Divergente, o filme

Divergente

 

Estava ansiosa pela adaptação de “Divergente”, primeiro livro da trilogia distópica criada por Veronica Roth. Mas ao mesmo tempo que não via a hora de assistir ao filme, eu também estava morrendo de medo. Primeiro porque eu havia amado o livro (que é com certeza o melhor dos 3) e segundo porque eu havia detestado o elenco escalado para cada papel. No entanto, ao entrar na sala de cinema, fiquei tão envolvida que acabei esquecendo o fato de não ter gostado dos atores que faziam cada um dos papeis.

A versão cinematográfica de “Divergente” ficou excelente. E “adorei” foi a primeira palavra que eu disse assim que o filme acabou. O filme tem bastante ação, assim como o livro, o que dá um ritmo excelente à história. Os atores trabalharam direitinho e conseguiram me deixar com o estômago em calafrios em muitas cenas.

Faltaram algumas coisas, claro. Mas achei a adaptação muito bem feita. Para quem leu o livro há mais tempo, assim como eu, algumas das coisas que faltaram no filme nem fizeram tanta diferença. (Apenas o Amah que não apareceu em momento algum e ele tem papel importante lá pra frente na história.) No entanto, de maneira geral, o essencial do livro está lá no filme, que vale muito a pena assistir.

(Publicado originalmente em Sociedade do Livro.)

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