Resenha: “Calm”, Michael Acton Smith

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Sabe aquele modo automático no qual nós vivemos constantemente, quando a gente faz as coisas de maneira tão rotineira que nem nos damos conta do que fizemos? Seja por pressa ou por hábito de fazer sempre a mesma coisa, a gente deixa de agir consciente de muitos atos cotidianos e vive sempre com a cabeça em outro lugar. A gente nunca está realmente presente, o que nos torna ansiosos, irritados, impacientes, pessimistas…dentre tantas outras coisas que podem fazer mal à nossa saúde mental e física. Mas e se a gente começasse a fazer as coisas com mais tranquilidade, com mais calma?

A proposta do livro “Calm” é exatamente essa. Nos mostrar os benefícios de adotarmos uma postura mais tranquila no nosso dia a dia e nos ensinar como conseguir, com pequenas atitudes, mudar nossos hábitos e estarmos mais presentes em tudo o que fizermos.

Um dos muitos benefícios da calma é que você desenvolve uma perspectiva mais positiva.”

Dividido em vários temas, como natureza, sono, viagens, relacionamentos, trabalho, crianças, criatividade e alimentação, o livro traz informações e dados com bases em pesquisas que fundamentam a abordagem de uma atitude mais calma, apresenta dicas de como adotar uma postura diferente e traz um guia de meditação para cada tema. Mais do que uma leitura, “Calm” é um livro interativo e para ser apreciado aos poucos. Ao longo das páginas, a gente ainda encontra atividades para desenvolver de acordo com cada assunto abordado.

Como toda mudança de hábito, adotar práticas mais calmas, fazer as coisas com mais atenção e tranquilidade, e consequentemente estar mais presente, pode ser difícil no começo, mas quando os benefícios começam a dar as caras a prática passa a ser satisfatória e se torna natural. Faz até falta quando você, por algum motivo deixa de lado.

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E não é preciso começar com grandes atitudes. Basta começar observando sua alimentação, comer mais devagar e prestar atenção a cada “garfada”, tomar um banho reparando em cada parte conforme você vai se ensaboando, ou até mesmo enquanto você lava a louça do almoço, prestando atenção a cada item que você tem em mãos. É ser mais consciente das nossas atitudes, deixar o automático de lado e estarmos realmente presentes em tudo o que fizermos.

Quando a gente acalma o corpo e a mente, a gente se sente muito mais em paz, otimista e com muito mais energia. Pra citar apenas alguns dos muitos pontos positivos.

Além do livro, “Calm” tem um aplicativo de meditação guiada e um site com vários artigos interessantes que podem te ajudar na prática.

Sem Spoilers: filmes de agosto

Legião

a7487f93a7d85c5edc577696acb6ed09_1_jpg_290x478_upscale_q90Título Original: Legion

Gênero: Suspense

Direção: Scott Charles Stewart

Ano: 2010

País de Origem: EUA

Sinopse: Deus perdeu a fé na humanidade e enviou o anjo Michael (Paul Bettany), juntamente com uma legião de anjos, para dar início ao apocalipse. Entretanto, ao chegar Michael resolve se opor às ordens recebidas e proteger os humanos. O palco da batalha será no interior dos Estados Unidos, onde fica uma lanchonete gerenciada por Bob Hanson (Dennis Quaid) e seu filho Jeep (Lucas Black). Juntamente com Charlie (Adrianne Palicki), uma garçonete grávida, e Percy Walker (Charles S. Dutton), eles precisam encontrar um meio para sobreviver aos anjos que desejam exterminá-los a todo custo.

Não me perguntem por que assisti esse filme, já que há tempos eu evito o gênero terror (pra mim, o suspense indicado aí em cima está bem pesado… O.O). Claro que não assisti sozinha e, apesar do medo, gostei! Tem boas atuações, ótima fotografia e uma história sobrenatural, mas cheia de verdades.

Estão Todos Bem

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Título Original: Everybody’s Fine

Gênero: Comédia / Drama

Direção: Kirk Jones

Ano: 2010

País de Origem: EUA / Itália

Sinopse: Frank Goode (Robert De Niro) sempre trabalhou em uma fábrica de cabos telefônicos, dedicando sua vida a sustentar a família. Aposentado e viúvo há oito meses, ele aguarda a vinda dos quatro filhos – David (Austin Lysy), Robert (Sam Rockwell), Rosie (Drew Barrymore) e Amy (Kate Beckinsale) -, espalhados em várias cidades, para um churrasco em família. Entretanto, de última hora eles desmarcam o compromisso. Querendo vê-los, Frank desobedece a recomendação de seu médico e decide visitá-los em suas casas. É quando descobre que há algo de errado em suas vidas.

A difícil relação de pais e filhos é o tema central dessa emocionante história. O pai, que não era tão próximo aos filhos, tinha na esposa esse elo da relação. Mas agora que ela se foi, como atravessar esse abismo? E por causa dessa distância, aparentemente “estão todos bem”, mas é só se aproximar pra ver que não é bem assim. Robert De Niro dá um show, como sempre, com um personagem verossímil e com uma sensibilidade real nos diálogos.  Aliás, toda a história é muito realista, nos identificamos demais. Super recomendo!

Sete Vidas

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Título Original: Seven Pounds

Gênero: Drama

Direção: Gabriele Muccino

Ano: 2008

País de Origem: EUA

Sinopse: Ben Thomas (Will Smith) é um agente do imposto de renda que possui um segredo trágico. Por conta disso, ele é um homem que tem um grande sentimento de culpa, o que faz com que salve as vidas de completos desconhecidos. Porém, tudo muda quando ele conhece Emily Posa (Rosario Dawnson), pela primeira vez é Ben quem tem a chance de ser salvo.

Filme denso, com muitas peças de um grande quebra-cabeça pra encaixar, que aos poucos vão sendo apresentadas. Nada é óbvio, mas com idas e vindas no tempo, vamos montando a trama. Com um roteiro inteligente e atuações emocionantes, a história sobre bondade e redenção traz uma linda lição de vida. Assistam e se preparem pra chorar.

Memórias Secretas

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Título Original: Remember

Gênero: Drama

Direção: Atom Egoyan

Ano: 2015

País de Origem: Canadá

Sinopse: Aos 80 anos, Zev (Christopher Plummer) aceita uma missão incumbida pelo seu colega de asilo, Max Zucker (Martin Landau): deixar o local em que vive em busca de um antigo guarda nazista. Seu objetivo é, mesmo após tantas décadas, puni-lo pelo assassinato de sua família durante a Segunda Guerra Mundial. Só que, ao longo da jornada, Zev precisa lidar com falhas de memória causadas pela idade avançada.

Um drama muito bem amarrado, que retrata um pouco da história de Auschwitz, mas o foco está na delicada eimplacável jornada de Zev, brilhantemente interpretado por Christopher Plummer. Em busca de vingança e da própria memória, o protagonista enfrenta adversidades, comete alguns erros e encara uma reviravolta incrível no final, completamente surpreendente. Muito bom!

E.T. – O Extraterrestre

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Título Original: E.T. The Extra-Terrestrial

Gênero: Ficção / Aventura

Direção: Steven Spielberg

Ano: 1982

País de Origem: Canadá

Sinopse: Um garoto faz amizade com um ser de outro planeta, que ficou sozinho na Terra, protegendo-o de todas as formas para evitar que ele seja capturado e transformado em cobaia. Gradativamente, surge entre os dois uma forte amizade.

Não lembro se já tinha assistido por completo esse filme na infância, mas relembrei de poucas cenas. Super clássico dos anos 80, E.T. entrou pra história do cinema e encantou (e ainda encanta!) muitas gerações. Um filme atemporal e completamente inovador pra época, conta a história de uma amizade mágica e fascinante. Spielberg, mais uma vez, mostrou que sabe fazer um entretenimento com qualidade. Filme obrigatório!😉

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Sem Spoilers: filmes de julho

Sociedade dos Poetas Mortos

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Título Original: Dead Poets Society

Gênero: Drama / Comédia

Direção: Peter Weir

Ano: 1989

País de Origem: EUA

Sinopse: Em 1959 na Welton Academy, uma tradicional escola preparatória, um ex-aluno (Robin Williams) se torna o novo professor de literatura, mas logo seus métodos de incentivar os alunos a pensarem por si mesmos cria um choque com a ortodoxa direção do colégio, principalmente quando ele fala aos seus alunos sobre a “Sociedade dos Poetas Mortos”.

“Carpe diem! Aproveitem o dia. Façam suas vidas serem extraordinárias. ”

Inspirador! Um filme atemporal que nos motiva a fazer o que realmente queremos e não por imposições. Aproveitar o momento plenamente, pois um dia não estaremos mais aqui. Através da poesia, o professor Keating (Robin Williams) contagia um grupo de alunos (e todos nós) com sua sensibilidade e um olhar apaixonado sobre as coisas. É aquela aula fora dos padrões que todos gostaríamos de ter! *-*

Caçadores de Obras-Primas

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Título Original: The Monuments Men

Gênero: Histórico / Aventura / Guerra

Direção: George Clooney

Ano: 2014

País de Origem: Alemanha / EUA

Sinopse: Durante o declínio de Hitler na Alemanha, um grupo de 13 especialistas vindos de países diferentes é reunido para reencontrar obras de arte roubadas pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. George Stout (George Clooney), um oficial americano e conservador de obras de arte, lidera a equipe.

O elenco chama a atenção e as atuações são realmente boas, mas o roteiro deixa a desejar. O tom de humor, que tantas vezes traz um alívio ao drama, aqui é exagerado e tira a veracidade dos fatos, sendo que o filme é baseado numa história real. Confuso e cansativo.

O Show de Truman

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Título Original: The Truman Show

Gênero: Drama / Comédia

Direção: Peter Weir

Ano: 1998

País de Origem: EUA

Sinopse: Truman Burbank (Jim Carrey) é um pacato vendedor de seguros que leva uma vida simples com sua esposa Meryl Burbank (Laura Linney). Porém algumas coisas ao seu redor fazem com que ele passe a estranhar sua cidade, seus supostos amigos e até sua mulher. Após conhecer a misteriosa Lauren (Natascha McElhone), ele fica intrigado e acaba descobrindo que toda sua vida foi monitorada por câmeras e transmitida em rede nacional.

Criativo, inovador e completamente atemporal. Um filme cheio de metáforas, com um roteiro leve e, ao mesmo tempo, crítico e inteligente. Jim Carrey, ainda traz o lado cômico, mas predomina um ar ingênuo e dramático muito bem interpretado. Uma crítica ao perfeccionismo da televisão, à busca incessante pela audiência e à grande importância que muitas vezes damos ao que não está ao nosso alcance.

Terra Prometida

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Título Original: Promised Land

Gênero: Drama

Direção: Gus Van Sant

Ano: 2013

País de Origem: EUA

Sinopse: Steve Butler (Matt Damon) trabalha numa empresa especializada em extração de gás. Um dia, lhe é solicitado que viaje até uma cidade do interior para convencer os moradores da região que eles não devem se opor à chegada da empresa extratora. Porém, ao lidar diariamente com as pessoas, Steve acaba questionando suas próprias convicções.

Um filme leve, sem grandes pretensões e muito bem interpretado por Matt Damon e Frances McDorman, que possuem uma relação de trabalho extremamente bem-humorada. Uma história que retrata bem o povo interiorano, que precisa de ajuda e o capitalismo se aproveita dessa situação. Mas o espírito de comunidade, que ainda tem força apesar das dificuldades,vai lutar contra isso. Quem vai vencer?

Conta Comigo

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Título Original: Stand By Me

Gênero: Aventura / Drama

Direção: Rob Reiner

Ano: 1986

País de Origem: EUA

Sinopse: Gordie Lachance (Richard Dreyfuss), um escritor, recorda quando tinha entre doze e treze anos no verão de 1959 e vivia em Castle Rock, Oregon, uma localidade com 1281 habitantes. Gordie tinha três amigos inseparáveis: Chris Chambers (River Phoenix), Teddy Duchamp (Corey Feldman) e Vern Tessio (Jerry O’Connell). Chris era o líder natural, Teddy era emocionalmente perturbado e, se Gordie era o intelectual do grupo, Vern era o mais infantil. Um dia Vern ouviu por acaso Billy Tessio (Casey Siemaszko) e Charlie Hogan (Gary Riley) comentando sobre o corpo de Ray Brower, garoto da idade deles que havia desaparecido. Cada um deu uma desculpa em casa e partiram para tentar encontrar o corpo. Nenhum deles imaginava que esta viagem se transformaria em uma jornada de autodescoberta que os marcaria para sempre.

Clássico da Sessão da Tarde (como eu ainda não tinha visto? :O), Conta Comigo foi baseado no livro The Body, de Stephen King e conta uma ótima história de aventura e amizade. Quatro jovens, de 12 anos, que nos passam uma belíssima lição sobre o que os outros esperam que sejamos e o que realmente queremos e podemos ser.  E ainda traz ótimas recordações de infância, pra quem viveu os anos 80 e aquela vontade louca de voltar a ser criança!❤

Foxcatcher – Uma História que Chocou o Mundo

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Título Original: Foxcatcher

Gênero: Drama / Biografia

Direção: Bennett Miller

Ano: 2015

País de Origem: EUA

Sinopse: Campeão olímpico de luta greco-romana, Mark Schultz (Channing Tatum) sempre treinou com seu irmão mais velho, David (Mark Ruffalo), que é também uma lenda no esporte. Até que, um dia, recebe um convite para visitar o milionário John du Pont (Steve Carell) em sua mansão. Apaixonado pelo esporte, du Pont oferece a Mark que entre em sua própria equipe, a Foxcatcher, onde teria todas as condições necessárias para se aprimorar. Atraído pelo salário e as condições de vida oferecidas, Mark aceita a proposta e, assim, se muda para uma casa na propriedade do milionário. Aos poucos eles se tornam amigos, mas a difícil personalidade de du Pont faz com que Mark acabe seguindo uma trilha perigosa para um atleta.

Baseado numa história real, Foxcatcher é estranho. A todo momento temos uma sensação de desconforto, seja na relação dos irmãos atletas, na vivência de Mark Schultz (Channing Tatum) na fazenda Foxcatcher ou no jeito excêntrico de John du Pont (Steve Carell). Tudo isso vai nos deixando na expectativa de que algo grande vai acontecer, o “choque” que promete a tradução do título. E acontece, mas numa trama sem noção, sem propósitos claros. As interpretações são muito boas, mas o roteiro é confuso e deixa a desejar.

Jason Bourne

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Título Original: Jason Bourne

Gênero: Ação / Suspense

Direção: Paul Greengrass

Ano: 2016

País de Origem: EUA

Sinopse: Fora do radar como lutator de rua, Jason Bourne (Matt Damon) é surpreendido por Nicky Parsons (Julia Stiles), que o procura oferecendo novas informações sobre seu passado. Inicialmente resistente, ele acaba voltando aos Estados Unidos para continuar a investigação e entra na mira do ex-chefe Robert Dewey (Tommy Lee Jones), que teme mais um vazamento de dados. Dentro na CIA, no entanto, a novata Heather Lee (Alicia Vikander) acredita que tentar recrutar Bourne para a agência seja a melhor solução.

Muito bom! Minhas expectativas estavam lá em cima, depois de uma incrível trilogia e de um hiato de 9 anos, então fiquei com aquela pontinha de insatisfação, mas o filme fez jus à franquia. Todos os elementos da Saga Bourne estão lá e dois personagens ótimos foram agregados à trama, brilhantemente interpretados por Tommy Lee Jones e Alicia Virkander. Sobre Matt Damon, nem preciso falar… espetacular! O roteiro amarrou muito bem os demais filmes, com flashbacks importante pra não deixar ninguém perdido. E o final? Bem, teve um final, mas será que ainda vai continuar? (trilha sonora tocando…. rs)

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20 filmes que nunca canso de ver

Inspirada pelo post homônimo da Madame Brasil, resolvi criar minha própria lista dos 20 filmes que nunca canso de ver. À primeira vista, considerando que a viciada em filmes do Sobre o Nada é a Carol, achei que 20 era muito e seria difícil pensar em tantos assim. No fim das contas, com a ajuda do meu perfil no Filmow, acabei selecionando 25 (e que dificuldade para cortar para 20!). Para ajudar na escolha, pensei “qual filme que, se estivesse passando na TV, eu pararia tudo para assistir?” Eis minhas respostas:

1- Um amor para recordar

um amor para recordar

O romance clichê mais fofo do mundo. Sei todas as falas. Todas mesmo.

2- Um grande garoto

um grande garoto

♫ Strumming my pain with his fingers singing my life with his words killing me softly with his songs

Melhor filme sobre amizades estranhas. Melhor música. Melhor cena. Hugh Grant o melhor.

3- 10 coisas que odeio em você

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Não preciso nem listar 10 motivos pelos quais você deve assistir.

4- Ela é demais

ela é demais

Sei todas as falas pt.2. Nunca canso.

5- Letra e Música

letra e música

♫ Pop! Goes my heart #HughGrant

6- Ela

ela

Muitas emoções para um filme só.

7- O lado bom da vida

o lado bom da vida

Quem é o casal maluco mais lindo da ficção? o/

8- Mesmo se nada der certo

mesmo se nada der certo

Melhor cenário, melhor trilha sonora. E repeat.

9- Dirty Dancing

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♫ Now I’ve had the time of my life

Alguém pra dançar comigo? Ninguém?

10- Comer, rezar, amar

comer rezar amar

Inspiração pura. Aprendo uma coisa diferente cada vez que assisto.

11- Tudo que uma garota quer

tudo que uma garota quer

E se você descobrisse que seu pai é um nobre britânico? Quem não ia querer?

12- O diário da princesa

o diario da princesa

Mas e se você acordasse uma princesa?

13- Três vezes amor

tres vezes amor

Amor demais para um filme só.

14- Grande menina, pequena mulher

grande menina pequena mulher

Ah, essas crianças prodígio…

15- O diário de Bridget Jones

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Bridget Jones me representa!

16- De repente 30

de repente 30

Onde encontro o meu closet-passaporte?

17- E se fosse verdade

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Ah, gente, mas e se fosse verdade? (Já choro só de lembrar.)

18- Um lugar chamado Nothing Hill

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Julia Roberts e Hugh Grant: melhor casal!

19- Uma linda mulher

uma linda mulher

Ou seria Julia Roberts e Richard Gere o melhor casal?

20- O casamento do meu melhor amigo

o casamento do meu melhor amigo

Acho que o ponto é a Julia Roberts! Amo essa cena de I say a little prayer! *-*

Posso concluir com essa lista que filmes com música, dança, Julia Roberts e Hugh Grant simplesmente têm o dom de me conquistar.

E aí, quais dessa lista também fazem parte dos favoritos de vocês? Confiram a lista da Juh e contem pra nós nos comentários qual o top 20 de vocês.

 

Sem Spoilers: filmes de junho

Warren Jeffs: Profeta Fora da Lei

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Título Original: Outlaw Prophet: Warren Jeffs

Gênero: Biografia / Drama / Policial

Direção: Gabriel Range

Ano: 2014

País de Origem: EUA

Sinopse:  História verdadeira do líder mórmon fundamentalista que passou mais de um ano na lista dos mais procurados do FBI por fugir das acusações de supostos arranjos de casamentos ilegais envolvendo meninas menores de idade. Baseado no livro When Men Become Gods, do autor de bestsellers segundo o New York Times, Stephen Singular, o filme conta a história da ascensão de Jeff (Tony Goldwyn) ao poder após a morte de seu pai, Rulon Jeffs (Martin Landau). Nos dias que se passaram após o falecimento do seu pai, Warren se casou com todas as mulheres dele e ganhou controle ditatorial sobre seus seguidores polígamos. Conheça de perto a psicologia do líder de um culto e seus cegos discípulos.

Difícil assimilar que essas coisas aconteçam na vida real, mas é mais comum do que se imagina essa alienação pela religião. A história é forte, o elenco é bom (assisti por causa do Tony Goldwyn e sua atuação está incrível!), mas a produção é fraca, do tipo de filme mediano do Supercine.

A Proposta

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Título Original: The Proposal

Gênero: Comédia / Romance

Direção: Anne Fletcher

Ano: 2009

País de Origem: EUA

Sinopse: Margaret Tate (Sandra Bullock) é uma poderosa editora de livros, que se vê em apuros ao ser comunicada de sua deportação para o país-natal, o Canadá. Para evitar que isto ocorra ela declara estar noiva de Andrew Paxton (Ryan Reynolds), seu assistente. Perseguido por Margaret há anos, ele aceita participar da farsa, mas impõe algumas condições.

Quer coisa mais clichê do que comédia romântica? Mas quando as piadas têm graça e o romance é fofo, com boas interpretações, entrosamento dos atores e uma pitada de drama, é porque deu certo. E “A Proposta” funciona em todos esses aspectos. Já tinha visto partes desse filme diversas vezes na tv. Dessa vez parei pra assistir e não me decepcionei.

Para Sempre

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Título Original: The Vow

Gênero: Drama / Romance

Direção: Michael Sucsy

Ano: 2012

País de Origem: EUA / França / Reino Unido / Austrália / Alemanha

Sinopse: Page (Rachel McAdams) e Leo (Channing Tatum) viviam uma linda história de amor, mas um grave acidente de carro provocou uma grande mudança em suas vidas. Afinal, mesmo estando casados, ela não consegue se recordar de nada e muito menos ter algum tipo de memória sobre o relacionamento deles. Agora, resta para Leo a missão de reconquistá-la novamente para que possam então viver o romance que sempre desejaram. Baseado em fatos.

Uma história sensível e emocionante, que comove ainda mais por se basear na história real de Kim e Krickitt Carpenter. Um acidente muda completamente a vida desse casal. Como reconquistar “sua mulher” que nem ao menos te conhece? E como dar uma chance ao “seu marido”, se nada faz sentido naquela vida? Complicado e desafiador ver as tentativas e erros dos dois, interpretados pela ótima Rachel McAdams e Channing Tatum, que se encaixou bem no papel e tem ótima sintonia com a protagonista.

De Repente 30

 

2b1c297577a2fadf22f2da2485103457_jpg_290x478_upscale_q90Título Original: 13 going to 30

Gênero: Comédia / Romance

Direção: Gary Winick

Ano: 2004

País de Origem: EUA

Sinopse: Jenna Rink (Christa B. Allen) é uma garota que está descontente com sua própria idade, já que seus colegas mais populares da escola não lhe dão atenção, seus pais ficam sempre no seu pé e o garoto por quem está apaixonada nem sabe que ela existe. A única amizade que Jenna possui é Matt Flamhaff (Sean Marquette), seu vizinho. Para tentar reverter a situação Jenna decide por ter uma grande festa para o seu 13º aniversário, convidando todos os adolescentes que conhece. Porém o que deveria ser sua consagração se transforma num grande desastre, após Jenna ser trancada em um armário devido a uma brincadeira e ser completamente esquecida pelos demais presentes na festa. Triste, Jenna faz um pedido: virar adulta de repente, para ter a vida com que sempre sonhou. O pedido milagrosamente se torna realidade e, no dia seguinte, Jenna (Jennifer Garner) desperta em 2004 e com 30 anos de idade. De início Jenna fica assustada com as novidades de sua vida, mas aos poucos fica cada vez mais encantada por ter se tornado tudo aquilo que sempre sonhou ser. Porém, quando tenta reencontrar Matt (Mark Ruffalo), Jenna descobre que perdeu contato com ele há vários anos e que agora ele está prestes a se casar.

Que filme bom de rever! Leve, mas cheio de pequenas lições sobre nossas atitudes, valores, sobre o quanto amadurecer requer responsabilidade, mas sem nunca perder a esperança e o espírito sonhador das crianças. Jennifer Garner interpreta muito bem esse papel de mulher de 30 anos, com alma de 13. E tem uma cena incrível de um flash mob espontâneo ao som de Thriller e ótimas referências aos anos 80.

A Identidade Bourne

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Título Original: The Bourne Identity

Gênero: Ação / Suspense

Direção: Doug Liman

Ano: 2002

País de Origem: EUA / Alemanha / República Tcheca

Sinopse: Após ficar à beira da morte, por ter sido baleado, um desconhecido (Matt Damon) acorda sem memória em uma costa do Mar Mediterrâneo. Ele consegue se recuperar, com a ajuda de um médico aposentado, mas tem como única pista de sua identidade um chip que estava implantado em seu quadril, onde estava gravado o número da conta de um banco de Zurique, na Suíça. No cofre deste banco suíço ele descobre que se chama Jason Bourne e que mora em Paris, mas também acha alguns passaportes falsos (com sua fotografia, mas cada um com um nome diferente), uma arma e uma grande quantia em dinheiro. No entanto logo é perseguido, sem entender por qual razão, e demonstra possuir diversas habilidades em autodefesa e luta, além de saber vários idiomas. Ele oferece US$ 20 mil para Marie Helena Kreutz (Franka Potente), que está dificuldades financeiras, para levá-lo até Paris. Após relutar ela concorda, pois precisa do dinheiro. Mas eles não poderiam imaginar o que o futuro lhes reservava.

A Supremacia Bourne

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Título Original: The Bourne Supremacy

Gênero: Ação / Suspense

Direção: Paul Grenngrass

Ano: 2004

País de Origem: EUA / Alemanha / República Tcheca

Sinopse: Há 2 anos, Jason Bourne (Matt Damon) achou que tivesse deixado para trás seu passado como assassino frio e calculista criado pela Treadstone. Desde então ele vem mantendo uma existência anônima, abrindo mão da estabilidade de ter um lar e se mudando com Marie (Franka Potente) sempre que surge a ameaça de ser descoberto. Quando um agente aparece na vila onde Jason e Marie vivem, eles não têm outra alternativa senão fugir. Porém um novo jogo internacional de perseguição faz com que Jason tenha que confrontar velhos inimigos.

O Ultimato Bourne

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Título Original: The Bourne Ultimatum

Gênero: Ação / Suspense

Direção: Paul Grenngrass

Ano: 2007

País de Origem: EUA / Alemanha

Sinopse: Jason Bourne (Matt Damon) é um homem que vive sem país e sem passado após ter sido submetido a um treinamento brutal, ao qual não se lembra, por pessoas que não conhece. Ele é uma sofisticada arma humana, perseguida incessantemente pela CIA. Após sua última aparição ele decidiu sumir para sempre e esquecer a vida que lhe foi roubada. Entretanto uma matéria em um jornal de Londres, que especula sobre sua existência, faz com que ele torne-se mais uma vez um alvo. O programa Treadstone, que criou Bourne, já não existe mais, mas serviu de base para o programa Blackbriar, desenvolvido pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos. O Blackbriar desenvolve uma geração de novos matadores treinados secretamente pelo governo, que acredita que Bourne é uma ameaça de US$ 30 milhões que deve ser eliminada de uma vez por todas. Já Bourne vê neles uma oportunidade de descobrir quem realmente é e o que fizeram com ele.

Na véspera do novo lançamento da saga Bourne – Jason Bourne (2016) – me propus a rever a trilogia protagonizada por Matt Damon.

O primeiro filme, A Identidade Bourne, foi uma aposta, com um diretor pouco experiente e um protagonista que nunca tinha feito filmes de ação. Mas com um ótimo roteiro e o tom certo de realidade, a trama conquistou o público e ali nasceu uma nova franquia. Ao longo dessas primeiras 2 horas, vamos tentando descobrir, junto com o personagem, quem realmente é Jason Bourne, em quem ele pode confiar, o que ele fez e que rumo dará a sua vida.

Após 2 anos, na vida real e na ficção, Jason está de volta em A Supremacia Bourne. Agora, além de provar que não é culpado de um crime recente, ele também quer vingança e perdão, pelo mal que fez no passado e que aos poucos está se lembrando. E a cena final só vem pra confirmar que Bourne não é uma história de ação qualquer.

Na sequência, começando do ponto em que o anterior parou, O Ultimato Bourne explica muita coisa sobre as operações secretas e Jason Bourne está mais determinado do que nunca a descobrir quem é e a que veio. Ótimos flashbacks das lembranças dele nos situam onde tudo começou e fecham um ciclo, com um desfecho incrível, plausível, mas que, sem dúvida, poderia continuar!

Enfim, ótimos filmes de ação, sem efeitos mirabolantes, focando nos personagens, suas histórias e seus dramas. Uma reinvenção dos filmes de espionagem, com uma ação inteligente. E agora, 9 anos depois, ele está de volta! \o/ Ansiosíssima pra conferir! \o/

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Deixa chover até o sol chegar

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Voltava para casa a pé, como de costume, quando começou a chover forte. Entrei em um café e decidi pedir um chocolate quente até conseguir seguir meu caminho. Fazia frio. Uma senhora entrou também fugindo da chuva e pediu pra sentar na minha mesa, a única com cadeiras vazias.

Ela encarou meu olhar distante e disse “seus olhos estão tristes”. Eu sorri e neguei com a cabeça. “Não estão, não.” E sem que eu dissesse mais nenhuma palavra, ela prosseguiu.

“Sabe, filha, tudo bem deixar os olhos ‘choverem’ de vez em quando. A gente se machuca por confiar demais nas pessoas. Às vezes a gente acredita no lado bom dos outros mais do que eles merecem. É por isso que a gente persiste nas pessoas até  quando elas já desistiram de si mesmas. Isso se chama esperança e, algumas vezes, amor. Cada um mostra e dá aquilo que tem de melhor em si. Elas mostram quem são e a gente custa a enxergar, porque nós não somos assim. E a gente vai fazer o quê? Parar de acreditar nas pessoas? De que jeito…o problema não somos nós. Não desista enquanto ainda houver forças pra lutar. Deixa chover até o sol chegar.”

Sem Spoilers: filmes de maio

Que Horas Ela Volta?

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Gênero: Comédia / Drama

Direção: Anna Muylaert

Ano: 2015

País de Origem: Brasil

Sinopse: A pernambucana Val (Regina Casé) se mudou para São Paulo a fim de dar melhores condições de vida para sua filha Jéssica. Com muito receio, ela deixou a menina no interior de Pernambuco para ser babá de Fabinho, morando integralmente na casa de seus patrões. Treze anos depois, quando o menino (Michel Joelsas) vai prestar vestibular, Jéssica (Camila Márdila) lhe telefona, pedindo ajuda para ir à São Paulo, no intuito de prestar a mesma prova. Os chefes de Val recebem a menina de braços abertos, só que quando ela deixa de seguir certo protocolo, circulando livremente, como não deveria, a situação se complica.

Um filme brasileiro que chamou minha atenção pelas críticas positivas, mas não foi tudo isso. A trama é boa, as situações implícitas de submissão da empregada doméstica aos patrões ricos são bem desenvolvidos até certo ponto, depois desanda. O que se sobressai é a boa atuação de Regina Casé.

Capitão América: Guerra Civil

capitao-america-guerra-civil_t93414_1ZIsJit_jpg_290x478_upscale_q90Título Original: Captain America: Civil War

Gênero: Ação / Fantasia

Direção: Anthony Russo e Joe Russo

Ano: 2016

País de Origem: EUA

Sinopse: Steve Rogers (Chris Evans) é o atual líder dos Vingadores, super-grupo de heróis formado por Viúva Negra (Scarlett Johansson), Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), Visão (Paul Bettany), Falcão (Anthony Mackie) e Máquina de Combate (Don Cheadle). O ataque de Ultron fez com que os políticos buscassem algum meio de controlar os super-heróis, já que seus atos afetam toda a humanidade. Tal decisão coloca o Capitão América em rota de colisão com Tony Stark (Robert Downey Jr.), o Homem de Ferro.

Super heróis não são o meu forte, mas depois de Superman e Batman, o Iron Man é o que mais simpatizo. Ele é ótimo! E não é tanto pelo super herói ou pelos poderes, mas pela atuação impecável, bem humorada e muito, muito sarcástica de Roberto Downey Jr. Por ele vale o filme. E as cenas em que ele contracena com o jovem Spider Man são impagáveis!😀

Três Corações

trois-coeurs_t79367_1_jpg_290x478_upscale_q90Título Original: 3 Coeurs

Gênero: Drama / Romance

Direção: Benoít Jacquot

Ano: 2015

País de Origem: França / Alemanha / Bélgica

Sinopse: Após perder o trem de volta para Paris, Marc (Benoît Poelvoorde) encontra Sylvie (Charlotte Gainsbourg) em uma cidade provincial francesa. Eles andam pelas ruas até de manhã, conversando sobre tudo, menos sobre suas vidas pessoais. A química entre os dois é muito forte, mas Marc tem que pegar o trem. Então, ele combina um reencontro, alguns dias depois. Mas, por causa de imprevistos, os dois não se veem. Marc acaba conhecendo Sophie (Chiara Mastroianni) e se aproxima dela, sem saber que ela é irmã de Sylvie.

A proposta do filme é muito boa, o clima francês e a fotografia dão um tom sensível a essa história de encontros e desencontros, com um destino inusitado. Somos levados pela angústia dos personagens, mas a trama segue sem grandes atrativos. Vale pela ótima atuação de Charlotte Gains e a participação de Catherine Deneuve.

Hoje Eu Quero Voltar Sozinho

hoje-eu-quero-voltar-sozinho_t44735_15_jpg_290x478_upscale_q90Título Original: Hoje Eu Quero Voltar Sozinho

Gênero: Drama / Romance

Direção: Daniel Ribeiro

Ano: 2014

País de Origem: Brasil

Sinopse: Leonardo (Guilherme Lobo), um adolescente cego, tenta lidar com a mãe superprotetora ao mesmo tempo em que busca sua independência. Quando Gabriel (Fabio Audi) chega na cidade, novos sentimentos começam a surgir em Leonardo, fazendo com que ele descubra mais sobre si mesmo e sua sexualidade.

Gostei muito do curta-metragem “Eu Não Quero Voltar Sozinho”, que foi uma prévia deste filme, do mesmo diretor e com os mesmos atores. O filme acaba sendo um pouco arrastado, mas não menos sensível e com uma abordagem muito interessante e leve sobre a adolescência, a deficiência física e o amor. Uma história simples, com demonstrações de puro afeto nas relações familiares, de amizade e namoro.

Um Presente para Helen

418104abe211ae451dbc614a39b3fc73_jpg_290x478_upscale_q90Título Original: Raising Helen

Gênero: Comédia

Direção: Garry Marshall

Ano: 2004

País de Origem: EUA

Sinopse: Em Nova York, Helen Harris (Kate Hudson) está fazendo o que sempre sonhou ao trabalhar em uma grande agência de modelos. Sua carreira está em ascensão, com Helen passando seus dias em desfiles de modas e as noites se divertindo nas mais badaladas discotecas. No entanto seu estilo de vida sofre uma enorme transformação ao saber que sua irmã, Lindsay Davis (Felicity Huffman), e o cunhado Paul (Sean O’Bryen) morreram e, por precaução, já tinham escolhido Helen como tutora dos seus filhos caso algo lhes acontecesse. Ela então se vê responsável pelos sobrinhos Audrey (Haden Panettiere), de 15 anos; Henry (Spencer Breslin), de 10 anos; e Sarah (Abigail Breslin), de 5 anos. Ninguém duvida que Helen é a tia mais legal da cidade, mas a grande verdade é que nada sabe sobre criar crianças. Helen logo descobrirá que suas noitadas acabaram, pois agora seu ritmo de vida é ditado pelos sobrinhos. Isto a faz tomar sérias decisões, mas o que ninguém entende é por qual razão ela foi escolhida para cuidar das crianças, pois Jenny Portman (Joan Cusack), sua outra irmã, é uma pessoa que nasceu para cuidar dos filhos.

Garry Marshall é expert em comédias românticas, vide aos ótimos “Noite de Ano Novo”, “Noiva em Fuga” e “Uma Linda Mulher”. Mas “Um Presente para Helen” é só bom, o destaque está na atuação da sempre carismática Kate Hudson e na fofura de um dos primeiros papéis de Abigail Breslin no cinema, com 8 anos!❤

Flashdance – Em Ritmo de Embalo

476a59b8d4741a233e55fa48ff96b8a8_jpg_290x478_upscale_q90Título Original: Flashdance

Gênero: Drama / Romance / Musical

Direção: Adrian Lyne

Ano: 1983

País de Origem: EUA

Sinopse: Uma jovem (Jennifer Beals) de garra e talento não mede esforços para realizar o sonho de se tornar uma bailarina. Para tanto, durante o dia ela trabalha como operária e à noite solta seu corpo no ritmo alucinante das discotecas.

“Uauuu…enfim vou ver esse super clássico” … foi o que pensei! ¬¬ Que decepção… roteiro fraco e interpretações péssimas. “Embalos de Sábado a Noite” e “Footloose”, filmes do mesmo gênero e época, são infinitamente melhores. O que salva é a trilha sonora e a cena da dança final, ao som de “What a Feeling”, um dos hits dos anos 80.

The Lobster

the-lobster_t87733_ERSTGJr_jpg_290x478_upscale_q90Título Original: The Lobster

Gênero: Ficção / Drama

Direção: Yorgos Lanthimos

Ano: 2015

País de Origem: Grécia / Reino Unido / Irlanda / França / Holanda / EUA

Sinopse: Em um futuro próximo, uma lei proíbe que as pessoas fiquem solteiras. Qualquer homem ou mulher que não estiver em um relacionamento é preso e enviado ao Hotel, onde terá 45 dias para encontrar um(a) parceiro(a). Caso não encontrem ninguém, eles são transformados em um animal de sua preferência e soltos no meio da floresta. Neste contexto, um homem se apaixona em plena floresta – algo proibido, de acordo com o sistema.

Bizarro resume! O filme é repleto de metáforas e sarcasmo, em várias situações é possível traçar paralelos com a vida real, mas é tudo tão sem noção, tudo tão estranho que fica difícil assimilar. Me lembrou um pouco “A Vila”. Ótima atuação de Colin Farrel, ele realmente entrou no personagem e nos leva por essa história excêntrica. Quer um filme diferente? Tá aqui!

Rua Cloverfield, 10

rua-cloverfield-10_t24360_jpg-large_290x478_upscale_q90Título Original: 10 Cloverfield Lane

Gênero: Ficção / Suspense

Direção: Dan Trachtenberg

Ano: 2016

País de Origem: EUA

Sinopse: Uma jovem (Mary Elizabeth Winstead) sofre um grave acidente de carro e acorda no porão de um desconhecido. O homem (John Goodman) diz ter salvado sua vida de um ataque químico que deixou o mundo inabitável, motivo pelo qual eles devem permanecer protegidos no local. Desconfiada da história, ela tenta descobrir um modo de se libertar — sob o risco de descobrir uma verdade muito mais perigosa do que seguir trancafiada no bunker.

Um ótimo filme de suspense, que te deixa em dúvida até o final sobre o que está acontecendo fora daquele esconderijo subterrâneo. Até que ponto podemos acreditar nas supostas loucuras de Howard (John Goodman)? Michelle (Mary Elizabeth Winstead) está a salvo ou a perigo lá dentro? Seguimos os passos dela a todo instante nesse thriller psicológico e eletrizante, tentando desvendar cada pequena pista encontrada. E o final, com toda a certeza, vai dividir opiniões. Foi bom, mas eu esperava algo diferente.

Mamãe

mommy_t87052_1_png_290x478_upscale_q90Título Original: Mommy

Gênero: Drama

Direção: Xavier Dolan

Ano: 2015

País de Origem: Canadá

Sinopse: Canadá, 2015. Diane Després (Anne Dorval) é surpreendida com a notícia de que seu filho, Steve (Antoine-Olivier Pilon), foi expulso do reformatório onde vive por ter incendiado a cafeteria local e, com isso, provocado queimaduras de terceiro grau em um garoto. Os dois voltam a morar juntos, mas Diane enfrenta dificuldades devido à hiperatividade de Steve, que muitas vezes o torna agressivo. Os dois apenas conseguem encontrar um certo equilíbrio quando a vizinha Kyla (Suzanne Clément) entra na vida de ambos.

Um filme diferente, mas dos bons! Daqueles que fazem refletir e pensar sobre a vida, sobre as atitudes diante dos problemas. Filmado em grande parte no formato 1:1 (sim, você vai ver uma imagem quadrada), causa um estranhamento inicial, mas logo nos acostumamos e percebemos o significado. E nos momentos que a tela expande é tão mágico e lindo, que transmite toda a sensação dos personagens. Um drama profundo, impactante e, ao mesmo tempo, encantador, com atuações fortes e uma impecável trilha sonora.

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