Sem Spoilers: filmes de maio

A Garota no Trem

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Título Original: The Girl on the Train

Gênero: Suspense

Direção: Tate Taylor

Ano: 2016

País de Origem: EUA

Sinopse: Rachel (Emily Blunt), uma alcoólatra desempregada e deprimida, sofre pelo seu divórcio recente. Todas as manhãs ela viaja de trem de Ashbury a Londres, fantasiando sobre a vida de um jovem casal que vigia pela janela. Certo dia ela testemunha uma cena chocante e mais tarde descobre que a mulher está desaparecida. Inquieta, Rachel recorre a polícia e se vê completamente envolvida no mistério.

Baseado no best seller de mesmo nome, A Garota no Trem é instigante e suas personagens femininas muito bem construídas. Com ótimo roteiro e atuações complexas, focando no lado psicológico, ficamos o tempo todo na dúvida do que realmente aconteceu. E o final é surpreendente!  Lembra muito Garota Exemplar – o estilo de narrativa, o clima “frio”, personagens femininas em destaque, reviravoltas – , mas fica abaixo deste.

Cinquenta Tons Mais Escuros

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Título Original: Fifty Shades Darker

Gênero: Romance / Drama

Direção: James Foley

Ano: 2017

País de Origem: EUA

Sinopse: Incomodada com os hábitos e atitudes de Christian Grey (Jamie Dornan), Anastasia (Dakota Johnson) decide terminar o relacionamento e focar no desenvolvimento de sua carreira. Ele, no entanto, não desiste tão fácil e fica sempre ao seu encalço, insistindo que aceita as regras dela. Tal cortejo acaba funcionando e ela reinicia o relacionamento com o jovem milionário, sendo que, aos poucos, passa a compreender melhor os jogos sexuais que ele tanto aprecia.

O segundo filme da trilogia é mais denso e com mais suspense que o anterior. O foco agora são os traumas de Grey e sua “descida do pedestal”, implorando pelo amor de Ana, coisa que ele jamais pensaria fazer antes de se apaixonar por ela. O roteiro foi muito bem adaptado do livro, os protagonistas foram competentes na evolução dos seus personagens e a ótima trilha sonora deu aquele toque especial.

Aliados

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Título Original: Allied

Gênero: Romance / Suspense

Direção: Robert Zemeckis

Ano: 2017

País de Origem: EUA

Sinopse: Em uma missão para eliminar um embaixador nazista em Casablanca, no Marrocos, os espiões Max Vatan (Brad Pitt) e Marianne Beausejour (Marion Cotillard) se apaixonam perdidamente e decidem se casar. Os problemas começam anos depois, com suspeitas sobre uma conexão entre Marianne e os alemães. Intrigado, Max decide investigar o passado da companheira e os dias de felicidade do casal vão por água abaixo.

Um romance de época, em meio à Segunda Guerra, com um casal de protagonistas espiões impecável: Marion Cottilard e Brad Pitt! O roteiro não tem grandes surpresas, mas as atuações e o figurino ganham destaque. O mistério da personagem de Cotillard ser ou não uma informante se sustenta até o surpreendente e emocionante final. Gostei e recomendo!

Silêncio

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Título Original: Silence

Gênero: Drama

Direção: Martin Scorsese

Ano: 2017

País de Origem: EUA

Sinopse: Século XVII. Dois padres jesuítas portugueses, Sebastião Rodrigues (Andrew Garfield) e Francisco Garupe (Adam Driver), viajam até o Japão em uma época onde o catolicismo foi banido. À procura do mentor deles, padre Ferreira (Liam Neeson) os jesuítas enfrentam a violência e perseguição de um governo que deseja expurgar todas as influências externas.

Um bom filme sobre fé, perseverança e perseguição. Um trabalho impactante de Scorsese, com ótimas atuações – destaque para Andrew Garfield, que já havia chamado a minha atenção em Até o Último Homem . Os diálogos levantam diversas questões interessantes sobre religião, mas acaba sendo cansativo e longo demais.

A Vida Secreta das Abelhas

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Título Original: The Secret Life Of Bees

Gênero: Drama / Comédia

Direção: Gina Prince-Bythewood

Ano: 2009

País de Origem: EUA

Sinopse: Carolina do Sul, 1964. Lily Owens (Dakota Fanning) é uma garota de 14 anos atormentada pelas poucas lembranças que tem da mãe falecida em um trágico acidente causado por ela. Decidida a fugir da solidão e do relacionamento complicado com o pai, T. Ray (Paul Bettany), Lily foge de casa com sua empregada Rosaleen (Jennifer Hudson) e segue a única pista que pode levar ao passado de sua mãe numa pequena cidade do interior. Lá ela conhece August (Queen Latifah), a mais velha das irmãs Boatwright, dona de um tradicional apiário da cidade e que também conhece alguns segredos do passado de sua mãe.

A verdade é só metade do caminho. O que importa é o que você vai fazer com ela“.

Adoro a Dakota Fanning, desde Uma Lição De Amor , quando ela fez um papel brilhante com apenas 7 anos de idade. Em A Vida Secreta das Abelhas ela interpreta uma adolescente com uma carga dramática muito forte e passa uma veracidade incrível! Um filme leve, sobre temas pesados como violência doméstica, racismo e rejeição familiar. Lindo e emocionante. Adorei!

A Cabana

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Título Original: The Shack

Gênero: Drama

Direção: Stuart Hazeldine

Ano: 2017

País de Origem: EUA

Sinopse: Um homem vive atormentado após perder a sua filha mais nova, cujo corpo nunca foi encontrado, mas sinais de que ela teria sido violentada e assassinada são encontrados em uma cabana nas montanhas. Anos depois da tragédia, ele recebe um chamado misterioso para retornar a esse local, onde ele vai receber uma lição de vida.

Prepare-se para chorar. Muito!!! Baseado no best seller homônimo, de William P. Young, o filme foi muito bem adaptado e é fiel ao livro. A história te faz refletir sobre muitas coisas, mas principalmente sobre o perdão. De forma lúdica, a trama vai se desenrolando e te envolvendo a ponto de você não saber se tudo aquilo é real ou só imaginação do protagonista. E a resposta depende da interpretação de cada um. Algumas cenas foram um pouco exageradas e, o principal ponto negativo pra mim, foi a escolha do ator, o inexpressivo Sam Worthington. Mas Octavia Spencer toma conta da maioria das cenas e dá um show!

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Sem Spoilers: filmes de abril

Pulp Fiction – Tempo de Violência

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Título Original: Pulp Fiction

Gênero: Policial / Suspense

Direção: Quentin Tarantino

Ano: 1994

País de Origem: EUA

Sinopse: Vincent Vega (John Travolta) e Jules Winnfield (Samuel L. Jackson) são dois assassinos profissionais que trabalham fazendo cobranças para Marsellus Wallace (Ving Rhames), um poderosos gângster. Vega é forçado a sair com a garota do chefe, temendo passar dos limites; enquanto isso, o pugilista Butch Coolidge (Bruce Willis) se mete em apuros por ganhar luta que deveria perder.

Um clássico de um diretor que virou gênero e que popularizou o modo não-linear de contar uma história, de forma atrativa e com o toque especial de violência sarcástica tão característica dele. Tramas independentes que se ligam de um jeito único, com uma trilha sonora em sintonia para cada momento e recheado de cenas que marcaram o cinema e são referência até hoje. Sem querer ser clichê, até porque demorei muuuuito tempo pra vê-lo, mas, sim, é um filme necessário.

Zodíaco

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Título Original: Zodiac

Gênero: Suspense

Direção: David Fincher

Ano: 2007

País de Origem: EUA

Sinopse: 1º de agosto de 1969. Três cartas diferentes chegam aos jornais San Francisco Chronicle, San Francisco Examiner e Vallejo Times-Herald, enviadas pelo mesmo remetente. A carta enviada ao Chronicle trazia a confissão de um assassino e as três juntas formavam um código que supostamente revelaria a identidade do criminoso. O assassino exigia que as cartas fossem publicadas, caso contrário mais pessoas morreriam. Um casal de Salinas consegue decodificar a mensagem, mas é Robert Graysmith (Jake Gyllenhaal), um tímido cartunista, quem descobre sua intenção oculta: uma referência ao filme “Zaroff, o Caçador de Vidas” (1932). Os assassinatos e as cartas se sucedem, provocando pânico na população de San Francisco.

Mais um filme que estava na minha lista há tempos e ficou abaixo das expectativas. Baseado na história real de um serial killer, a história vai mostrando toda a investigação para descobrir quem estava por trás dessas mortes em San Francisco. O elenco é ótimo, personagens super estruturados, mas acaba sendo longo e arrastado. Vai ver eu não estava no clima, pois só li críticas favoráveis e a fama do diretor é excelente, com os ótimos “Garota Exemplar”, “Millennium: Os Homens Que Não Amavam as Mulheres”, “O Curioso Caso de Benjamin Button”, “O Quarto do Pânico” e por aí vai!

Atirador

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Título Original: Shooter

Gênero: Ação

Direção: Antoine Fuqua

Ano: 2007

País de Origem: EUA

Sinopse: Bob Lee Swagger (Mark Wahlberg) é um ex-atirador de elite dos Marines, que se afastou do trabalho após uma traição. Isolado em um refúgio remoto nas montanhas, Bob é encontrado pelo coronel aposentado Isaac Johnson (Danny Glover). Johnson lhe diz que o país precisa de sua ajuda, já que a vida do presidente está em risco e apenas suas habilidades em tiro de longa distância podem impedir que esta ameaça se concretize. Inicialmente relutante, Bob aceita o trabalho. Porém logo ele descobre que tudo é na verdade uma armação patrocinada por Johnson.

Cheio de clichês, mas é um bom filme de ação, que prende do início ao fim e com uma ótima atuação de Mark Wahlberg. Não é imprescindível, mas vale o entretenimento.

A Cor de um Crime

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Título Original: Freedomland

Gênero: Policial / Drama

Direção: Joe Roth

Ano: 2006

País de Origem: EUA

Sinopse: Durante a madrugada, em um subúrbio de classe média de Nova Jersey, uma mulher ensanguentada aparece muda e estupefata no Centro Médico de Dempsy. Ela é Brenda Martin (Julianne Moore), que, após ser tratada contra choque e histeria, conta ao detetive Lorenzo Council (Samuel L. Jackson) o que lhe aconteceu. Brenda diz que foi levada de carro para uma pista isolada em uma área não-construída, que divide os conjuntos habitacionais de Dempsy. Inicialmente ela diz que foi obrigada a sair do carro por um homem negro, o que não convence o detetive. Ele pressiona Brenda e, após horas de interrogatório, ela diz que Cody (Marlon Sherman), seu filho de 4 anos, estava no banco traseiro do carro. Motivados pela ativista Karen Collucci (Edie Falco), integrantes das comunidades de Dempsy e de Gannon se unem para procurar Cody, que está desaparecido. Porém as investigações em torno deste suposto sequestro fazem com que surjam tensões raciais entre integrantes das comunidades.

Um suspense muito bem arquitetado e cheio de reviravoltas, um pouco confusas, por vezes, mas que não deixam a trama decair, principalmente pelas ótimas atuações de Julianne Moore e Samuel L. Jackson. Denso e impactante, o filme tem o foco no racismo e na história contada por uma mãe desesperada, que te deixa com a pulga atrás da orelha: será que é verdade?

Ferrugem e Osso

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Título Original: De rouille et d’os

Gênero: Drama

Direção: Jacques Audiard

Ano: 2013

País de Origem: França / Bélgica

Sinopse: Alain (Matthias Schoenaerts) está desempregado e vive com o filho, de apenas cinco anos. Ele parte para a casa da irmã em busca de ajuda e logo consegue um emprego como segurança de boate. Um dia, ao apartar uma confusão, ele conhece Stéphanie (Marion Cotillard), uma bela treinadora de orcas. Alain a leva em casa e deixa seu cartão com ela, caso precise de algum serviço. O que eles não esperavam era que, pouco tempo depois, Stéphanie sofreria um grave acidente que mudaria sua vida para sempre.

Como recomeçar, depois que perdemos o chão? Ótimo drama francês sobre amor e dor, sem apelar. Cenas realistas, duras e nada romanceadas mexem com o nosso interior de forma diferente. Atuações incríveis de Marion Cotillard, como sempre, e Matthias Schoenaerts, que formam uma dupla problemática, mas com uma força verdadeira para enfrentar as adversidades. Destaque também para a fotografia solar e natural deslumbrante.carolwerner3

Um brinde às mudanças

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Estamos tão acostumados a fazer as coisas sempre do mesmo jeito, a viver dentro da nossa zona de conforto, que às vezes nem nos reconhecemos mais em nós mesmos, ainda assim, seguimos repetindo velhos hábitos no piloto automático. Estamos tão confortáveis que já nem sabemos se aquilo ainda faz sentido para nós e não nos questionamos mais porquê fazemos assim. Talvez porque tenhamos medo da resposta. Talvez porque no fundo temos medo de descobrir que muito do que fazemos já não significa nada para quem nós somos hoje. Foi importante em algum momento, já não é mais. E ai a gente se depara com um vazio sem saber como preenchê-lo. Mudar dá um medo…

É engraçado ver como as pessoas reagem às mudanças. Parece que incomoda o outro quando você muda. As pessoas estranham. “Você não era assim”, “está diferente”, “mudou de repente”. Que bom que eu não era assim, fico feliz em estar diferente porque, deixa eu te contar um segredo, eu não estava feliz! E não, talvez não tenha sido tão de repente assim, afinal só eu sei como andavam as coisas aqui dentro antes de as mudanças se tornarem visíveis.

A verdade é que mudar faz parte da arte de viver. É muitas vezes algo natural ao longo do processo de crescimento e de autoconhecimento. Outras vezes, é estimulada por algum acontecimento…afinal, a vida acontece para todos, mais cedo ou mais tarde. E então você percebe que aquele você de ontem, aqueles hábitos, gostos e costumes, já não representam mais quem você é hoje. Simplesmente já não fazem mais sentido.

O segredo é não ter medo e estar aberto. Encarar as mudanças como possibilidades, como oportunidades que temos de deixar pra trás tudo o que já não nos faz mais bem e substituir por algo que esteja em sintonia com quem nós somos agora. Mudanças são nossa chance de sermos fieis à nossa verdade interior, de sermos simplesmente nós.

Então perde o medo de mudar, deixa de dar satisfação para os outros dos porquês. Descubra coisas novas que te façam feliz e que substituam o que já não se encaixa mais na sua vida. Deixa a mudança acontecer, não resiste não. Muda de roupa, a cor do cabelo, de cidade, de trabalho, de gostos, de hábitos, muda de opinião, de ponto de vista, de direção, muda o jeito de fazer as coisas, de sorrir, de olhar, de falar e de andar, muda rápido ou devagar, mas muda e celebra a mudança como quem ganha um presente da vida. Cheers!

 

4 dicas para aprender um novo idioma sozinho

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Recentemente resolvi transformar o ócio em algo produtivo e comecei a aprender Francês. Sozinha, online e de graça. Com muito tempo, porém pouco dinheiro, resolvi usar recursos à disposição para estudar. E gente, nem só de redes sociais vive a internet! Tem TANTO site legal e confiável que disponibiliza aulas gratuitas sobre praticamente tudo ao nosso alcance, basta ter interesse, saber e ter paciência para pesquisar e ter dedicação para de fato aprender sozinho.

Como a minha experiência está sendo com o aprendizado de uma nova língua – da qual até então eu só conhecia duas palavras: bonjour e merci – vou deixar aqui 5 dicas para aprender um novo idioma que estão funcionando para mim.

1. Sites online e gratuitos

Como disse no comecinho do post, existem MUITOS sites legais e confiáveis à disposição. Com uma pesquisa mais refinada, você vai encontrar aquele que mais corresponde às suas expectativas. No meu caso, tenho utilizado três sites diferentes que têm funcionado muito bem comigo. Um é melhor para vocabulário, outro para gramática e um terceiro para exercícios. O mais bacana de todos é o Polly Lingual, que oferece aulas básicas e gratuitas de vários idiomas (e tem ainda a opção de aulas mais avançadas no plano pago). Ele é mais focado em vocabulário e pronuncia.

2. Música

Sou movida à música, e aprender um idioma com o auxílio de canções ajuda bastante a fixar. Depois de encontrar alguns artistas franceses que gostei, como Zaz e Joyce Jonathan (aceito dicas! rs), separei algumas músicas favoritas. Ouço, leio, vejo a tradução, faço as associações, canto junto e vou repetindo até a coisa fixar e eu saber não só a letra como também o que ela significa. Excelente para formar vocabulário e aprender pronuncia (fundamental principalmente em uma língua tão diferente da nossa como o Francês e tantas outras). Vale também vídeos no Youtube. Tem alguns bem legais para quem tá aprendendo um novo idioma.

3. Escrita

Qualquer que seja a língua, aprender a escrever é um passo mais complicado. Em Francês então, Jesus! rsrs Por isso praticar a escrita é fundamental. Vá praticando escrever as palavras que vai aprendendo, crie um sistema que funcione para você. Eu costumo escrever a palavra em português e depois, sem consulta, escrevê-la em Francês. Além de ajudar a memorizar o termo, vamos praticando a gramática.

4. Leitura

É óbvio que no começo vai ser difícil porque tudo o que você ler vai precisar de tradução. Mas com a prática as palavras vão ficando mais familiares, algumas delas você vai começar a deduzir antes mesmo de traduzir, e assim você vai aprendendo. Também acho a leitura muito útil para ir compreendendo a gramática e as estruturas das frases. Você vai prestando atenção em como elas são formadas e quando vê já consegue construir suas próprias frases. Assim, volte para o item “3- Escrita” e pratique 😉

Quero deixar claro que acho indispensável um aprendizado mais formal e aprofundado, com acompanhamento de um profissional. Mas para quem quer sair do nada para o básico, as dicas acima funcionam e muito. Mas também tem muito curso de responsa online, com temáticas e conteúdos mais diversos possíveis, que garantem certificados. Então antes de começar, dedique algum tempo a pesquisar as opções e crie uma rotina para se comprometer com o aprendizado.

Já se dispuseram a aprender algo novo sozinhos? Quais técnicas funcionam para vocês?

Martha Sachser: a brasileira que ganha a vida fotografando em NY

Já pensou ir para Nova York e voltar para casa com recordações lindíssimas e fotos incríveis? A blogueira e fotógrafa Martha Sachser ajuda muitos turistas a tornar essa viagem dos sonhos ainda mais memorável. 

Depois de trocar o Brasil por Nova York em 2010, a jovem mineira descobriu no hobby de fotógrafa sua profissão. Hoje ela ganha a vida em terras americanas clicando turistas brasileiros que desejam registrar a viagem de forma especial. Entre seus clientes, muitos fazem parte do nicho chamado de web-celebrities, como Taciele Alcolea, Bruna Vieira, Jade Seba e outros.

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Fotos: Martha Sachser

Morando em Nova York há quase dez anos, Martha trocou a vida em um escritório pela liberdade de trabalhar nos muitos pontos turísticos da cidade, como o Central Park, um dos passeios preferidos dos turistas que visitam a Big Apple. Para ficar ainda mais encantado e com muita vontade, confira alguns ensaios no site Martha Sachser Photography.

A sessão de fotografias dura em média duas horas. Nesse tempo, clientes e fotógrafa fazem um passeio pelos cartões-postais escolhidos para o ensaio e registram tudo em fotos que levarão de volta para casa em formato digital.

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Entre os cliques dos ensaios e as edições, Martha se dedica a viajar o mundo. Recentemente, concluiu a visita pelos 50 estados americanos antes dos 30 anos, um dos muitos projetos pessoais da fotógrafa que pretende ainda escrever um livro sobre a experiência e sobre a diversidade dos Estados Unidos.

A mineira também dedica seu tempo ao blog NY & About, um site referência para brasileiros que visitam a cidade, apaixonados pela Big Apple e para quem sonha em morar nos EUA um dia. Em 2016 ela lançou um guia de Nova York em formato e-book. Eu contei um pouquinho mais sobre o guia aqui no blog.

Para acompanhar as dicas e aventuras dela pelos Estados Unidos e se encantar com as fotos que ela faz por lá, confira seu Instagram e seu canal no Youtube!

Sem Spoilers: filmes de fevereiro

Até o Último Homem

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Título Original: Hacksaw Ridge

Gênero: Drama / Guerra / Biografia

Direção: Mel Gibson

Ano: 2017

País de Origem: EUA / Austrália

Sinopse: Durante a Segunda Guerra Mundial, o médico do exército Desmond T. Doss (Andrew Garfield) se recusa a pegar em uma arma e matar pessoas, porém, durante a Batalha de Okinawa ele trabalha na ala médica e salva mais de 75 homens, sendo condecorado. O que faz de Doss o primeiro Opositor Consciente da história norte-americana a receber a Medalha de Honra do Congresso.

Surpreendente! Não sou muito fã de filmes de guerra, mas quando entra o fator humano no meio da barbárie, a coisa muda. Baseado em uma inspiradora história real, Até o Último Homem é emocionante e lindamente dirigido por Mel Gibson. As cenas são de encher os olhos e tem uma fotografia e efeitos especiais de cair o queixo. E a entrega física e emocional de Andrew Garfiled dá um toque especial ao persistente Desmond Doss, que foi até o fim pelos seus ideais. Uma ótima narrativa, contando desde a infância do protagonista, que impressiona pela força das imagens e pelo poder da história. Um dos melhores concorrentes ao Oscar deste ano!

Concorre em 6 categorias do Oscar, dentre elas a de melhor filme, diretor e ator.

Estrelas Além do Tempo

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Título Original: Hidden Figures

Gênero: Drama / Biografia

Direção: Theodore Melfi

Ano: 2017

País de Origem: EUA

Sinopse: 1961. Em plena Guerra Fria, Estados Unidos e União Soviética disputam a supremacia na corrida espacial ao mesmo tempo em que a sociedade norte-americana lida com uma profunda cisão racial, entre brancos e negros. Tal situação é refletida também na NASA, onde um grupo de funcionárias negras é obrigada a trabalhar a parte. É lá que estão Katherine Johnson (Taraji P. Henson), Dorothy Vaughn (Octavia Spencer) e Mary Jackson (Janelle Monáe), grandes amigas que, além de provar sua competência dia após dia, precisam lidar com o preconceito arraigado para que consigam ascender na hierarquia da NASA.

Maravilhoso! #GirlPowerFeelings! rs Três personagens fortíssimas, baseadas na história real das matemáticas Katherine Johnson, Dorothy Vaughn e Mary Jackson, que enfrentaram preconceitos chocantes, mesmo para uma sociedade dos anos 60. E o que choca mais é saber que, em níveis diferentes, isso ainda acontece hoje em dia. Elas quebraram barreiras raciais, de gênero e profissionais. Atuações impecáveis – destaque para o trio Taraji, Octavia e Janelle, e Kevin Costner -, com diálogos excelentes que nos fazem refletir sobre a ignorância que ainda sobrevive com o preconceito, sem transforma-las em vítimas, muito pelo contrário, tornando-as admiráveis e exemplos a seguir. Adorei!

Concorre ao Oscar de melhor filme, atriz coadjuvante (Octavia Spencer) e roteiro adaptado.

A Qualquer Custo

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Título Original: Hell Or High Water

Gênero: Suspense / Drama

Direção: David Mackenzie

Ano: 2017

País de Origem: EUA

Sinopse: Interior do Texas, Estados Unidos. Toby (Chris Pine) e Tanner (Ben Foster) são irmãos que, pressionados pela proximidade da hipoteca da fazenda da família, resolvem assaltar bancos para obter a quantia necessária ao pagamento. Com um detalhe: eles apenas roubam agências do próprio banco que está cobrando a hipoteca. Só que, no caminho, eles precisam lidar com um delegado veterano (Jeff Bridges), que está prestes a se aposentar.

Um faroeste moderno com belíssimas paisagens áridas e uma excelente trilha sonora. Um retrato dos EUA longe das metrópoles, mais interiorano e “faca na bota”, com seus caricatos personagens cowboys. A história é simples, transparece veracidade e apesar de muita previsibilidade, o filme flui e te faz torcer pelo bandido. Ou seria ele o mocinho da situação? Muito bom!

Concorre ao Oscar de melhor filme, ator coadjuvante (Jeff Bridges), roteiro original e montagem.

A Chegada

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Título Original: Arrival

Gênero: Ficção

Direção: Deniis Villeneuve

Ano: 2016

País de Origem: EUA

Sinopse: Quando seres interplanetários deixam marcas na Terra, a Dra. Louise Banks (Amy Adams), uma linguista especialista no assunto, é procurada por militares para traduzir os sinais e desvendar se os alienígenas representam uma ameaça ou não. No entanto, a resposta para todas as perguntas e mistérios pode ameaçar a vida de Louise e a existência de toda a humanidade.

Assim como Interestelar, A Chegada tem esse mesmo tema de difícil compreensão sobre comunicação alienígena e destino da humanidade. Mas o primeiro me tocou mais, por causa da emoção dos personagens e por não mostrar tanta irrealidade, como naves e seres em meio à névoa. A crítica amou, Amy Adams está ótima, mas não me agradou tanto.

Concorre ao Oscar de melhor filme, diretor, roteiro adaptado, fotografia, edição, design de produção e edição de som.

Lion – Uma Jornada para Casa

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Título Original: Lion

Gênero: Biografia / Drama

Direção: Garth Davis

Ano: 2017

País de Origem: EUA / Austrália / Reino Unido

Sinopse: Quando tinha apenas cinco anos, o indiano Saroo se perdeu do irmão numa estação de trem de Calcutá e enfrentou grandes desafios para sobreviver sozinho até de ser adotado por uma família australiana. Incapaz de superar o que aconteceu, aos 25 anos ele decide buscar uma forma de reencontrar sua família biológica.

Preparem um lençol, pois um lenço não será suficiente pra carga de emoção desse filme, inspirado na história real de Saroo Brierley, um indiano de 5 anos de idade que, em 1986, se perdeu de seu irmão Guddu numa estação de trem e foi parar 1.600 quilômetros mais adiante, na caótica Calcutá, sem saber como voltar para casa. O pequeno Saroo, interpretado pelo apaixonante Sunny Pawar, faz sua estreia como ator e deixa a gente com o coração partido, tamanha delicadeza e veracidade no seu convívio com a mãe (Priyanka Bose), na interação super próxima com o irmão (Abhishek Bharate) e na sua luta para encontrar o caminho de volta. Ele foi escolhido pelo diretor em uma escola de Mumbai. Já adulto, agora com Dev Patel no papel, recomeça a jornada da busca pela família biológica. Estava um pouco receosa pelo ator, mas ele convence, se entrega e nos passa toda sua angústia por desconhecer suas origens. Impossível não chorar em vários momentos dessa aventura trágica de superação, coragem, persistência e, principalmente, esperança. Recomendadíssimo! ❤

Concorre ao Oscar de melhor filme, roteiro adaptado, fotografia, trilha sonora e ator e atriz coadjuvantes, com Dev Patel e Nicole Kidman. E eu estou muito na torcida de melhor filme!!! \o/

Um Homem Chamado Ove

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Título Original: En Man Som Heter Ove

Gênero: Comédia / Drama

Direção: Hannes Holm

Ano: 2017

País de Origem: Suécia

Sinopse: Ove é um senhor mal-humorado de 59 anos que leva uma vida totalmente amargurada. Aposentado, ele se divide entre sua rotina monótona e as visitas que faz ao túmulo de sua falecida esposa. Mas, quando ele finalmente se entregou às tendências suicidas e desistiu de viver, novos vizinhos se mudam para a casa da frente e uma amizade inesperada irá surgir.

Lembram do Ivo, lá de Tangerines? Agora é a vez de querer ser amigo do Ove! ❤ Que filme lindo, envolvente, emocionante! Cheio de lições de vida, amizade, bom humor e um drama comum, que te aproxima ainda mais da história. Entre idas e vindas no tempo, vamos conhecendo aos poucos a história do velho Ove, os motivos do seu mau humor constante e de sua rotina metódica e avessa a modernismos. Adaptação do best seller sueco de Frederick Backman, Um Homem Chamado Ove é daqueles filmes super agradáveis que tem que assistir! *-*

Concorre ao Oscar de melhor filme estrangeiro e maquiagem. E minha torcida, é claro, vai pra ele.

Elle

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Título Original: Elle

Gênero: Suspense / Drama

Direção: Paul Verhoeven

Ano: 2016

País de Origem: França / Alemanha

Sinopse: Michèle (Isabelle Huppert) é a executiva-chefe de uma empresa de videogames, a qual administra do mesmo jeito que administra sua vida amorosa e sentimental: com mão de ferro, organizando tudo de maneira precisa e ordenada. Sua rotina é quebrada quando ela é atacada por um desconhecido, dentro de sua própria casa. No entanto, ela decide não deixar que isso a abale. O problema é que o agressor misterioso ainda não desistiu dela.

Provocativo e diferente do que se espera de qualquer história de abuso sexual. A forma com que a protagonista, incrivelmente interpretada por Isabelle Huppert, lida com a situação nos choca e, ao mesmo tempo, nos encoraja a seguir em frente, na busca por quem é esse agressor. Os conflitos com todos ao seu redor são intensos e, ao longo da trama, vamos descobrindo que esse ato é só mais um dos trágicos momentos vividos por ela. Um filme único, desafiador e difícil de digerir.

Concorre ao Oscar de melhor atriz e é a minha preferida nessa categoria.

Jackie

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Título Original: Jackie

Gênero: Biografia / Drama

Direção: Pablo Larraín

Ano: 2017

País de Origem: EUA

Sinopse: Jacqueline Kennedy (Natalie Portman), inesperadamente viúva, lida com o trauma nos quatro dias posteriores ao assassinato de seu marido, o então presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy.

O filme faz um recorte preciso do momento do atentado ao presidente JFK e os dias posteriores, na visão da primeira dama. O desenrolar desse curto espaço de tempo, que mistura flashbacks com uma entrevista de Jackie à imprensa e uma trilha sonora deprimente, acaba sendo cansativo. Destaque para a fotografia e a atuação de Natalie Portman, que está primorosa, diferente de tudo que já vimos dela, os trejeitos, a voz, o comportamento.

Concorre ao Oscar de melhor atriz, trilha sonora e figurino.

Toni Erdmann

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Título Original: Toni Erdmann

Gênero: Comédia / Drama

Direção: Maren Ade

Ano: 2017

País de Origem: Alemanha / Áustria

Sinopse: Winfried (Peter Simonischek) é um senhor que gosta de levar a vida com bom humor, fazendo brincadeiras que proporcionem o riso nas pessoas. Seu jeito extrovertido fez com que se afastasse de sua filha, Ines (Sandra Hüller), sempre sisuda e extremamente dedicada ao trabalho. Percebendo o afastamento, Winfried decide visitar a filha na cidade em que ela mora, Bucareste. A iniciativa não dá certo, resultando em vários enfrentamentos entre pai e filha, o que faz com que ele volte para casa. Tempos depois, Winfried ressurge na vida de Ines sob o alter-ego de Toni Erdmann, especialista em contar mentiras bem-intencionadas a todos que ela conhece.

Um filme que incomoda. Qualquer relação de conflito familiar provoca reações interessantes e incomodativas. Ao mesmo tempo que as piadas do protagonista quebram o gelo em alguns momentos, em outros só o colocam e deixam as pessoas ao redor em situações embaraçosas e nos mostram a verdadeira solidão por trás do “palhaço”. Concorrente alemão ao Oscar de melhor filme estrangeiro, Toni Erdmann tem um roteiro interessante, humano, super diferente e com ótimas e sensíveis atuações.

Florence – Quem é Essa Mulher?

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Título Original: Florence Foster Jenkins

Gênero: Biografia / Comédia / Drama

Direção: Stephen Frears

Ano: 2016

País de Origem: Reino Unido / França

Sinopse: Florence Foster Jenkins (Meryl Streep) é uma rica herdeira que persegue obsessivamente uma carreira de cantora de ópera. Aos seus ouvidos, sua voz é linda, mas para todos os outros é absurdamente horrível. O ator St. Clair Bayfield (Hugh Grant), seu companheiro, tenta protegê-la de todas as formas da dura verdade, mas um concerto público coloca toda a farsa em risco.

Um filme engraçado, mas comum, com roteiro fraco, válido apenas pelas atuações de Meryl Streep, Hugh Grant e com destaque para o talentoso e cômico pianista, interpretado por Simon Helberg.

Concorre ao Oscar de melhor atriz com Meryl Streep.

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{Dica de livro} “O que eu sei de verdade”, Oprah Winfrey


o-que-eu-sei-de-verdade-oprah“O que eu sei de verdade”, da Oprah Winfrey (Editora Sextante)
é um livro incrível sobre autoconhecimento, cheio de lições de alguém que se tornou referência para muita gente e que não contou com a sorte para ser quem é. Assim, Oprah nos passa várias lições, mas a principal delas é a de que somos responsáveis pela nossa vida e devemos fazer de tudo para tirar o melhor dessa experiência única.

Dividido em capítulos nos quais são abordados temas como alegria, perseverança, união, gratidão, possibilidade, deslumbramento, lucidez e poder, somos convidados a olhar para nossa vida com mais atenção e cuidado, refletindo sobre cada um desses temas e como os praticamos em nosso dia a dia.

Cada capítulo apresenta vários fragmentos de textos curtos nos quais a autora discorre sobre o tema contando sua experiência e vivência acerca de cada um. A leitura é leve e rápida, ao mesmo tempo bastante profunda e reflexiva. Impossível chegar à última página do mesmo jeito que começamos. Saímos do livro tocados e transformados em diferentes níveis.

Enquanto eu lia, queria compartilhar vários e vários trechos que considerei importantes e que acredito que fariam a diferença para quem os lesse. Deixo aqui apenas um dos meus favoritos e espero que vocês tenham a oportunidade e a curiosidade de ler o livro todo, garanto que será uma ótima experiência e de crescimento.

É verdade que quando você reunir coragem para defender os próprios interesses, quando ousar dar um passo à frente, falar por si, mudar de atitude ou simplesmente fazer algo diferente do que os outros consideram normal, o resultado nem sempre vai ser agradável. Você terá que enfrentar obstáculos. Às vezes vai fracassar. Os outros podem chamá-lo de maluco. Às vezes vai parecer que o mundo inteiro se uniu para lhe dizer quem você não pode ser e o que não pode fazer. (Algumas pessoas se irritam quando você supera as expectativas limitadas que elas sempre tiveram a seu respeito.) E, em momentos de fraqueza, seu medo e sua insegurança podem fazê-lo titubear. Talvez você se sinta tão esgotado que terá vontade de desistir. Mas as alternativas são sempre piores: você pode ficar preso a uma rotina angustiante por anos a fio. Ou pode passar os dias chafurdando em arrependimentos, perguntando a si mesmo como teria sido sua vida se você não tivesse dado tanta importância ao que as outras pessoas pensam.” (p.73)

Achei o propósito do livro muito parecido com O ano em que disse sim”, da Shonda Rhimes. Quem gostou de um com certeza vai gostar do outro. Inclusive eles abordam vários pontos em comum. Ambos são ótimos para mantermos por perto e reler alguns trechos de vez em quando.

Resenha também publicada no blog Sociedade do Livro.