Claro, é um romance completamente clichê, mas razoável e divertido.

Insônia

InsomniaTítulo Original: Insomnia

Gênero: Policial / Suspense

Direção: Christopher Nolan

Ano: 2002

País de Origem: EUA

Sinopse: Will Dormer (Al Pacino) é um policial enviado para uma pequena cidade do Alasca onde, em meio às investigações em torno do assassinato de uma adolescente, acaba atirando acidentalmente em Hap Eckhart (Martin Donovan), seu próprio parceiro, enquanto tentava apreender um suspeito. Consumido pela culpa, Dormer ganha inesperadamente um álibi, fornecido pela própria polícia, que acaba aumentando ainda mais sua sensação de culpa por causa da morte de Eckhart. Ainda tendo que resolver o caso do assassinato da adolescente, Dormer passa a ser chantageado por Walter Finch (Robin Williams), o suspeito que tentava prender, que o acusa de ter armado a situação para que não fosse condenado pela morte de seu parceiro. Enquanto isso, Ellie Burr (Hilary Swank), uma detetive local, resolve iniciar uma investigação por conta própria para descobrir o que realmente aconteceu entre Dormer e Eckhart.

“Você fez o que achava certo naquele momento. Agora você tem que conviver com isso.”

Remake do filme norueguês de 1997, “Insônia” tem um elenco de peso e que eu adoro –  Al Pacino, Robin Williams e Hilary Swank – e uma boa história investigativa. As paisagens sombrias, apesar do dia ser claro 24 horas no verão do Alasca e a falta de sono do policial Dormer, por causa dessa claridade, deixam tudo muito tenso e dentro do clima misterioso proposto pelo filme. Muito bom!

Por Amor

por amorTítulo Original: Personal Effects

Gênero: Drama

Direção: David Hollander

Ano: 2009

País de Origem: EUA

Sinopse: Andrew Wakefield (Ashton Kutcher) está em busca de vingança pelo assassinato de sua irmã, mas tem sua atenção desviada ao conhecer Linda (Michelle Pfeiffer), uma mulher mais velha que perdeu o marido. Juntos eles tentam superar a dor. Andrew logo se torna o mentor do filho de Linda, tornando-se para ela algo mais do que uma simples companhia.

“Eu acho que tudo tem a ver com as coisas deixadas para trás…Essas coisas nos mantém de pé e talvez, de um modo único, essas lembranças nos façam pensar no que fazer com elas. Mas a espera pode ser longa e, após um tempo, a história não pode prosseguir sem você. Após um tempo você toma o controle da situação. Mas isso tudo não tem a ver comigo. Trata-se de esperar por alguém que você sabe que não vai voltar. Trata-se do tempo que passamos esperando e das pessoas que encontramos na sala de espera…” 

Uma história densa sobre perdas, promessas e esperança, com surpreendentes atuações. Gosto do Ashton Kutcher, mas estou acostumada a vê-lo em papéis engraçadinhos de comédias românticas. Aqui ele está completamente dramático e intenso, em busca de vingança e na eterna espera da justiça dos tribunais. E a ligação com Michelle Pfeiffer, aparentemente improvável, deixa tudo ainda mais admirável. Além da excepcional narrativa em off do filho surdo e mudo Clay (Spencer Hudson) que, junto com as tragédias, faz o elo entre Andrew e Linda. E a sempre incrível Kate Bathes, que eu adoro, no papel da mãe de Andrew. O título brasileiro induz à uma comédia romântica. Não é! Pelo contrário, trata de um tema pesado, de violência e dos efeitos dessas tragédias nos sobreviventes. Super recomendo!

Bravura Indômita

Bravura IndômitaTítulo Original: True Grit

Gênero: Faroeste

Direção: Ethan e Joel Coen

Ano: 2011

País de Origem: EUA

Sinopse: O pai de Mattie Ross (Hailee Steinfeld), de apenas 14 anos, foi assassinado a sangue frio por Tom Shaney (Josh Brolin). Em busca de vingança, ela resolve contratar um xerife beberrão, Reuben J. Cogburn (Jeff Bridges), para ir atrás dele. Inicialmente ele recusa a oferta, mas como precisa de dinheiro acaba aceitando. Mattie exige ir junto com Reuben, o que não lhe agrada. Para capturar Shaney eles precisam entrar em território indígena e encontrá-lo antes de La Boeuf (Matt Damon), um policial do Texas que está à sua procura devido ao assassinato de outro homem.

Uma história que empolga pela persistência da destemida Mattie, que negocia e vai atrás de quem for para conseguir seu objetivo e pela interação e aproximação com Reuben. Mas desempolga pela lentidão da narrativa. Recebeu 11 indicações ao Oscar e muitas críticas positivas, mas não me conquistou tanto assim.

Contagem Regressiva

contagemregressivaTítulo Original: Hours

Gênero: Drama

Direção: Eric Heisserer

Ano: 2013

País de Origem: EUA

Sinopse: Nova Orleans, agosto de 2005. Nolan (Paul Walker) leva Abigail (Genesis Rodriguez), sua esposa que está grávida, a um hospital em Nova Orleans. Abigail tem complicações no trabalho de parto e acaba não resistindo. O bebê nasce prematuro e precisa ser mantido em uma incubadora. Algumas horas mais tarde, o furacão Katrina chega à cidade e atinge o hospital, deixando o prédio sem energia. Apesar do perigo de continuar lá, Nolan não poderá sair do hospital, já que se a filha depende da ventilação da incubadora para sobreviver. O rapaz arriscará a própria vida em busca de um gerador de energia e comida e ainda precisará protegê-los contra os saqueadores.

Quando vi o título na programação da tv, achei que era o antigo filme de 1994, com Tommy Lee Jones e Jeff Bridges, e estava disposta a revê-lo. Me enganei, mas não me decepcionei. Ainda não tinha visto Paul Walker fora de “Velozes e Furiosos” e ele leva o filme muito bem do início ao fim, praticamente atuando sozinho, numa história verossímil de sobrevivência e superação da dor. Muito bom!

Os Esquecidos

Os EsquecidosTítulo Original: The Forgotten

Gênero: Drama / Suspense

Direção: Joseph Ruben

Ano: 2003

País de Origem: EUA

Sinopse: Kelly Paretta (Julianne Moore) é uma mulher atormentada com a morte de San, seu filho pequeno, em um acidente aéreo ocorrido há pouco mais de um ano. Por causa disto ela cada vez mais se afasta de seu marido, Jim (Anthony Edwards). Ao visitar o Dr. Munce (Gary Sinise), seu psiquiatra, ele lhe diz que seu filho nunca existiu e que ela inventou todas as lembranças que possui em relação a ele. Chocada, Kelly começa a procurar provas da existência de Sam entre seus pertences, mas tudo desapareceu. Acreditando estar enlouquecendo, Kelly consegue encontrar Ash Correll (Dominic West), o pai de outra criança que também foi vítima do acidente. Juntos eles tentam encontrar provas da existência de seus filhos e recuperar a sanidade.

Adoro a Julianne Moore e ela está incrível nessa história que transita entre o real e o imaginário. A tensão e o suspense tomam conta de boa parte do filme, mas o desfecho é um pouco inusitado. Concordo que uma outra direção para a trama poderia ter elevado ainda mais o brilhantismo, mas continuo recomendando!

Anjo da Guarda

Anjo da GuardaTítulo Original: Schutzengel

Gênero: Ação

Direção: Til Schweiger

Ano: 2012

País de Origem: Alemanha

Sinopse: Nina (Luna Schweiger) ainda é uma adolescente e testemunhou um crime terrível. Mas muito pior é que agora o criminoso está atrás dela para silenciá-la. O ex-soldado das Forças Especiais Max (Til Schweiger) é escalado para protegê-la, mas o delinquente parece não ter ficado impressionado com isso.

Uma ação inteligente, sem efeitos mirabolantes, com profundidade no lado psicológico dos personagens e emoções reais. Já conhecia Till Schweiger do pequeno papel em “Noite de Ano Novo”, mas em “Schutzengel”, além de dirigir, ele protagoniza de forma exemplar. Um filme alemão ótimo e surpreendente. Adorei e super recomendo!

Curvas da Vida

Curvas da VidaTítulo Original: Trouble With the Curve

Gênero: Drama

Direção: Robert Lorenz

Ano: 2012

País de Origem: EUA

Sinopse: Gus Lobel (Clint Eastwood) é um veterano olheiro de baseball, daqueles que se recusam a trabalhar usando o computador e apostam todas as fichas em seu feeling sobre os jogadores. Restando apenas três meses para o fim de seu contrato, ele começa a ter problemas de visão devido a um glaucoma. Escondendo a doença de todos, Gus é enviado para analisar Bo Gentry (Joe Massingill), um promissor rebatedor que pode ser a escolha de sua equipe no próximo draft. Entretanto, ao desconfiar que há algo errado com o velho amigo, Pete Klein (John Goodman) pede à filha dele, Mickey (Amy Adams), que o acompanhe na viagem. Mickey trabalha como advogada e está prestes a se tornar sócia na empresa em que trabalha, mas passa por cima dos compromissos profissionais para acompanhar o pai, apesar deles terem um relacionamento problemático. Juntos, eles avaliam o potencial de Gentry e encontram Johnny Flanagan (Justin Timberlake), um ex-jogador de baseball que é agora olheiro de outra equipe.

Um filme que tem como pano de fundo o beisebol, mas o que prevalece são as relações familiares, os atritos entre pai e filha e a superação de velhos traumas para uma tentativa de reaproximação. Ótimas atuações de um rabujento ao extremo Clint Eastwood, de uma independente e workaholic Amy Adams e de um bem humorado Justin Timberlake. Apesar dos clichês comuns a todos os filmes esportivos, os personagens cativam e emocionam. Recomendo.

Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1

Jogos VorazesTítulo Original: The Hunger Games: Mockingjay – Part 1

Gênero: Ação / Drama / Ficção

Direção: Francis Lawrence

Ano: 2014

País de Origem: EUA

Sinopse: Após ser resgatada do Massacre Quaternário pela resistência ao governo tirânico do presidente Snow (Donald Sutherland), Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) está abalada. Temerosa e sem confiança, ela agora vive no Distrito 13 ao lado da mãe (Paula Malcomson) e da irmã, Prim (Willow Shields). A presidente Alma Coin (Julianne Moore) e Plutarch Heavensbee (Philip Seymour Hoffman) querem que Katniss assuma o papel do tordo, o símbolo que a resistência precisa para mobilizar a população. Após uma certa relutância, Katniss aceita a proposta desde que a resistência se comprometa a resgatar Peeta Mellark (Josh Hutcherson) e os demais Vitoriosos, mantidos prisioneiros pela Capital.

“São as coisas que mais amamos que nos destroem”.

O terceiro filme da saga é bem diferente dos anteriores. Grande parte da ação dá lugar a um foco mais psicológico e de redescoberta de Katniss, totalmente traumatizada. Os jogos físicos dão lugar a jogos políticos e de propaganda manipulativa. Segundo a crítica, é o melhor filme da série e o mais empolgante do ano. Discordo. Cada “jogo” tem seus méritos e são bons. E posso fazer uma listinha de filmes melhores deste ano. Adorei ver os personagens antigos – Haymitch, Plutarch e Effie – “remodelados” e a onipresença de Cinna.

Trapaça

American-Hustle-poster-allTítulo Original: American Hustle

Gênero: Comédia / Drama

Direção: David O. Russell

Ano: 2013

País de Origem: EUA

Sinopse: Irving Rosenfeld (Christian Bale) é um grande trapaceiro, que trabalha junto da sócia e amante Sydney Prosser (Amy Adams). Os dois são forçados a colaborar com um agente do FBI (Bradley Cooper), infiltrando o perigoso e sedutor mundo da máfia. Ao mesmo tempo, o trio se envolve na política do país, através do candidato Carmine Polito (Jeremy Renner). Os planos parecem dar certo, até a esposa de Irving, Rosalyn (Jennifer Lawrence), aparecer e mudar as regras do jogo.

Depois de tanto comentarem sobre “Trapaça” no Oscar 2013, não tinha como não ver. A história beira o razoável, mas o filme é válido pelas excelentes atuações, ora engraçadas, ora dramáticas, mas sempre exageradas e pela ótima trilha sonora.

SemSpoilersCarolWerner

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